Denise de Sá, pedagoga e paciente oncológica, mantém seu alto astral e gratidão pelo SUS, mesmo após enfrentar um tratamento intenso para câncer colorretal. Sua história inspira e destaca a importância do apoio comunitário.

Denise de Sá, pedagoga e voluntária, tem um histórico de envolvimento com a terapia comunitária para mães atípicas e cuidadores no Hospital Regional de Taguatinga (HRT). Recentemente, Denise tornou-se paciente oncológica, enfrentando tratamento para câncer colorretal. Apesar das dificuldades, ela mantém um alto astral e expressa gratidão pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ressaltando o apoio recebido durante sua internação.
No encontro de maio do grupo de terapia comunitária, Denise preparou o café da manhã, demonstrando seu compromisso com a causa. Em junho, ela se viu como paciente no Ambulatório de Alta Complexidade em Oncologia do HRT, onde iniciou um tratamento que incluiu a remoção do baço, ovários e parte do intestino. Mesmo diante dessas adversidades, Denise afirma: "Estou bem! Vivo muito bem!", enfatizando a importância de viver plenamente.
A relação de Denise com a coordenadora do projeto "Cuidando de quem cuida", Andréia Aquino, é antiga. Andréia destaca a determinação de Denise, que, mesmo durante o tratamento, se comprometeu a ajudar na iniciativa, reunindo doações e preparando eventos. Em agosto, ela ministrará uma palestra sobre educação inclusiva, mostrando que sua dedicação à causa permanece inabalável.
O médico responsável pela oncologia do HRT, José Lucas Pereira Júnior, elogia a energia positiva de Denise. Ele observa que pacientes com uma atitude otimista tendem a ter melhores resultados. "Ela age como se estivesse curada e, então, ela fica bem," afirma o especialista, ressaltando que o alto astral é um fator crucial para a recuperação.
Denise também expressa sua gratidão pelo SUS, destacando a qualidade do atendimento recebido. "Recebi muitas bolsas de sangue e medicamentos que são difíceis de obter por meios particulares," afirma. Sua experiência positiva com os profissionais de saúde e os recursos disponíveis reforça sua crença na importância do sistema público de saúde.
A história de Denise é um exemplo de resiliência e solidariedade. Sua disposição em ajudar os outros, mesmo enfrentando desafios pessoais, inspira a comunidade. Projetos que promovem a união e o apoio mútuo são essenciais para fortalecer iniciativas como a de Denise, mostrando que, juntos, podemos fazer a diferença na vida de quem mais precisa.
Neste sábado, Fortaleza e outras cidades do Ceará receberão uma demonstração do Defesa Civil Alerta (DCA), com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ferramenta, que será ativada no Nordeste a partir de 18 de junho, enviará alertas gratuitos via celular para 36 municípios, visando a segurança durante o período chuvoso.

O Sesc RJ lança campanha antirracista no Intercolegial, integrando ações educativas e simbólicas em quatro modalidades esportivas, visando conscientizar jovens atletas sobre discriminação racial. A iniciativa, parte do projeto Consciências, ocorrerá em competições de basquete, handebol e vôlei, com braçadeiras e faixas, promovendo um ambiente inclusivo e respeitoso.

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Protagonismo Universitário, que levará cinco estudantes brasileiros para uma viagem à China, reconhecendo suas iniciativas de impacto positivo. O prêmio, promovido pelo Na Prática, visa valorizar jovens agentes de transformação em suas comunidades. As inscrições são gratuitas e os vencedores terão acesso a uma experiência internacional enriquecedora, além de oportunidades de networking.

Um projeto global, Recetas, investiga a prescrição social baseada na natureza para combater a solidão e melhorar a saúde em seis países. A iniciativa busca transformar o cuidado em saúde, reduzindo a dependência de medicamentos.

Policiais militares resgataram uma recém-nascida abandonada em Belford Roxo. A menina, chamada Bárbara, está estável na UTI neonatal após receber os primeiros socorros.

Mães negras promovem diálogos antirracistas com mães brancas, destacando a urgência do letramento racial desde a infância. O racismo estrutural no Brasil exige ações contínuas para combater desigualdades.