A ONG Childhood Brasil lançou um curativo com frases escritas por crianças, destacando os direitos da infância. O produto visa arrecadar recursos e promover o debate sobre proteção e dignidade infantil.

A ONG Childhood Brasil, reconhecida por sua atuação no combate ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, lançou um curativo inovador que traz frases escritas por crianças sobre seus direitos. O produto, que é o primeiro da organização, tem como objetivo facilitar a comunicação sobre os direitos da infância, promovendo a conscientização e arrecadando recursos para a causa.
Os Curativos dos Direitos das Crianças, desenvolvidos em parceria com a Cremer, podem ser encontrados em farmácias em todo o Brasil. Ao todo, são dez frases que sintetizam artigos da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, escritas à mão por crianças de diversas partes do país. A iniciativa busca estimular o debate sobre os direitos infantojuvenis e arrecadar fundos para a luta contra a violência e a negligência.
Laís Peretto, Diretora Executiva da Childhood Brasil, destaca que o conhecimento dos direitos das crianças e adolescentes facilita a identificação e o enfrentamento de situações de violência. Ela afirma que o desconhecimento desses direitos contribui para a naturalização de práticas violentas. O slogan da campanha enfatiza a importância do cuidado, que está diretamente ligado aos direitos fundamentais das crianças.
A campanha, co-construída com a agência Pullse, visa transmitir a mensagem de que cada ato de cuidado é essencial para garantir a dignidade e o pleno desenvolvimento das crianças. Raquel de Paula Oliveira, Gerente de Comunicação e Marketing da Childhood Brasil, ressalta que o curativo deve ser visto como um convite para conversas importantes sobre os direitos infantojuvenis, de maneira leve e acolhedora.
Para ampliar o alcance da campanha, a Childhood Brasil contou com o apoio de grandes organizações, como Eletromídia e JCDecaux. A embalagem do produto inclui um QR Code que direciona para o site da ONG, onde é possível encontrar informações sobre a compra dos curativos e a trajetória de 25 anos da organização na prevenção do abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.
Leonardo Celeri, diretor de Marketing da Cremer, expressou orgulho em apoiar o projeto, reafirmando o compromisso de cuidar da saúde e do futuro das crianças. Iniciativas como essa merecem ser estimuladas pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na proteção dos direitos das crianças e adolescentes em nosso país.

A Polícia Civil do Distrito Federal realizará uma ação de identificação civil no Recanto das Emas, visando atender 60 pessoas sem registro civil, em parceria com a ONG Rede Solidária Juntos Faremos Mais. A atividade ocorrerá das 7h às 12h, com cinco papiloscopistas e quatro estações de atendimento, promovendo inclusão e cidadania na região.

A Fundação Paulistana e o Instituto Capim Santo expandem os cursos gratuitos do programa Cozinha Escola, focando em confeitaria e marmitas, para promover inclusão e geração de renda em São Paulo. As aulas ocorrem em diversas regiões, visando capacitar pessoas em situação de vulnerabilidade econômica.

A ONG Instituto Arayara moveu ação civil pública contra Airbnb, Booking e hotéis de Belém por preços abusivos durante a COP30, prejudicando a participação de delegações de países pobres. A organização busca a suspensão dos aumentos e a regulamentação das tarifas.

Paola Carneiro, após superar um câncer ósseo raro, agora se dedica a ajudar crianças em tratamento pela ONG Tucca, ressaltando a importância das doações para garantir cuidados de qualidade.

O Instituto Esperança lançou uma campanha para arrecadar fundos e distribuir kits escolares a crianças de baixa renda, visando garantir acesso a materiais essenciais para a educação. A iniciativa busca aliviar as dificuldades financeiras enfrentadas por famílias nesta volta às aulas.

Censo de 2022 revela que 19% das favelas de São Paulo não têm esgoto adequado, afetando 386 mil pessoas. Apesar de avanços no abastecimento de água, a qualidade e a infraestrutura ainda são desafiadoras.