Uma caminhonete destruiu mudas de vegetação nativa no Parque do Cantagalo, trabalho de replantio realizado por Mario Moscatelli. O biólogo registrou o incidente na delegacia e há rumores sobre danos a fiações elétricas.

Uma área verde do Parque do Cantagalo, onde estavam sendo replantadas mudas de vegetação nativa, foi devastada no último fim de semana. O biólogo Mario Moscatelli, responsável pelo projeto de naturalização, constatou que uma caminhonete passou por cima das plantas, destruindo o trabalho de dois anos em uma área de aproximadamente 200 metros quadrados. O incidente foi registrado por Moscatelli na 14ª Delegacia de Polícia, localizada no Leblon.
Segundo Moscatelli, "Vi um trabalho de dois anos perdido". Além da destruição das mudas, ele relatou que a caminhonete deixou para trás cabos e fiação elétrica, levantando preocupações sobre possíveis danos a infraestruturas na área. Frequentadores do parque também comentaram sobre a possibilidade de a caminhonete ter afetado a fiação elétrica, embora essas informações ainda sejam especulativas.
O replantio de vegetação nativa é uma ação essencial para a preservação do meio ambiente, especialmente em áreas como o Parque do Cantagalo, que abriga ecossistemas importantes. O trabalho de Moscatelli visava restaurar a vegetação de restinga, brejo e mangue, contribuindo para a biodiversidade local e a recuperação de habitats.
A destruição causada pela caminhonete não apenas comprometeu o projeto de replantio, mas também gerou um impacto negativo na fauna e flora da região. A perda de mudas nativas pode afetar a fauna que depende dessas plantas para alimentação e abrigo, além de prejudicar o equilíbrio ecológico da área.
É fundamental que a comunidade se mobilize para apoiar iniciativas de preservação ambiental e recuperação de áreas degradadas. Projetos como o de Moscatelli são essenciais para a sustentabilidade e a saúde do meio ambiente, e a união da sociedade pode fazer a diferença na recuperação de danos como o ocorrido no Parque do Cantagalo.
Nossa colaboração pode ser decisiva para ajudar na recuperação dessa área e na continuidade de projetos de replantio. Ações coletivas podem garantir que iniciativas de preservação ambiental sejam mantidas e ampliadas, beneficiando a todos e promovendo um futuro mais sustentável.

Estudo da USP revela que 54,1% das cidades brasileiras têm baixa capacidade de adaptação às mudanças climáticas, com apenas 36,9% possuindo planos de habitação e 13% de redução de riscos. A pesquisa destaca a urgência de políticas públicas eficazes para enfrentar eventos extremos.

A organização A Vida no Cerrado (Avinc) promove a valorização e preservação do Cerrado, com foco em educação socioambiental e políticas públicas. Fundada durante a pandemia, a Avinc já conta com 46 voluntários e conquistou a inclusão da Semana do Cerrado no calendário escolar, visando conscientizar sobre a importância desse bioma.

Redução de 70% nas queimadas no Brasil, mas Cerrado registra aumento de 12%. O governo implementa medidas de combate a incêndios após crise ambiental em 2024.

A COP30, que ocorrerá em Belém, enfrenta desafios logísticos e políticos, com expectativas de novas metas climáticas em um cenário geopolítico complicado, especialmente com a postura dos EUA sob Trump.
Um levantamento recente indica que 282 mil quilômetros quadrados no Brasil, principalmente na Bahia, Pernambuco, Paraíba e Piauí, enfrentam aridez permanente, exigindo ações imediatas contra a crise climática. Especialistas alertam que a mudança no clima afeta chuvas, acesso à água, produção de alimentos e geração de energia, com riscos crescentes de escassez. Medidas urgentes são necessárias para mitigar os impactos e restaurar áreas degradadas.

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