Felca, youtuber conhecido por abordar a exploração infantil na internet, lançou o vídeo "Adultização", que já conta com 38 milhões de visualizações e gerou polêmica, incluindo críticas e ameaças. Ele denunciou influenciadores, como Hytalo Santos, por abusos e afirmou que pedófilos se sentiram ameaçados por suas revelações. Felca se disse preparado para as consequências, afirmando que quem deve temer são os criminosos.

Felca, um influente youtuber, lançou recentemente o vídeo intitulado "Adultização", que já alcançou a impressionante marca de 38 milhões de visualizações em apenas uma semana. Neste vídeo, ele aborda a exploração infantil na internet, denunciando influenciadores que supostamente abusam da imagem de crianças. O youtuber, que dedicou cerca de um ano para coletar informações antes da gravação, revelou que sua iniciativa gerou polêmica, incluindo críticas e ameaças de pessoas que se sentiram ameaçadas por suas revelações.
Durante uma participação no programa Altas Horas, Felca comentou sobre as reações adversas que recebeu após a publicação do vídeo. Ele afirmou que "pedófilos se incomodaram pessoalmente por quebrar o esquema deles". O conteúdo do vídeo, que tem duração de cinquenta minutos, reúne denúncias sobre diversos influenciadores, destacando Hytalo Santos, que é conhecido por exibir uma vida de luxo e sua rotina com crianças e jovens, e que está sob investigação do Ministério Público da Paraíba.
Felca expressou que não está surpreso com a repercussão de seu trabalho, afirmando que ele e seus amigos já esperavam por essa reação. Ele se mostrou tranquilo e preparado para as consequências de suas denúncias, que podem incluir ameaças e processos legais. O youtuber enfatizou que "quem tem que ter medo são os pedófilos", reforçando sua determinação em continuar denunciando abusos.
A adultização, termo utilizado por Felca, refere-se à exposição inadequada de crianças em plataformas digitais, onde influenciadores podem explorar suas imagens e rotinas de maneira prejudicial. Essa prática não apenas coloca as crianças em risco, mas também facilita a ação de criminosos que se aproveitam da vulnerabilidade infantil na internet.
O impacto do vídeo "Adultização" é significativo, pois traz à tona uma discussão urgente sobre a proteção das crianças nas redes sociais. A ampla visualização do conteúdo indica que muitos estão dispostos a se engajar na luta contra a exploração infantil. A mobilização em torno desse tema é essencial para criar um ambiente mais seguro para as crianças online.
Nesta situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que visem proteger as crianças e educar os pais sobre os riscos da internet. Projetos que busquem conscientizar e apoiar vítimas de exploração podem fazer a diferença e garantir um futuro mais seguro para as novas gerações.

O Ministério da Saúde lançou o Mês de Vacinação dos Povos Indígenas, com meta de vacinar mais de 72 mil indígenas até 24 de maio, e anunciou R$ 8,8 milhões para fortalecer a saúde na Bahia.

Santa Catarina se destaca na ressocialização de detentos, com trinta por cento da população carcerária em trabalho remunerado. O governo planeja expandir parcerias e construir um novo complexo prisional em Blumenau.

Ajudar outras pessoas fora de casa pode reduzir o declínio cognitivo em até 20% em adultos acima de 50 anos, segundo estudo das universidades do Texas e de Massachusetts. O envolvimento em atos de apoio, mesmo informais, traz benefícios cognitivos comparáveis ao voluntariado formal, destacando a importância de manter os idosos engajados em atividades de ajuda.

Moradores de Charitas estão preocupados com o impacto no trânsito devido às obras de macrodrenagem na Avenida Prefeito Sílvio Picanço, iniciadas em 14 de julho. A NitTrans assegura que o tráfego pesado seguirá na via principal, mas a sobrecarga nas ruas internas é uma preocupação. As intervenções, com investimento de R$ 13,4 milhões, visam reduzir alagamentos e devem ser concluídas até outubro.

O Ministério das Mulheres, em colaboração com a Universidade de Brasília, lançou um curso online sobre o 'Protocolo Não é Não', visando capacitar estabelecimentos para proteger mulheres de assédio e violência. A iniciativa busca promover segurança em espaços de lazer, oferecendo treinamento e um selo de certificação. A professora Débora Diniz destaca a urgência do protocolo, dada a alarmante taxa de feminicídios e assédios no Brasil. A ministra Márcia Lopes enfatiza a importância de disseminar essa informação em todo o país.

O governo brasileiro destinará R$ 2,4 bilhões para adquirir mais de 10 mil equipamentos de saúde, priorizando produtos nacionais e buscando aumentar a produção local de 45% para 50% até 2026. A iniciativa, parte do PAC-Saúde, visa fortalecer a indústria nacional e garantir a segurança na saúde pública.