O Santuário Cristo Redentor iniciou a entrega de duas toneladas de doações da Campanha do Agasalho, com meta de dez toneladas. A arrecadação ocorre em 13 pontos e três estações do MetrôRio, beneficiando pessoas em vulnerabilidade social.

O Santuário Cristo Redentor iniciou a entrega de aproximadamente duas toneladas de doações da Campanha do Agasalho, realizada anualmente para ajudar pessoas em situação de vulnerabilidade social no Rio de Janeiro. A meta para este ano é arrecadar um total de dez toneladas. Para facilitar as doações, foram estabelecidos treze pontos de coleta na cidade e três estações do MetrôRio: Carioca, Jardim Oceânico e Del Castilho.
O horário de funcionamento do MetrôRio é de segunda a sábado, das 5h à meia-noite, e aos domingos, das 7h às 23h. As doações são direcionadas a pessoas em situação de rua e a instituições que atendem idosos em vulnerabilidade social. As primeiras distribuições ocorreram em diversas regiões do Rio de Janeiro e na Baixada Fluminense, beneficiando aqueles que mais precisam.
Os donativos aceitos incluem cobertores e agasalhos, que podem ser novos ou usados, desde que estejam em boas condições de uso e limpos. A campanha visa não apenas arrecadar roupas, mas também promover a solidariedade e a união da comunidade em prol de um objetivo comum.
As doações são essenciais para garantir que as pessoas em situação de vulnerabilidade social tenham acesso a itens básicos de conforto durante os meses mais frios. A mobilização da sociedade civil é crucial para o sucesso da campanha, e cada contribuição faz a diferença na vida de quem precisa.
Com a entrega das duas toneladas já iniciada, a expectativa é que a comunidade se una para alcançar a meta de dez toneladas. A participação de todos é fundamental para que mais pessoas possam ser atendidas e beneficiadas com as doações.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer uma grande diferença na vida dos menos favorecidos. Cada gesto de solidariedade pode inspirar ações que ajudem a transformar a realidade de quem enfrenta dificuldades, mostrando que juntos podemos construir um futuro melhor.

O Inteli, fundado em 2019, busca se tornar uma referência em educação tecnológica no Brasil, com 620 alunos e apoio de doadores como Gerdau e Fundação Behring. A meta é alcançar equilíbrio financeiro em 2024.

O Ministério do Trabalho, sob Luiz Marinho, aumentou convênios com ONGs de R$ 25 milhões para R$ 132 milhões em 2023, com investigações por fraudes em entidades como Unisol e Instituto Brasil Digital.

A ONG Florescer, criada por Sofia Moral e Cauã Vilela, mobiliza mais de 450 voluntários em ações sociais e ajuda a animais abandonados no Distrito Federal, buscando parcerias e doações para expandir suas iniciativas.

O Instituto Carioca de Cão Guia enfrenta risco de suspensão das atividades devido à falta de recursos. Com uma campanha de crowdfunding, busca R$ 40 mil mensais para entregar dez cães-guia anualmente.

A gestão coletiva de bens comuns, proposta por Elinor Ostrom, desafia a "tragédia dos comuns" de Garrett Hardin, destacando a importância do terceiro setor na governança e defesa desses recursos. A colaboração entre Estado, mercado e sociedade civil é essencial para evitar crises ambientais e sociais.

Lucas Henrique dos Santos, conhecido como Menino do Vício, superou a dependência de drogas ao se dedicar à leitura e inspirar outros em sua jornada de sobriedade. Após uma recaída em 2022, ele decidiu retomar a sobriedade em 2025, utilizando livros como apoio e conquistando uma comunidade de mais de 55 mil seguidores que o ajudam com doações.