O mercado de tecnologia da informação no Brasil cresceu 13,9% em 2024, superando a média global. O Censo da Educação Superior aponta 2 milhões de alunos em cursos de TI, com destaque para capacitações gratuitas na plataforma Eu Capacito.

O setor de tecnologia da informação no Brasil continua a crescer de forma robusta, com um aumento de 13,9% no mercado de software em 2024, superando a média global de 10,8%. Essa expansão reflete a crescente demanda por profissionais qualificados na área, conforme indicado pelo recente Censo da Educação Superior, que revelou que o número de matrículas em cursos de TI atingiu 2 milhões de alunos.
Além do aumento nas matrículas, a plataforma Eu Capacito oferece cursos gratuitos voltados para a capacitação profissional em tecnologia. Essa iniciativa, promovida pelo Instituto Itaqui, visa preparar jovens para o mercado de trabalho digital, abrangendo desde o nível básico até o avançado. Os cursos são uma excelente oportunidade para quem busca ingressar na área.
Entre as opções disponíveis, destacam-se cursos como "Noções básicas da Internet" da IBM, que tem duração de 3 horas e oferece um certificado ao final. Outro curso relevante é "Inteligência Artificial – Primeiros passos", também da IBM, que apresenta conceitos fundamentais da IA e suas implicações éticas, com duração de 2 horas.
A "Escola do Trabalhador 4.0", em parceria com a Microsoft, oferece o curso "Introdução à Programação", com 11 horas de conteúdo e certificado. Este curso é parte do programa Caminho Digital, que visa qualificar trabalhadores brasileiros para o mercado de tecnologia. Além disso, o curso "Trabalhando em um mundo digital – Habilidades Profissionais" da IBM, com 8 horas de duração, foca no desenvolvimento de habilidades interpessoais e pensamento crítico.
Por fim, o curso "Encontre um novo emprego" do Google, com 6 horas de duração, oferece dicas valiosas sobre como buscar oportunidades de trabalho, elaborar currículos e se preparar para entrevistas. Essas capacitações são essenciais para quem deseja se destacar no competitivo mercado de tecnologia.
Com o crescimento do setor e a oferta de cursos gratuitos, é fundamental que a sociedade civil se una para apoiar iniciativas que promovam a educação e a capacitação profissional. Essa união pode fazer a diferença na vida de muitos jovens que buscam oportunidades no mercado de trabalho.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) disponibiliza mais de 110 mil vagas em cursos gratuitos e pagos em diversas áreas, com opções presenciais e online. As inscrições estão abertas em várias unidades do Brasil.

O Distrito Federal registrou 632 colégios no Programa Saúde na Escola, beneficiando 365 mil alunos. Aumento de 25% em relação ao biênio anterior destaca a importância da saúde escolar. O Programa Saúde na Escola (PSE), uma parceria entre os ministérios da Educação e da Saúde, alcançou um número recorde de colégios inscritos no Distrito Federal, totalizando 632. Essa adesão, que representa um crescimento de 25% em comparação ao biênio anterior, beneficia mais de 365 mil estudantes. A iniciativa visa promover a saúde e facilitar o acesso a serviços essenciais, especialmente para alunos que enfrentam dificuldades em acessar unidades de saúde. Através de ações educativas, como campanhas de vacinação e palestras, o PSE busca integrar saúde e educação, impactando positivamente a comunidade escolar e suas famílias.

O Brasil enfrenta uma crise educacional profunda, com baixos índices de alfabetização e desigualdade. É urgente a criação de um sistema nacional de educação que assegure qualidade uniforme nas escolas públicas.

Roberto Lent, neurocientista da UFRJ, revela em seu livro "Existo, Logo penso" a influência das emoções na memória e propõe mudanças na educação baseadas em evidências científicas. Ele destaca a importância de um horário escolar adequado para melhorar o aprendizado.

Dados do Mapa da Desigualdade mostram que mais da metade dos distritos de São Paulo não atingiram a média nacional do Ideb, evidenciando desigualdade educacional alarmante. A cidade, com média de 5,6, fica atrás de capitais mais pobres.

Censo 2022 revela que apenas 47,2% dos hospitais e 31,8% das escolas têm rampas de acesso. Dados do IBGE mostram que a acessibilidade no Brasil é insuficiente, apesar das leis vigentes.