A Policlínica de Taguatinga recebe R$ 150 mil para reformas, promovendo ambientes mais confortáveis e funcionais até 2025, beneficiando pacientes e profissionais de saúde.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) tem promovido melhorias significativas na Policlínica de Taguatinga, com um investimento de R$ 150 mil. O projeto, intitulado Humaniza Sudoeste, visa criar ambientes mais confortáveis e funcionais tanto para pacientes quanto para profissionais de saúde. As reformas começaram em junho de 2025 e incluem a revitalização de consultórios, laboratórios e áreas de atendimento.
As intervenções estruturais abrangem a criação de novas salas, como a de acupuntura e triagem ginecológica, além de melhorias em banheiros e corredores. O diretor de Atenção Secundária da Região Sudoeste, Marcos André Neto, destaca que essas mudanças proporcionam um ambiente mais digno e confortável, refletindo na qualidade do atendimento prestado.
Além das reformas físicas, a unidade adquiriu dez cadeiras ergonômicas e novos computadores, visando melhorar as condições de trabalho dos profissionais. A terapeuta ocupacional Thiara Café ressalta que as adaptações elevam a qualidade da assistência, favorecendo a realização de atividades de estimulação cognitiva.
A Policlínica de Taguatinga oferece atualmente 34 consultórios e atende a 17 especialidades, incluindo clínica médica, ginecologia e pediatria. O funcionamento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h às 18h, com pausa para o almoço. Em 2024, a unidade registrou quase 48 mil consultas, e até julho de 2025, já foram realizadas mais de 27 mil atendimentos.
Os serviços de farmácia também têm se destacado, com 81 mil atendimentos entre 2024 e 2025. Nos exames laboratoriais, foram realizados mais de 1,7 milhão de exames em 2024 e cerca de 1,1 milhão até o momento em 2025. A previsão é que mais melhorias sejam implementadas até outubro de 2025, incluindo reparos na parte elétrica e instalação de novos aparelhos de ar-condicionado.
Essas iniciativas demonstram um compromisso com a saúde pública e a qualidade do atendimento. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a união pode fazer a diferença na melhoria das condições de saúde e bem-estar da comunidade.

Mulheres como Carola Matarazzo, Geyze Diniz e Cristiane Sultani estão transformando a filantropia no Brasil, promovendo práticas estratégicas e focadas em soluções estruturais, especialmente no combate à fome.

A fibromialgia foi reconhecida como deficiência física pela Lei nº 15.176/2025, beneficiando cerca de 3% da população brasileira com acesso a direitos e políticas públicas. Essa mudança promove maior empatia e visibilidade para os pacientes, que enfrentam a dificuldade de comprovar a condição devido à ausência de biomarcadores. O tratamento deve ser individualizado, focando na qualidade de vida e no controle dos sintomas através de exercícios, medicamentos e terapias complementares, como yoga.

Valdeci de Sousa, produtor de leite no Ceará, destaca os ganhos da Rota do Leite, que trouxe assistência técnica e cooperativismo, elevando a qualidade e o valor do seu produto. A iniciativa do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) transforma a vida de pequenos agricultores, promovendo desenvolvimento regional e dignidade no campo.

O seminário 'Protocolo pela Vida' foi realizado pelo MPDFT para discutir a violência no trânsito no Distrito Federal, que registrou 191 mortes em 2024. O evento visa promover a prevenção e o acolhimento às vítimas.

Alain S. Levi, CEO da Motivare, critica a superficialidade nas mudanças organizacionais e defende ações concretas para uma verdadeira transformação cultural, destacando a importância da inclusão e igualdade.

Censo 2022 revela que 14,4 milhões de brasileiros têm deficiência, com maior incidência no Nordeste. A dificuldade visual é a mais comum, afetando 7,9 milhões. A consultora Luciana Trindade pede mais políticas de acessibilidade.