A Cisco e o Senac-PA oferecem quinhentas vagas para cursos gratuitos em TI, visando atender à demanda da COP 30 em Belém. As aulas começam em julho, promovendo a empregabilidade na Amazônia.

A Cisco, em colaboração com o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial no Pará (Senac-PA), anunciou a abertura de inscrições para cursos gratuitos na área de tecnologia da informação (TI). Ao todo, são quinhentas vagas disponíveis. Esta iniciativa visa aumentar a empregabilidade na região Amazônica, especialmente em função da demanda gerada pela realização da COP 30, que ocorrerá em Belém.
Os cursos oferecidos abrangem áreas essenciais como redes, cibersegurança, programação e habilidades digitais emergentes. Através do programa Cisco Networking Academy, que já capacitou mais de um milhão de brasileiros, a parceria busca fortalecer o setor de tecnologia da informação no Pará.
Serão mais de vinte turmas, com as primeiras aulas iniciando ainda neste mês. A parceria entre Cisco e Senac-PA é uma resposta às necessidades do mercado atual, que demanda mão de obra especializada para a COP 30, além de preparar os alunos para as exigências futuras do setor.
O Senac-PA, que possui mais de cinco anos de experiência como parceiro Premier e Centro de Suporte na Região Norte, será responsável pela execução dos cursos na região metropolitana de Belém. A instituição é reconhecida pela sua excelência em formação tecnológica, contando com laboratórios especializados e docentes certificados.
Os participantes dos cursos receberão certificação com reconhecimento nacional e internacional. O lançamento oficial do programa ocorrerá no dia dezesseis de julho, em Belém, durante o evento “Café, TI e Negócios”, que tem como objetivo apresentar o projeto de capacitação às empresas locais e facilitar o recrutamento dos alunos para atuar durante a COP 30.
Iniciativas como essa são fundamentais para o desenvolvimento regional e a promoção de habilidades digitais. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para que mais projetos de capacitação e inclusão digital sejam realizados, beneficiando a comunidade e preparando-a para os desafios do futuro.

O Brasil avança na saúde com o projeto do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde (SUS), financiado em US$ 320 milhões pelo Novo Banco do Desenvolvimento. A iniciativa, liderada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visa integrar tecnologia e saúde digital, promovendo um centro de excelência em saúde digital em São Paulo. O projeto inclui a construção de um edifício sustentável de 150 mil m² e a criação de uma rede de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) inteligentes em todo o país.

O deputado federal Rodrigo Gambale (Podemos-SP) propôs um projeto de lei que permite deduzir despesas com animais de estimação do Imposto de Renda, visando reduzir custos e promover a saúde pública. A medida busca incentivar a posse responsável e combater o abandono de pets, especialmente entre famílias de menor renda, ao permitir o abatimento de gastos com alimentação, abrigo, vacinação e consultas veterinárias. Gambale destaca que a iniciativa também pode diminuir a incidência de zoonoses, beneficiando o sistema de saúde. O projeto ainda precisa passar por comissões antes da votação.

Tribunais de 13 estados, incluindo a Bahia, não estão cumprindo o prazo de 48 horas para analisar medidas protetivas da Lei Maria da Penha, com demoras que chegam a 16 dias, comprometendo a segurança das vítimas.

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o prefeito Ricardo Nunes inauguraram o primeiro Centro TEA, com investimento de R$ 6,6 milhões, para atender pessoas com Transtorno do Espectro Autista e apoiar suas famílias.

MC Hariel investiu R$ 2,5 milhões na Zaori, sua produtora cultural em São Paulo, focada em apoiar artistas periféricos e promover a formação profissional. A iniciativa visa criar um espaço colaborativo para novos talentos.

Lívia Gueissaz, influenciadora de moda, vivenciou práticas ancestrais com mulheres Guajajara no Festival do Mel, promovido pela ministra Sonia Guajajara, destacando a conexão espiritual com a floresta. A experiência, sem registros, foi um profundo aprendizado sobre escuta e respeito à cultura indígena.