André Dahmer, cartunista de destaque, inaugura neste sábado (5) a exposição "Viver como quem está vivo: André Dahmer - 50 anos", celebrando seu cinquentenário com obras que refletem sua crítica social e contemporânea. A mostra gratuita, curada por Ana Paula Simonaci, inclui esculturas, fotografias e serigrafias, abordando temas como redes sociais e crise ambiental. O artista participará de um debate com o público às 13h.

André Dahmer, cartunista de destaque com publicações em O GLOBO e Folha de S.Paulo, inaugura uma exposição retrospectiva neste sábado, 5 de julho. A mostra, intitulada “Viver como quem está vivo: André Dahmer - 50 anos”, celebra seu cinquentenário e é gratuita, reunindo obras que refletem sua trajetória artística e temas contemporâneos.
A exposição apresenta uma diversidade de formatos, incluindo esculturas, fotografias, bandeiras, serigrafias e poemas, evidenciando a versatilidade do artista. As obras foram produzidas nos últimos cinco anos e abordam questões urgentes da sociedade atual, como a ascensão das redes sociais e a crise ambiental, sempre com um toque de humor.
O título da mostra faz referência a um trecho de um dos poemas de Dahmer, que reflete sobre a importância de seguir em frente mesmo em tempos difíceis. A curadoria é de Ana Paula Simonaci, que destaca a relevância das obras no contexto atual.
Na abertura da exposição, Dahmer participará de um debate com o público, programado para começar às 13h. Este momento será uma oportunidade para os visitantes interagirem diretamente com o artista e discutirem as inspirações por trás de suas criações.
A exposição “Viver como quem está vivo” não apenas celebra a carreira de Dahmer, mas também convida o público a refletir sobre questões sociais e culturais contemporâneas. A presença de obras que dialogam com o cotidiano torna a visita uma experiência enriquecedora.
Iniciativas culturais como essa merecem ser apoiadas e divulgadas, pois promovem a reflexão e a crítica social. O engajamento da sociedade civil é fundamental para garantir que projetos artísticos continuem a florescer e a impactar a comunidade.

Renata Capucci, jornalista diagnosticada com Parkinson em 2018, revelou sua condição em 2022 e enfatizou a importância de desestigmatizar a doença em entrevista ao programa "Sem Censura". Durante a conversa, Renata compartilhou seus primeiros sintomas e a necessidade de informação para combater o preconceito. Ela busca inspirar outros a não se entregarem à doença e a valorizarem o tratamento e a atividade física.

A Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou a 'lei Juliana Marins', que garante o translado gratuito de corpos de brasileiros falecidos no exterior para famílias em vulnerabilidade financeira. O projeto, que ainda precisa passar por outras comissões, visa aliviar o ônus financeiro que a atual legislação impõe às famílias.

Mariangela Hungria, microbiologista brasileira, foi laureada com o World Food Prize em 2025 por sua pesquisa em bioinsumos que otimizam a fixação de nitrogênio na soja, beneficiando 40% das lavouras no Brasil.

O Brasil avança na saúde com o projeto do primeiro hospital inteligente do Sistema Único de Saúde (SUS), financiado em US$ 320 milhões pelo Novo Banco do Desenvolvimento. A iniciativa, liderada pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, visa integrar tecnologia e saúde digital, promovendo um centro de excelência em saúde digital em São Paulo. O projeto inclui a construção de um edifício sustentável de 150 mil m² e a criação de uma rede de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) inteligentes em todo o país.

Reunião entre ONU e Secretaria da COP30 foi adiada para 14 de setembro, visando discutir hospedagem em Belém, onde tarifas elevadas geraram ações contra especulação de preços. A expectativa é que a capacidade de hospedagem atenda os 50 mil participantes.

Cresce a informalidade entre trabalhadores domésticos no Distrito Federal, onde 95,4% são mulheres e 79,1% se autodeclaram negras. A falta de fiscalização e a "pejotização" agravam a situação.