Uma pesquisa recente publicada no JAMA Otolaryngology–Head & Neck Surgery revela que o consumo de bebidas açucaradas aumenta em quase cinco vezes o risco de câncer de cavidade oral em mulheres, mesmo na ausência de tabagismo e álcool. O estudo analisou dados de 162.602 mulheres, identificando que aquelas que ingerem uma ou mais bebidas adoçadas semanalmente têm risco significativamente elevado. Especialistas alertam que o açúcar pode causar inflamação e estresse oxidativo, criando um ambiente propício para o câncer. Reduzir essas bebidas é uma medida preventiva eficaz.

Uma nova pesquisa publicada no JAMA Otolaryngology–Head & Neck Surgery revelou uma associação alarmante entre o consumo de bebidas açucaradas e o aumento do risco de câncer de cavidade oral (CCO) em mulheres. O estudo indica que mulheres que consomem pelo menos uma bebida adoçada com açúcar por semana podem ter um risco quase cinco vezes maior de desenvolver esse tipo de câncer. O câncer de cavidade oral abrange tumores que surgem na língua, gengivas, bochechas, amígdalas e céu da boca.
Tradicionalmente, os principais fatores de risco para o câncer bucal incluem tabagismo, consumo de álcool e infecção por HPV. No entanto, a nova pesquisa destaca que mesmo mulheres que não fumam ou consomem álcool apresentam um risco elevado ao ingerirem regularmente bebidas açucaradas, como refrigerantes, sucos industrializados, chás adoçados e energéticos. Especialistas sugerem que o alto teor de açúcar pode causar inflamação crônica e danos ao microbioma oral, favorecendo o surgimento de células cancerígenas.
Além disso, o excesso de açúcar pode gerar estresse oxidativo, alterar o DNA das células e aumentar a resistência à insulina, um fator associado ao crescimento de tumores. Outro aspecto preocupante é a acidez dessas bebidas, que pode comprometer a mucosa da boca, tornando os tecidos mais vulneráveis a mutações. Essas condições criam um ambiente propício para o desenvolvimento do carcinoma de células escamosas, o tipo mais comum de câncer bucal.
O estudo analisou dados de 162.602 mulheres, das quais 124 desenvolveram câncer de cavidade oral. Os resultados mostraram que mulheres que consumiam uma ou mais bebidas açucaradas por semana tinham um risco 4,87 vezes maior de desenvolver câncer bucal. Entre aquelas que não fumavam nem bebiam álcool, o risco aumentava para 5,46 vezes em comparação com aquelas que consumiam menos de uma bebida adoçada por mês.
Embora a pesquisa não comprove uma relação direta de causa e efeito, ela aponta para um fator de risco modificável: a dieta. Reduzir o consumo de bebidas açucaradas pode ser uma atitude simples, mas poderosa, na prevenção do câncer bucal, especialmente entre mulheres que não estão expostas a outros fatores tradicionais de risco. Dicas para proteger a saúde bucal incluem diminuir o consumo de refrigerantes e sucos industrializados, preferindo água, chás sem açúcar e sucos naturais sem adoçantes.
Nessa situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na conscientização sobre a importância de hábitos alimentares saudáveis. Projetos que promovem a educação sobre nutrição e saúde bucal podem ser fundamentais para reduzir o risco de câncer entre mulheres e outras populações vulneráveis. A mobilização em torno dessa causa pode ajudar a criar um futuro mais saudável para todos.

Uma pesquisa recente publicada no JAMA Otolaryngology–Head & Neck Surgery revela que o consumo de bebidas açucaradas aumenta em quase cinco vezes o risco de câncer de cavidade oral em mulheres, mesmo na ausência de tabagismo e álcool. O estudo analisou dados de 162.602 mulheres, identificando que aquelas que ingerem uma ou mais bebidas adoçadas semanalmente têm risco significativamente elevado. Especialistas alertam que o açúcar pode causar inflamação e estresse oxidativo, criando um ambiente propício para o câncer. Reduzir essas bebidas é uma medida preventiva eficaz.

Em 2024, o Brasil substitui a vacina oral contra poliomielite pela injetável, visando aumentar a cobertura vacinal, que está em 70%, e reduzir o risco de mutações do vírus. Essa mudança é uma resposta a preocupações globais sobre a erradicação da doença.

A campanha de vacinação contra a gripe no Distrito Federal já aplicou 272 mil doses, com destaque para 11.861 no Dia D. A vacinação é crucial devido ao aumento de doenças respiratórias no Brasil. Grupos prioritários incluem crianças, idosos e gestantes.

O Hospital de Base do Distrito Federal receberá dois aceleradores lineares de fótons, aumentando a capacidade de atendimento em radioterapia e beneficiando até 2 mil pacientes anualmente. A iniciativa, viabilizada com R$ 19 milhões do Ministério da Saúde e emenda parlamentar, representa um avanço significativo na saúde pública, introduzindo tecnologia de ponta no SUS.

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Pesquisas recentes revelam que a proteína CagAN da Helicobacter pylori pode bloquear a formação de proteínas tóxicas ligadas ao Alzheimer, oferecendo novas esperanças para tratamentos. A descoberta desafia a visão tradicional da bactéria como prejudicial, sugerindo um potencial terapêutico inédito.