A Motiva se junta à TNFD, focando na conservação ambiental e na redução de impactos de suas rodovias. A empresa finaliza um estudo para implementar ações de proteção da fauna e reflorestamento.

A Motiva, operadora de mais de quatro mil quilômetros de rodovias em seis estados, se tornou a mais nova integrante da TNFD (Taskforce on Nature-related Financial Disclosures), uma organização global dedicada à conservação da biodiversidade. A adesão à TNFD é um passo significativo para a empresa, que está finalizando um estudo sobre os impactos ambientais gerados por suas operações.
O estudo em andamento visa identificar e avaliar os efeitos que as rodovias da Motiva têm sobre o meio ambiente. A empresa pretende utilizar os dados coletados para desenvolver um plano abrangente de redução de impactos. Esse plano incluirá ações voltadas para a proteção da fauna local e iniciativas de reflorestamento em áreas afetadas.
A Motiva já possui um histórico de envolvimento em práticas sustentáveis e conservação ambiental. Com a adesão à TNFD, a empresa reforça seu compromisso com a responsabilidade ambiental e a busca por soluções que minimizem os danos ao ecossistema. A implementação do plano de redução de impactos é um passo crucial nesse processo.
Além de proteger a fauna, o reflorestamento é uma estratégia essencial para restaurar áreas degradadas e promover a biodiversidade. A Motiva acredita que essas ações não apenas beneficiarão o meio ambiente, mas também contribuirão para a melhoria da qualidade de vida das comunidades locais.
O estudo e as iniciativas que estão sendo desenvolvidas pela Motiva refletem uma tendência crescente entre empresas que buscam alinhar suas operações com práticas sustentáveis. A adesão à TNFD é um indicativo de que a empresa está disposta a se adaptar às exigências atuais de responsabilidade ambiental.
Iniciativas como a da Motiva podem inspirar a sociedade civil a se mobilizar em prol de projetos que visem a proteção ambiental e a conservação da biodiversidade. A união em torno de causas como essa pode gerar um impacto positivo significativo, promovendo um futuro mais sustentável para todos.

O Brasil lançou a Coalização Global para o Planejamento Energético, visando compartilhar experiências e atrair investimentos em energias renováveis para países em desenvolvimento. A iniciativa, que ocorreu na sede do BNDES, reúne representantes de várias nações e instituições financeiras, destacando a expertise brasileira em planejamento energético. A transição energética é considerada um desafio crucial, especialmente com a COP30 se aproximando.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) investe em tecnologia de irrigação e adaptações climáticas, visando a segurança hídrica e a resiliência das comunidades, especialmente com a COP 30 em 2025.

Empresas intensificam ações sustentáveis no Dia Mundial do Meio Ambiente, promovendo iniciativas como exposições e reflorestamento, refletindo um compromisso com a conservação ambiental. O Parque Bondinho Pão de Açúcar e a Norte Energia destacam-se com atividades educativas e programas de reflorestamento, enquanto a Andrade Gutierrez reduz resíduos em projetos internacionais. A Orla Rio participa de eventos de conscientização, reforçando a importância da preservação dos oceanos.

Cientistas da Universidade McGill e da Universidade Tecnológica de Nanyang exploram a gosma do verme-de-veludo para desenvolver plásticos biodegradáveis, destacando sua solubilidade e potencial sustentável.

Setenta por cento dos brasileiros apoiam o fortalecimento das leis ambientais, enquanto o presidente Lula tem 15 dias para decidir sobre o polêmico Projeto de Lei 2.159/2021, que flexibiliza o licenciamento ambiental.

Pesquisas recentes revelam que a exposição ao bisfenol A (BPA), presente em plásticos e embalagens, pode causar riscos à saúde e alterações epigenéticas que afetam gerações futuras. Especialistas pedem precauções.