Instituto Liberta denuncia influenciador por sexualização de menores e impulsiona debate sobre segurança infantil online, resultando em treze Projetos de Lei no Congresso, incluindo o PL 2628, que aguarda aprovação.

O Instituto Liberta já havia denunciado o influenciador Hytalo Santos por conteúdos que sexualizam menores, buscando derrubar suas contas nas redes sociais. O vídeo do influenciador Felca sobre adultização nas redes sociais gerou um aumento significativo no debate sobre a segurança infantil online, resultando em treze Projetos de Lei protocolados no Congresso. O Projeto de Lei 2628, que exige verificação de idade e permite a remoção rápida de conteúdos abusivos, aguarda aprovação na Câmara.
Luciana Temer, diretora presidente do Instituto Liberta, destacou que a entidade já havia alertado sobre a gravidade dos vídeos de Hytalo Santos. “Já apontávamos a perversidade desses vídeos. Mas o Felca conseguiu furar a bolha. Direita, esquerda, conservador ou liberal: todo mundo entendeu em que buraco estamos”, afirmou. Ela enfatizou a necessidade de discutir a regulamentação das redes sociais sem as divisões ideológicas que têm dificultado o avanço das leis de proteção infantil.
O Brasil ocupa a quinta posição no mundo em denúncias de abuso sexual infantil pela internet, segundo a ONG internacional Inhope. O vídeo de Felca catalisou a apresentação de novos Projetos de Lei, mas Luciana defende a aprovação do PL 2628, que já passou pelo Senado. Este projeto exige que as plataformas realizem a verificação de idade dos usuários, uma informação atualmente autodeclaratória, e permite a remoção imediata de conteúdos que envolvam abuso ou exploração sexual de menores.
Luciana também apontou que o PL 2628 ainda carece de um aspecto crucial: a regulamentação da monetização de vídeos com crianças e adolescentes. A proposta, apresentada pela deputada Tabata Amaral, visa garantir que a exploração comercial de conteúdos envolvendo menores seja feita de forma responsável. “O ideal seria não monetizar. Mas ao menos é necessária uma regulamentação muito séria”, disse Luciana, ressaltando a falta de controle nas redes sociais em comparação ao trabalho supervisionado na televisão.
Após as denúncias, Hytalo Santos teve suas contas no Instagram e TikTok desativadas, acumulando mais de vinte milhões de seguidores. Sua conta no YouTube, que contava com sete milhões de inscritos, perdeu a monetização. O YouTube afirmou que removeu mais de dezoito milhões de vídeos globalmente em 2024 por infringirem políticas de segurança infantil. A Meta, responsável pelo Facebook e Instagram, não se manifestou sobre o caso, e o TikTok ainda não respondeu.
Essa situação evidencia a urgência de ações efetivas para proteger crianças e adolescentes nas redes sociais. Projetos que visam a segurança infantil devem ser apoiados pela sociedade civil, garantindo que as vozes mais vulneráveis sejam ouvidas e protegidas. A união em torno dessas causas pode fazer a diferença na luta contra a exploração e abuso infantil.

A Universidade de Brasília (UnB) desenvolveu a plataforma MEPA, que pode gerar uma economia de R$ 3 milhões anuais em energia elétrica para 20 universidades, com reduções de até 52,8%. A ferramenta, que utiliza inteligência artificial, analisa contas de luz e sugere contratos mais vantajosos. Em um contexto de restrições orçamentárias, o ministro da Educação, Camilo Santana, anunciou a liberação de R$ 300 milhões para universidades federais, aliviando a pressão financeira.

O programa "Rouanet nas Favelas" destinará R$ 5 milhões para projetos culturais em cinco cidades, promovendo inclusão e reparação histórica nas comunidades periféricas. A iniciativa visa democratizar o acesso à cultura, rompendo com a exclusão histórica e gerando impacto econômico e simbólico nas favelas.

A Cisco e o Senac-PA oferecem quinhentas vagas para cursos gratuitos em TI, visando atender à demanda da COP 30 em Belém. As aulas começam em julho, promovendo a empregabilidade na Amazônia.

Uma menina foi alvo de racismo na escola, resultando em ataque de pânico. A Polícia Civil investiga o caso, enquanto a Secretaria de Educação transfere os agressores e oferece apoio psicossocial.

O Museu Kuahí dos Povos Indígenas do Oiapoque reabre após doze anos, com reformas e um acervo digitalizado na plataforma Tainacan, promovendo a cultura indígena e atraindo turistas. A iniciativa visa fortalecer a identidade cultural e as relações entre indígenas e visitantes.

A Festa da Lili em Brasília gerou um intenso debate sobre a pressão estética na comunidade gay, evidenciando inseguranças corporais e o uso de anabolizantes. Especialistas alertam para os riscos psicológicos e físicos associados.