A Comissão de Previdência aprovou um projeto de lei que garante atendimento integral e gratuito a pessoas com ludopatia, incluindo assistência médica e social. O texto agora será analisado por outras comissões antes de ser votado na Câmara e no Senado.

A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família aprovou, no dia dezessete de julho, um projeto de lei que estabelece atendimento integral e gratuito para pessoas com ludopatia, o vício em jogos de azar. A proposta inclui assistência médica, psicológica, psiquiátrica, social e familiar, e será analisada em caráter conclusivo por outras comissões, como as de Saúde, Finanças e Tributação, e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Para que o projeto se torne lei, é necessário que o texto seja aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado. O projeto cria o Programa Nacional de Assistência Integral às Pessoas com Transtorno de Jogo, que utilizará as estruturas do Sistema Único de Saúde (SUS), do Sistema Único de Assistência Social (Suas) e da Rede de Atenção Psicossocial.
A ludopatia é um transtorno que se caracteriza pela incapacidade de controlar o impulso de participar de jogos de azar, como loterias e bingos, além das apostas de quota fixa, conhecidas como “bets”. O programa de assistência tem como objetivos principais identificar e tratar pessoas com esse transtorno, promover campanhas educativas sobre os riscos do vício em jogos e estimular a reinserção social dos dependentes.
Além disso, o projeto visa desenvolver programas de prevenção voltados para crianças e adolescentes e monitorar a publicidade de jogos de aposta, evitando que atraia menores de idade. Essa abordagem abrangente é fundamental para lidar com um problema que afeta não apenas os indivíduos, mas também suas famílias e a sociedade como um todo.
A aprovação desse projeto representa um avanço significativo na luta contra a ludopatia, refletindo a crescente preocupação com a saúde mental e o bem-estar social. A assistência integral proposta pode oferecer suporte necessário para aqueles que enfrentam esse desafio, promovendo uma recuperação mais eficaz e uma reintegração à sociedade.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, criando iniciativas que apoiem a implementação desse programa e promovam a conscientização sobre os riscos do vício em jogos. É essencial que a sociedade civil se mobilize para garantir que as pessoas afetadas tenham acesso ao tratamento e à assistência que necessitam.

O ministro Flávio Dino, do STF, requisitou esclarecimentos à Presidência e ao INSS sobre a falta de regulamentação da indenização de R$ 60 mil para crianças com deficiência por Zika. A MP, editada por Lula, precisa ser votada até junho.

Tetê Espíndola, famosa por "Escrito nas estrelas", se apresentará no Festival Jardim Sonoro, explorando sua musicalidade e projetos de ecologia sonora, além de participar da Flip sobre conservação da natureza.

A nova Lei 8913/25 no Rio de Janeiro exige a denúncia de violência doméstica em condomínios, destacando a importância de apoio terapêutico e jurídico para as vítimas, segundo a advogada Letícia Peres.

A Defensoria Pública do Rio de Janeiro processou 43 empresas de apostas online, reivindicando R$ 300 milhões por danos morais coletivos e medidas de proteção ao consumidor. A ação destaca o aumento do endividamento e a falta de um ambiente seguro para os apostadores, evidenciando os riscos à saúde mental associados ao vício em jogos.

O Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado (PNMPO) oferece crédito rural de até R$ 12 mil para famílias do campo, com R$ 300 milhões disponíveis. Em junho de 2025, o limite poderá chegar a R$ 35 mil.

O machismo persiste no Parlamento brasileiro, evidenciado por ataques à ministra Marina Silva e relatos de agressões a mulheres. Apenas 18% das cadeiras da Câmara são ocupadas por mulheres.