O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a lei da CNH Social, que permitirá a pessoas de baixa renda obter a Carteira Nacional de Habilitação gratuitamente a partir de 12 de agosto. O benefício é exclusivo para inscritos no Cadastro Único (CadÚnico), que abrange famílias com renda mensal de até R$ 706,00 por integrante. Recursos provenientes de multas de trânsito financiarão os custos, incluindo exames e aulas. A abertura dos cadastros será definida pelos Detrans de cada estado.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou uma nova lei que institui a CNH Social, permitindo que pessoas de baixa renda obtenham a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) gratuitamente. O benefício, que entra em vigor no dia 12 de agosto, é destinado a indivíduos inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) para Programas Sociais do Governo Federal.
O CadÚnico é um sistema que coleta informações sobre famílias de baixa renda, sendo necessário que as famílias tenham uma renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa ou até três salários mínimos no total. As inscrições podem ser realizadas em cerca de nove mil postos de atendimento em todo o Brasil, incluindo unidades do Centro de Referência em Assistência Social (CRAS).
A CNH Social é voltada para pessoas com 18 anos ou mais que estão registradas no CadÚnico. O governo utilizará recursos provenientes de multas de trânsito para financiar o programa, que cobre todos os custos relacionados à obtenção da CNH, incluindo exames médicos e psicológicos, aulas teóricas e práticas, além das taxas de prova e emissão da carteira.
Se o candidato não for aprovado na prova de habilitação, o benefício também arcará com os custos de uma nova tentativa. No entanto, ainda não foi definida uma data específica para o início das inscrições para a CNH Social, que dependerá da organização dos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) de cada estado.
Atualmente, pelo menos 18 estados brasileiros já possuem programas que oferecem a primeira habilitação gratuita, demonstrando um esforço contínuo para facilitar o acesso à CNH para a população de baixa renda. Essa iniciativa é um passo importante para promover a inclusão social e a mobilidade urbana.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença, apoiando iniciativas que visem a inclusão e a capacitação de pessoas em situação de vulnerabilidade. Projetos que promovem a educação e a formação profissional são essenciais para transformar vidas e criar oportunidades.

A Maratona Brasília 2025 foi um evento de superação e celebração da vida, reunindo corredores de diversas idades e histórias inspiradoras. Entre os destaques, estavam Cristyano Martins e João Vitor Silveira, que mostraram que a corrida é mais que competição, mas um símbolo de amizade e determinação. Idosos como Sandoval Rocha, de setenta e um anos, também brilharam, provando que a disposição não tem idade. A maratona atraiu participantes de várias cidades, reforçando a importância da prática esportiva para a saúde e bem-estar.

A Editora Estudos Amazônicos, com quinze anos de experiência, marcará presença na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, de 13 a 22 de junho, promovendo a cultura e a preservação ambiental da Amazônia. A participação visa destacar obras que dialogam com os objetivos da COP30, conferência da ONU que ocorrerá em novembro em Belém, no Pará.

Técnicos da Defesa Civil Nacional lançam o Defesa Civil Alerta no Nordeste, com demonstração em 36 municípios no dia 14 de junho, visando aprimorar a resposta a emergências e proteger vidas.

A COP30 em Belém busca legados significativos com propostas como o Fundo Florestas Tropicais e a integração de mercados de carbono, apesar das tensões geopolíticas e resistência de alguns países.

O Festival de Cinema de Xerém, em Duque de Caxias, homenageou Antônio Pitanga e Zeca Pagodinho com o Troféu Zeca Pagodinho, promovendo a cultura local e capacitando novos talentos. O evento, idealizado pela Escola Brasileira de Audiovisual, visa democratizar o acesso ao cinema na Baixada Fluminense.

Em 2024, o Brasil registrou um aumento de 22,8% nas retificações de nome e gênero, totalizando 5.102 alterações, refletindo avanços na luta por direitos das pessoas trans. A inclusão do nome social se tornou mais acessível, promovendo reconhecimento e proteção, embora a violência contra essa população persista.