A Quero Bolsa oferece milhares de bolsas de estudo com até 90% de desconto para o 2º semestre de 2025, sem exigência de renda ou Enem, facilitando o acesso ao ensino superior.

A busca por uma formação acadêmica de qualidade e acessível é uma constante para milhares de estudantes em todo o Brasil. Para facilitar o acesso ao ensino superior no segundo semestre de 2025, a Quero Bolsa anunciou a disponibilização de milhares de bolsas de estudo. Essas bolsas são destinadas a cursos de graduação nas modalidades presencial, educação a distância (EaD) e semipresencial em São Paulo, com descontos que podem chegar a 90% durante todo o curso.
A iniciativa visa proporcionar acesso a instituições de ensino de qualidade em todo o país. Os estudantes podem garantir mensalidades com descontos sem a necessidade de comprovar renda ou ter realizado o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Essa medida é um passo importante para democratizar o acesso à educação superior, permitindo que mais jovens possam realizar seus sonhos acadêmicos.
Para se inscrever no programa de bolsas de estudo, o interessado deve ter concluído o ensino médio. O processo é simples: basta acessar o site da Quero Bolsa, efetuar o pagamento da taxa de pré-matrícula e comparecer à instituição de ensino escolhida. O desconto se estenderá até o final do curso, tornando a educação superior mais acessível para todos.
A Quero Bolsa já reúne mais de 6 milhões de bolsas de estudo em parceria com mais de 8 mil instituições de ensino em todo o Brasil. Até o momento, mais de 1,2 milhão de alunos se matricularam utilizando as bolsas oferecidas pela plataforma, evidenciando a eficácia da iniciativa em ajudar estudantes a ingressar no ensino superior.
Além de facilitar o acesso à educação, a Quero Bolsa também contribui para a formação de profissionais qualificados, essenciais para o desenvolvimento do país. A educação é um pilar fundamental para a construção de um futuro melhor, e iniciativas como essa são cruciais para garantir que todos tenham a oportunidade de se desenvolver academicamente.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a alcançar seus objetivos educacionais. Projetos que visam apoiar a educação e o acesso a bolsas de estudo devem ser estimulados pela sociedade civil, garantindo que mais jovens tenham a chance de transformar suas vidas por meio da educação.

Inscrições abertas para 144 vagas em engenharia na Unesp até 6 de maio. Cursos gratuitos no campus de Ilha Solteira têm taxa de R$ 210.

Haleon divulga estudo que revela que 74% dos brasileiros enfrentam barreiras no acesso à saúde, destacando a urgência de políticas inclusivas e a promoção do autocuidado.

O Google lançou o Gemini, um modelo de inteligência artificial que transforma a educação, oferecendo ferramentas como criação automatizada de planos de aula e chatbots, disponível gratuitamente no Google Workspace for Education. A iniciativa visa modernizar o ensino no Brasil, onde a tecnologia já é amplamente utilizada, mas enfrenta desafios de adaptação e segurança de dados.

O Ministério da Educação (MEC) lançou o programa Na Ponta do Lápis, que visa ensinar educação financeira a mais de 30 milhões de estudantes do ensino básico, com adesão voluntária de estados e municípios. O programa busca integrar temas financeiros ao currículo escolar, promovendo habilidades essenciais para o futuro dos alunos, especialmente aqueles beneficiados pelo programa Pé-de-Meia.

O Santander lançou o programa Santander Imersão Digital, oferecendo 60 mil bolsas de estudo gratuitas em tecnologia, com inscrições até 14 de setembro. A iniciativa, em parceria com a Alura e FIAP, visa capacitar iniciantes e profissionais em transição de carreira, com formação prática e acompanhamento de especialistas. O curso abrange áreas como UX, Mobile e DevOps, e não exige conhecimento prévio. Os participantes terão acesso a mais de 1.600 cursos online e receberão certificados ao final da imersão, prevista para o segundo trimestre de 2026.

O acesso ao ensino superior no Brasil é dificultado por taxas de inscrição, mesmo com isenções para a maioria dos candidatos do Enem. Estudantes de baixa renda enfrentam desafios financeiros e burocráticos. A situação revela que, apesar de 63% das inscrições do Enem serem isentas, muitos ainda lutam para arcar com custos de vestibulares como Fuvest e Unicamp. A falta de informação e a burocracia complicam ainda mais o acesso.