Estão abertas as inscrições para cursos gratuitos de Educação de Jovens e Adultos (EJA) em São Paulo, com aulas híbridas iniciando em agosto. A parceria entre a Prefeitura e o Sesi-SP visa atender 6 mil estudantes.

A Prefeitura de São Paulo, em parceria com o Serviço Social da Indústria (Sesi-SP), anunciou a abertura de inscrições para cursos gratuitos de Educação de Jovens e Adultos (EJA). Os interessados podem se inscrever até o dia 25 de julho, acessando o portal inscricaonovaeja.sesisp.org.br. Para a inscrição, é necessário enviar cópias digitais do RG, CPF, comprovante de endereço e histórico escolar. As aulas terão início em agosto.
Os cursos são destinados a jovens e adultos a partir de dezoito anos que não completaram o Ensino Médio na idade apropriada. O modelo de ensino será híbrido, com oitenta por cento das aulas online, disponíveis em uma plataforma acessível vinte e quatro horas por dia, e vinte por cento em encontros presenciais.
Com a Nova EJA, os alunos poderão cursar os anos finais do Ensino Fundamental (do sexto ao nono ano) e o Ensino Médio (do primeiro ao terceiro ano). Além disso, a EJA Profissionalizante, em parceria com o Senai-SP, oferece certificação profissional em diversas áreas. O estudo será predominantemente a distância, com encontros presenciais para complementar a formação.
A duração do Ensino Médio é de mil e duzentas horas, enquanto os cursos de qualificação têm um total de duzentas e quarenta horas. Os alunos poderão escolher entre cursos como Almoxarife, Assistente de Recursos Humanos, Controlador e Programador de Produção, entre outros. Cada polo de ensino disponibilizará cerca de trezentas vagas, totalizando seis mil estudantes beneficiados.
Os polos de ensino estão localizados em diversas regiões da cidade, incluindo Água Azul, Campo Limpo, Capão Redondo e Paraisópolis. Essa iniciativa visa proporcionar oportunidades de educação e qualificação profissional para aqueles que não tiveram acesso ao ensino básico na idade adequada, promovendo inclusão e desenvolvimento social.
Iniciativas como essa são fundamentais para a transformação social e podem ser ampliadas com o apoio da comunidade. A união em torno de projetos educacionais pode fazer a diferença na vida de muitos que buscam uma nova chance de aprendizado e qualificação profissional.

A desigualdade no acesso a creches no Brasil aumentou, com um estudo do Todos Pela Educação revelando que a diferença entre ricos e pobres subiu de 22 para 29,4 pontos percentuais de 2016 a 2024. Quase 2,3 milhões de crianças estão fora das creches, evidenciando a necessidade urgente de políticas públicas para garantir o direito à educação infantil.
No Dia da Matemática, especialistas alertam que 51% dos alunos do 4º ano no Brasil não têm proficiência básica, evidenciando a urgência em melhorar a formação docente e as condições de ensino.
Está confirmado o 1º Encontro Distrital de Educação na Saúde: Inovação e Tecnologia, promovido pela Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF) nos dias 20 e 21 deste mês. O evento, com inscrições gratuitas, visa debater práticas inovadoras na educação em saúde, reunindo profissionais, estudantes e instituições. Com 16 horas de atividades, a programação abrange palestras e discussões sobre o futuro digital da saúde e boas práticas. A diretora da ESP/DF, Fernanda Monteiro, destaca a importância do diálogo entre inovação e práticas formativas.

Brasil enfrenta crise na qualidade de serviços médicos e jurídicos devido à proliferação de cursos. Com cerca de 1.900 cursos de direito e mais de 400 de medicina, muitos diplomados apresentam conhecimentos insuficientes, comprometendo a saúde pública e os direitos do consumidor. A falta de controle de qualidade nas instituições de ensino e a necessidade de um exame de proficiência são urgentes.

Estudantes indígenas e quilombolas protestam por políticas de inclusão no ensino superior. Apesar do aumento de matrículas, a evasão e a falta de apoio cultural persistem, exigindo ações efetivas para garantir sua permanência.

O Projeto Astrominas, do IAG da USP, abre 400 vagas para garotas de 14 a 17 anos, com inscrições até 8 de junho. As atividades online contarão com apoio de "fadas madrinhas" e crédito acadêmico.