A prefeitura do Rio de Janeiro homenageia Preta Gil, batizando um circuito de blocos de carnaval em sua memória, destacando sua influência cultural e contribuição ao carnaval carioca. O "Circuito Preta Gil" celebra sua trajetória e o impacto no carnaval de rua, com desfiles programados para a Rua Primeiro de Março. Preta Gil faleceu em 20 de agosto de 2023, aos 50 anos, após luta contra o câncer.

Preta Gil, cantora e filha do renomado músico Gilberto Gil, faleceu em 20 de agosto de 2023, aos 50 anos, enquanto estava em tratamento contra câncer no intestino nos Estados Unidos. Em homenagem à sua contribuição ao carnaval carioca, a prefeitura do Rio de Janeiro anunciou que um circuito de blocos de carnaval de rua será batizado com seu nome.
A decisão foi publicada no Diário Oficial da cidade em 22 de agosto, dois dias após sua morte. O decreto assinado pelo prefeito Eduardo Paes destaca a trajetória de Preta Gil e menciona que o Bloco da Preta, fundado em 2009, é uma das expressões mais relevantes do carnaval carioca, reunindo milhões de foliões nas ruas do Centro do Rio de Janeiro.
O novo Circuito de Blocos de Carnaval de Rua Preta Gil terá sua concentração na Rua Primeiro de Março, entre a Rua do Rosário e a Rua do Ouvidor. O percurso do desfile seguirá até a Avenida Presidente Antônio Carlos, encerrando na altura da Rua Araújo Porto Alegre. Essa iniciativa visa reconhecer a participação decisiva da artista na revitalização do carnaval de rua na cidade.
Preta Gil faleceu em uma ambulância, enquanto tentava retornar ao Brasil após um tratamento experimental. Durante sua luta contra a doença, ela recebeu visitas de amigos e familiares, e sua última apresentação foi ao lado de seu pai, Gilberto Gil, no Allianz Parque.
O decreto ressalta a importância de Preta Gil na afirmação do carnaval como um espaço urbano de cidadania cultural. Sua morte causou grande comoção no país, refletindo a conexão que ela tinha com o público e sua influência na música e na cultura brasileira.
Neste momento de luto e homenagem, a sociedade pode se unir para apoiar iniciativas que promovam a cultura e a cidadania. Projetos que valorizem a arte e a diversidade cultural devem ser incentivados, pois são fundamentais para a construção de um espaço mais inclusivo e solidário.

Estudo revela que questionários de ansiedade e depressão têm validade cultural distinta entre Brasil, Portugal e Espanha, impactando diagnósticos e políticas de saúde mental. A pesquisa destaca a necessidade de adaptação cultural para avaliações precisas.

O Brasil se prepara para a TV 3.0 em 2025, integrando sinal tradicional e internet. Conversores de R$ 400, com adaptação gratuita para famílias de baixa renda, prometem inclusão digital e interatividade.

O Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ) lança o programa Rio Lilás para educar sobre violência doméstica nas escolas, promovendo a conscientização e a prevenção desde a infância. A iniciativa, coordenada pela desembargadora Adriana Ramos de Mello, envolve magistrados em encontros com alunos e premiará os melhores trabalhos com o "Selo/Prêmio Fluminense de Educação em Direitos das Mulheres Coem/TJRJ – Carolina Maria de Jesus". O programa também criará o "Espaço Maria da Penha" nas escolas, com acervo sobre direitos das mulheres.

O Brasil alcançou em 2024 a menor taxa de mortalidade infantil em três anos, com 35.450 óbitos, uma queda de 8,02% em relação a 2022. Especialistas destacam a necessidade de ações contínuas para prevenir mortes evitáveis.

Após a denúncia do influenciador Felca sobre a exploração de crianças nas redes sociais, o governo Lula anunciou um projeto de lei para proteção infantil online e a Câmara dos Deputados criou um grupo de trabalho para discutir a questão.

As águas do Rio São Francisco chegaram ao Rio Grande do Norte, simbolizando um avanço na segurança hídrica para milhares de famílias. O ministro Waldez Góes e a governadora Fátima Bezerra celebraram a ativação da Barragem de Oiticica, após anos de espera.