Desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais suspenderam lei de Belo Horizonte que restringia banheiros para pessoas trans em instituições religiosas, considerando-a discriminatória. A decisão foi celebrada pelo Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual e Identidade de Gênero, que destacou a importância da dignidade e inclusão.

Desembargadores do Tribunal de Justiça de Minas Gerais suspenderam, nesta quinta-feira, uma lei municipal de Belo Horizonte que permitia a instituições religiosas restringir o acesso de pessoas trans a banheiros de acordo com a definição biológica de sexo. A ação foi movida pelo Centro de Luta pela Livre Orientação Sexual e Identidade de Gênero (Cellos), que alegou que a legislação promovia a intolerância e violava direitos fundamentais.
A lei, aprovada em 2023 pela Câmara de Vereadores, permitia que igrejas e escolas confessionais determinassem o uso de banheiros com base na definição de "masculino" e "feminino", ignorando a identidade de gênero das pessoas trans. O desembargador Kildare Carvalho, relator do caso, destacou que a norma ultrapassava a competência legislativa do município e era, em primeira análise, "discriminatória e excludente".
O entendimento do desembargador foi unânime entre os integrantes do Órgão Especial do TJ mineiro, que consideraram a lei uma violação do direito das pessoas trans ao uso de banheiros que correspondem à sua identidade de gênero. A decisão é válida até o julgamento definitivo da ação.
O Cellos comemorou a suspensão da lei em suas redes sociais, afirmando que a decisão fortalece a luta pelo direito das pessoas trans de existir com dignidade em todos os espaços. A organização ressaltou a importância de garantir a inclusão e a proteção dos direitos humanos.
A prefeitura de Belo Horizonte e a Câmara de Vereadores ainda não se manifestaram sobre a decisão do tribunal. A expectativa é que a discussão sobre a inclusão e os direitos das pessoas trans continue a ser um tema relevante na sociedade.
Em situações como essa, a união da sociedade civil pode ser fundamental para apoiar iniciativas que promovam a dignidade e os direitos das pessoas trans. Projetos que visem a inclusão e a proteção de minorias devem ser estimulados e apoiados por todos nós.

A Escola Classe Kanegae, no Riacho Fundo, foi premiada no 13º Concurso de Desenho e Redação da CGU, destacando a cidadania digital com cinco alunos reconhecidos. A diretora enfatizou a importância da ética online.

O Senado aprovou a permanência da renúncia fiscal da Lei de Incentivo ao Esporte, aguardando sanção do presidente Lula. A medida pode fortalecer projetos esportivos e aumentar investimentos no setor.

Casamento Comunitário 2025 terá quatro edições, com a primeira em 29 de junho, oferecendo 300 vagas para casais de baixa renda no Distrito Federal. Inscrições abertas nas unidades da Sejus.

Os pagamentos do Bolsa Família de maio de 2025 iniciam hoje, 19, e vão até 30 de maio, seguindo um cronograma baseado no final do NIS dos beneficiários. A Caixa Econômica Federal realiza os depósitos.

Atacadão é condenado a pagar R$ 21 mil por danos morais a funcionária que enfrentou restrições severas para usar o banheiro, evidenciando a violação da dignidade humana no ambiente de trabalho.

A primeira-dama Rosangela da Silva, conhecida como Janja, reafirmou seu compromisso em discutir a regulamentação das redes sociais para proteger crianças e adolescentes, após polêmica em reunião com Xi Jinping. Janja destacou a importância de sua voz na luta contra crimes cibernéticos, desafiando críticas e defendendo um ambiente digital seguro.