O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai-SP) abriu inscrições para curso gratuito de aprendizagem industrial, destinado a jovens de 14 a 24 anos. As aulas visam capacitar para o primeiro emprego na indústria. As inscrições vão até 11 de junho, com provas agendadas entre 3 e 26 de junho.

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial em São Paulo (Senai-SP) está com inscrições abertas para um curso gratuito de aprendizagem industrial. Este programa é destinado a jovens com idades entre 14 e 24 anos que tenham completado o Ensino Fundamental e estejam matriculados no Ensino Médio ou já tenham concluído essa etapa. O curso visa capacitar os participantes para o primeiro emprego, facilitando sua inserção no mercado de trabalho.
Os alunos terão a oportunidade de desenvolver competências essenciais para atuar em diversas áreas do setor industrial, como Eletrônica, Automação e Manufatura. O curso possui duração de até dois anos e, ao final, os participantes recebem um Certificado de Aprendizagem Industrial, além de uma formação básica voltada para ocupações específicas.
As vagas estão disponíveis em 23 unidades do Senai-SP, localizadas na capital paulista e em outros 16 municípios, incluindo São Bernardo do Campo, Mogi das Cruzes e Campinas. A carga horária do curso varia entre 800 e 1.600 horas, com foco em práticas profissionais que preparam os jovens para o mercado de trabalho.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até o dia 11 de junho. O processo seletivo ocorrerá entre os dias 3 e 26 de junho, por meio de uma prova presencial que contará com sessenta questões de múltipla escolha, divididas em três áreas: Português, Matemática e Ciências. Informações detalhadas sobre as vagas e o edital estão disponíveis no site do Senai-SP.
Para se inscrever, os candidatos devem ter completado o Ensino Fundamental II ou estar matriculados em um curso que permita sua conclusão até o início das aulas. É necessário ter pelo menos 14 anos e não ultrapassar a idade limite de 24 anos para finalizar o curso.
Iniciativas como essa são fundamentais para a formação de jovens e a promoção de oportunidades no mercado de trabalho. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para apoiar e expandir programas que visam a capacitação e o desenvolvimento profissional de jovens em situação de vulnerabilidade.

Relatório da OCDE revela que apenas 35% dos jovens brasileiros se sentem prontos para o mercado de trabalho, evidenciando a necessidade urgente de políticas públicas eficazes para melhorar a inserção profissional.

Lula critica a elite por falta de investimento em educação e anuncia R$ 74,4 milhões à UFF. Durante a inauguração do novo campus da Universidade Federal Fluminense, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a vergonha da elite brasileira por não garantir acesso à educação aos mais pobres. Ele também anunciou um repasse significativo para a universidade e lançou iniciativas para apoiar cursinhos populares.

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) abriu inscrições para um curso gratuito sobre educação das relações étnico-raciais e quilombolas, com 3.750 vagas disponíveis. O curso, voltado a professores e gestores da educação, é oferecido na modalidade a distância e as inscrições vão até 1º de junho. É necessário comprovar vínculo com a educação básica ou ser estudante de licenciatura. A seleção será feita por ordem de inscrição, priorizando os primeiros candidatos que atenderem aos requisitos.

Governo federal enfrenta resistência ao regulamentar a educação a distância, com petição contra decreto já com 8 mil assinaturas. O setor privado teme aumento de mensalidades e restrições ao acesso ao ensino superior.

O ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou a utilização de inteligência artificial para corrigir provas do Enem e lançou uma plataforma de estudos gratuita. O governo de São Paulo já testa IA para corrigir deveres de casa.

Sesi-SP lança o projeto Juventudes AntiMisoginia para combater a violência de gênero nas escolas, promovendo igualdade e conscientização entre estudantes. A iniciativa busca transformar a cultura machista.