Claudia Raia traz ao Brasil a peça "Cenas da Menopausa", após sucesso em Portugal, abordando comédia e diálogo sobre a menopausa. O espetáculo será apresentado em Curitiba e São Paulo, com rodas de conversa inclusivas.

Claudia Raia, atriz de 58 anos, compartilhou suas vivências sobre a menopausa nas redes sociais, onde expressou a solidão que sentiu durante esse período. Para abordar o tema de forma leve, ela criou a peça "Cenas da Menopausa", que estreou em Portugal e agora será apresentada no Brasil, com sessões em Curitiba e São Paulo. A atriz realiza rodas de conversa após as apresentações, envolvendo homens e adolescentes no diálogo sobre a menopausa.
A ideia de levar suas experiências para os palcos surgiu após Claudia perceber que muitas mulheres enfrentam a menopausa sem apoio. Ela comentou: "Eu digo: 'Gente, eu tô toda cagada. Eu tô bem ruim. O que que tá acontecendo aqui?'" A peça, escrita por Ana Toledo, traz uma abordagem cômica para um assunto que pode ser difícil e solitário, refletindo as inquietações e angústias das mulheres nessa fase da vida.
Claudia explicou que escolheu Portugal para a estreia, pois o país ainda enfrenta resistência em relação à reposição hormonal. "As mulheres de lá precisavam muito desse pedido de socorro", afirmou. Após o sucesso em Portugal, a peça chega ao Brasil, com apresentações em Curitiba de 6 a 8 de junho e em São Paulo de 15 de junho a 17 de agosto. A atriz está animada para ver a reação do público brasileiro, que pode ter uma perspectiva diferente sobre o tema.
A peça apresenta cenas curtas e paródias musicais, abordando a mulher em diferentes fases da menopausa. Claudia destacou que o tom de comédia ajuda o público a assimilar o tema, tornando a informação mais acessível. Ela também comentou que muitos homens não compreendem o que acontece com as mulheres nessa fase, um reflexo do patriarcado que afasta as mulheres do protagonismo.
Após as apresentações, Claudia promove rodas de conversa com o público, que inclui não apenas mulheres, mas também homens e adolescentes interessados em entender melhor o que suas mães e parceiras enfrentam. "As pessoas querem falar. Querem tirar o esparadrapo da boca", disse a atriz, que também compartilhou sua própria experiência ao retornar aos ensaios e reviver os sintomas da menopausa.
Claudia Raia também comentou sobre o crescente interesse pela cultura nacional, especialmente após a conquista de "Ainda Estou Aqui" no Oscar. Para ela, o teatro é fundamental para a sociedade, afirmando que "é a salvação do mundo". Em tempos de desafios, iniciativas culturais como "Cenas da Menopausa" merecem apoio e incentivo, pois podem impactar positivamente a vida de muitas mulheres e suas famílias.

Joildo Santos, fundador do Grupo Cria Brasil, conecta empresas e favelas, promovendo cultura e oportunidades em mais de 350 comunidades. Sua trajetória destaca a importância da comunicação autêntica e do empreendedorismo local.

O governo brasileiro, por meio do secretário Gilberto Carvalho, planeja uma nova regulamentação para motoristas de aplicativos, buscando garantir remuneração mínima e transparência nas plataformas. Apesar do apoio dos trabalhadores, há ceticismo sobre a efetividade da proposta no Congresso.

Estudo da Universidade Monash revela que atividades literárias e jogos podem reduzir em até 11% o risco de demência em adultos acima de 70 anos, destacando a importância do lazer mental para a saúde cognitiva.

Ana Hickmann participará do Vênus Day Talks em 3 de junho, na Unibes Cultural, abordando saúde feminina e desafios da maturidade. O evento contará com especialistas e será transmitido online.

A Prefeitura de São Paulo ampliou o Serviço de Atendimento Móvel (Samu) com 60 novas motolâncias e o primeiro heliponto de resgate na marginal Tietê, visando agilidade no atendimento de emergências. As motolâncias, agora totalizando 80, são operadas por equipes de enfermagem e equipadas para estabilização de pacientes em situações críticas. O investimento foi de R$ 2,4 milhões, enquanto o heliponto recebeu R$ 1,035 milhão, otimizando o socorro e evitando interrupções no trânsito.

Ana Luiza Rigue, estudante de 21 anos, correu a Meia Maratona do Rio em homenagem à mãe, Luciana Gambarato, que se recupera de um AVC. A corrida se tornou um elo emocional entre elas.