O Conecta Saeb promoverá aulões online gratuitos em agosto para preparar alunos e gestores para o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), com foco em Matemática e Língua Portuguesa. As aulas visam democratizar o acesso ao conhecimento e melhorar a qualidade do ensino público no Brasil.

Durante o mês de agosto, o Conecta Saeb promoverá aulões online gratuitos para preparar alunos e gestores para o Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), que ocorrerá entre 20 e 31 de outubro de 2025. O evento, organizado pela Aprende Brasil Educação, é acessível a todos e visa reforçar os conhecimentos de estudantes do 5º e 9º ano em Matemática e Língua Portuguesa.
As aulas de preparação acontecerão de 25 a 29 de agosto e serão transmitidas pelo YouTube. O objetivo é relembrar conteúdos já vistos em sala de aula, com a condução de professores especializados. Carlos Henrique Wiens, gerente pedagógico da Aprende Brasil Educação, destaca que essa iniciativa busca democratizar o acesso à educação e garantir que o Saeb contribua para a melhoria da qualidade do ensino público.
Além dos aulões, gestores de escolas também terão a oportunidade de participar de três palestras ao vivo, que ocorrerão no YouTube. As palestras abordarão temas como o papel do Saeb na gestão educacional e estratégias para mobilização e preparação das escolas. As transmissões estão agendadas para os dias 12, 20 e 29 de agosto, sempre das 14h às 15h.
Wiens enfatiza que os conteúdos foram elaborados para ajudar os gestores a utilizarem os dados do Saeb de forma estratégica, contribuindo para o planejamento de políticas públicas mais eficazes. Compreender os resultados do Saeb é fundamental para identificar áreas que necessitam de melhorias e implementar ações que promovam avanços duradouros na educação.
O Conecta Saeb representa uma oportunidade valiosa para que alunos e gestores se preparem adequadamente para o Saeb, um instrumento essencial para avaliar a qualidade do ensino no Brasil. A participação ativa nas aulas e palestras pode fazer a diferença na formação educacional dos estudantes e na gestão das escolas.
Nessa situação, nossa união pode ajudar a garantir que mais estudantes tenham acesso a uma educação de qualidade, contribuindo para um futuro melhor. Projetos que visam apoiar iniciativas educacionais como essa merecem ser incentivados pela sociedade civil.

Pesquisa do Datafolha revela que 40% dos responsáveis acreditam que crianças até 6 anos passam tempo excessivo em telas, enquanto 84% não reconhecem a importância da primeira infância. A pesquisa destaca a necessidade de conscientização sobre o desenvolvimento infantil e os riscos do uso excessivo de dispositivos eletrônicos.

Roberto Valério, CEO da Cogna, destaca a recuperação da empresa com receita líquida de R$ 6,4 bilhões e lucro de R$ 880 milhões em 2024, após enfrentar desafios da pandemia e investir em tecnologia educacional.

Inscrições abertas para três cursos gratuitos da Jornada da Acessibilidade, promovidos pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC), com foco em acessibilidade cultural, audiodescrição e Braille.

O 3º Encontro Internacional de Educação Midiática, realizado em Brasília, destacou a urgência de políticas públicas para proteger crianças e idosos da desinformação e crimes virtuais. Autoridades como a senadora Teresa Leitão e a secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Pilar Lacerda, enfatizaram a importância da educação midiática como ferramenta de segurança. O evento também premiou criadores de conteúdo educacional no Prêmio YouTube Educação Digital, reconhecendo iniciativas que promovem a educação acessível e de qualidade.

O X Seminário de Aleitamento Materno e V Seminário de Alimentação Complementar Saudável do DF, realizado de 11 a 15 de agosto, reuniu cerca de 160 participantes diários e 32 palestras sobre saúde infantil. O evento, promovido em celebração ao Agosto Dourado, destacou a importância das políticas públicas de apoio à amamentação e contou com a participação de profissionais de diversas áreas da saúde.

Diretora da Escola Municipal São Miguel, em Santarém (PA), é investigada por racismo institucional contra alunos indígenas da comunidade Munduruku, com linguagem pejorativa e ameaças de exclusão. O Ministério Público Federal recomenda seu afastamento imediato e a abertura de processo disciplinar, visando garantir igualdade de direitos e prevenir discriminação.