Quarenta municípios receberão até R$ 500 mil cada para projetos culturais e esportivos voltados a crianças e adolescentes, totalizando R$ 18,8 milhões. As iniciativas, apoiadas pelo Itaú Social, começam em 2025.

Quarenta municípios foram selecionados para receber até R$ 500 mil cada, totalizando R$ 18,8 milhões, para a implementação de projetos esportivos e culturais voltados para crianças e adolescentes. As iniciativas, que devem começar no primeiro semestre de 2025, foram escolhidas por meio do edital do Fundo da Infância e da Adolescência (FIA), promovido pelo Itaú Social. O objetivo é garantir o direito à educação e promover atividades que estimulem o desenvolvimento integral dos jovens.
Os recursos destinados a esses projetos provêm do 1% do Imposto de Renda das empresas do Conglomerado Itaú Unibanco Holding S.A. As propostas foram indicadas pelo Conselho Municipal da Criança e do Adolescente (CMDCA) de cada município e serão executadas por Organizações da Sociedade Civil (OSCs) e instituições do poder público. As ações visam não apenas a proteção, mas também a inclusão educacional e a integração da tecnologia nas atividades escolares.
Entre os temas abordados pelos projetos estão a promoção da educação integral, que é essencial para o desenvolvimento completo dos estudantes. Essa abordagem considera múltiplas dimensões, como o estímulo às habilidades sociais, a expressão de emoções e a motivação para o futuro. As iniciativas buscam criar um ambiente propício para que crianças e adolescentes possam se desenvolver de forma saudável e participativa.
O Itaú Social, por meio do edital FIA, reafirma seu compromisso com a promoção dos direitos de crianças e adolescentes, contribuindo para a construção de um futuro mais justo e igualitário. As propostas selecionadas refletem a diversidade e as necessidades específicas de cada território, permitindo que as comunidades se mobilizem em torno de causas que impactam diretamente a vida dos jovens.
Além de fomentar a educação e a cultura, esses projetos têm o potencial de fortalecer o tecido social das comunidades, promovendo a inclusão e a participação ativa dos jovens. A união de esforços entre a sociedade civil, poder público e iniciativa privada é fundamental para garantir que essas iniciativas sejam bem-sucedidas e alcancem seus objetivos.
Nessa perspectiva, a mobilização da sociedade é crucial para apoiar e expandir projetos como esses. A colaboração de todos pode fazer a diferença na vida de muitas crianças e adolescentes, garantindo que tenham acesso a oportunidades que transformem suas realidades. Ações coletivas podem impulsionar o desenvolvimento de iniciativas que promovam a educação e a cultura, beneficiando toda a comunidade.

A Prefeitura de São Paulo ampliou o Serviço de Atendimento Móvel (Samu) com 60 novas motolâncias e o primeiro heliponto de resgate na marginal Tietê, visando agilidade no atendimento de emergências. As motolâncias, agora totalizando 80, são operadas por equipes de enfermagem e equipadas para estabilização de pacientes em situações críticas. O investimento foi de R$ 2,4 milhões, enquanto o heliponto recebeu R$ 1,035 milhão, otimizando o socorro e evitando interrupções no trânsito.

Museu do Instituto de Geociências da USP lança projeto de inclusão tátil em paleobotânica, desenvolvendo réplicas de fósseis para deficientes visuais com tecnologia 3D e parcerias especializadas. A iniciativa visa ampliar o acesso ao conhecimento científico.

Museu Nacional reabre parcialmente após incêndio devastador em 2018, permitindo visitas a três salões recuperados, incluindo o esqueleto de um cachalote. A reabertura total está prevista para 2027-2028.

Foi inaugurada a Biblioteca Wilma Lancellotti em São Paulo, idealizada pelo padre Júlio Lancellotti, com acervo de oito mil livros e serviços de apoio à cidadania para a população em situação de rua.

Mariangela Hungria, microbiologista da Embrapa, é a terceira brasileira a receber o Prêmio Mundial de Alimentação de 2025, reconhecendo suas inovações em biológicos que aumentam a produtividade agrícola e reduzem impactos ambientais.

A Geração Z exige que as empresas priorizem a saúde mental como uma necessidade essencial, não um benefício. Organizações estão implementando práticas que promovem bem-estar e retenção de talentos.