Obras do Museu do Comércio, primeira unidade do Sesc no Brasil, avançam 30% e devem ser concluídas em março de 2026, promovendo cultura e sustentabilidade no Engenho de Dentro, Rio de Janeiro.

O Sesc RJ está em processo de revitalização de um casarão da década de 1940, que se tornará a primeira unidade do Sesc no Brasil, localizada na Avenida Amaro Cavalcanti, no Engenho de Dentro. As obras do futuro Museu do Comércio já estão trinta por cento concluídas, com previsão de entrega para março de 2026. Atualmente, a construção avança na fase de execução das estruturas e fechamento em alvenaria.
O Museu do Comércio contará com diversas áreas culturais e sustentáveis, incluindo galerias expositivas, salas multiúso, uma cafeteria, praças abertas e cobertas, além de espaços voltados para pesquisa e atividades educativas. Um Centro de Memória do Sesc RJ, que incluirá um laboratório de conservação, também fará parte do projeto.
A sustentabilidade é um aspecto central da nova unidade. A fachada do casarão receberá um revestimento metálico que ajudará a controlar a temperatura interna e permitirá o crescimento de plantas. Além disso, um bosque será plantado ao redor do prédio, contribuindo para a redução de ruídos e a amenização do calor.
A cobertura do museu terá espaço para a instalação de painéis solares e oferecerá uma área pública com vistas panorâmicas do Estádio Nilton Santos e da Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São José. O presidente do Sistema Fecomércio RJ, Antonio Florencio de Queiroz Junior, destacou a importância da revitalização para a preservação da memória e o acesso à cultura na região.
Segundo Queiroz Junior, “o Museu do Comércio é um projeto que une preservação da memória, acesso à cultura e desenvolvimento social”. Ele enfatizou que o espaço será um ponto de valorização da Zona Norte do Rio de Janeiro, trazendo orgulho para toda a cidade.
Iniciativas como essa são essenciais para o fortalecimento da cultura e da educação na comunidade. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para garantir que projetos culturais e sociais como o Museu do Comércio sejam bem-sucedidos e beneficiem a todos.

Cristina Atalla, ex-funcionária de banco, cofundou a Fatto Capital em 2019, gerindo R$ 1,8 bilhão. Sua trajetória de superação inspira muitos, mostrando que a determinação pode transformar vidas.

A Prospera, empresa paulista de energia renovável, adquiriu a SoulPrime e lançou a SoulUP, uma plataforma que transforma compras em pontos ECOA, que podem zerar a conta de luz. A meta é expandir a base de usuários de sessenta mil para quinhentos mil até dezembro.

Tatyane Luncah, fundadora da Escola Brasileira de Empreendedorismo Feminino (Ebem), já formou mais de 10 mil alunas, gerando R$ 1 bilhão em faturamento. A escola planeja novos cursos e expansão física.

A ginecologista Cristiane Morandim, diagnosticada com esclerose sistêmica, criou um método de saúde integrativa e fundou uma igreja para apoiar portadores de doenças raras, criticando a indústria farmacêutica.

Ministério Público questiona prefeito Ricardo Nunes sobre uso de força pela Guarda Civil Metropolitana contra artistas do Teatro de Contêiner Mungunzá em São Paulo. A operação resultou em agressões e uso de gás de pimenta.

Pesquisas recentes indicam que a vacinação contra o herpes zoster pode reduzir o risco de demência, reforçando a teoria de que vírus comuns estão ligados ao Alzheimer. Ruth Itzhaki, pioneira na área, destaca a importância de mais estudos.