A Motiva se junta à TNFD, focando na conservação ambiental e na redução de impactos de suas rodovias. A empresa finaliza um estudo para implementar ações de proteção da fauna e reflorestamento.

A Motiva, operadora de mais de quatro mil quilômetros de rodovias em seis estados, se tornou a mais nova integrante da TNFD (Taskforce on Nature-related Financial Disclosures), uma organização global dedicada à conservação da biodiversidade. A adesão à TNFD é um passo significativo para a empresa, que está finalizando um estudo sobre os impactos ambientais gerados por suas operações.
O estudo em andamento visa identificar e avaliar os efeitos que as rodovias da Motiva têm sobre o meio ambiente. A empresa pretende utilizar os dados coletados para desenvolver um plano abrangente de redução de impactos. Esse plano incluirá ações voltadas para a proteção da fauna local e iniciativas de reflorestamento em áreas afetadas.
A Motiva já possui um histórico de envolvimento em práticas sustentáveis e conservação ambiental. Com a adesão à TNFD, a empresa reforça seu compromisso com a responsabilidade ambiental e a busca por soluções que minimizem os danos ao ecossistema. A implementação do plano de redução de impactos é um passo crucial nesse processo.
Além de proteger a fauna, o reflorestamento é uma estratégia essencial para restaurar áreas degradadas e promover a biodiversidade. A Motiva acredita que essas ações não apenas beneficiarão o meio ambiente, mas também contribuirão para a melhoria da qualidade de vida das comunidades locais.
O estudo e as iniciativas que estão sendo desenvolvidas pela Motiva refletem uma tendência crescente entre empresas que buscam alinhar suas operações com práticas sustentáveis. A adesão à TNFD é um indicativo de que a empresa está disposta a se adaptar às exigências atuais de responsabilidade ambiental.
Iniciativas como a da Motiva podem inspirar a sociedade civil a se mobilizar em prol de projetos que visem a proteção ambiental e a conservação da biodiversidade. A união em torno de causas como essa pode gerar um impacto positivo significativo, promovendo um futuro mais sustentável para todos.
O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) intensifica ações para a COP 30, destacando a irrigação como tecnologia vital para a adaptação climática e mitigação de gases de efeito estufa. A parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e o Programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC+) reforçam essa estratégia.

O Brasil planeja produzir 1,1 bilhão de litros de combustíveis sustentáveis de aviação (SAF) até 2037, visando reduzir em 10% as emissões de gases de efeito estufa em voos domésticos. Seis projetos estão em andamento, com destaque para o Rio de Janeiro, onde a Petrobras lidera iniciativas. A meta inclui a disponibilização de 83 milhões de litros de SAF até 2027. A Firjan ressalta a importância de coordenar esforços para superar desafios e consolidar o Brasil como líder na produção de SAF.

O Brasil alcançou uma taxa de reciclagem de 97% de latas de alumínio em 2024, mas a exportação crescente de sucata ameaça a economia circular e a indústria local, afetando catadores e cooperativas.

A previsão do tempo para São Paulo nesta quinta-feira, 24, aponta chuvas fracas na capital, mas o interior enfrenta altas temperaturas e risco de incêndios. A Defesa Civil alerta para a situação crítica.

Após flagrante do Globocop, ICMBio programou inspeção na APA de Guapimirim, onde lixo se acumula em manguezais, afetando ecossistemas e a saúde de espécies locais. A situação reflete um problema estrutural de décadas.

Paulo Alvarenga, CEO da ThyssenKrupp na América do Sul, enfatiza a complexidade da descarbonização industrial e o compromisso da empresa em neutralizar suas emissões até 2045, investindo em hidrogênio verde. A transição energética é crucial para evitar o colapso climático, envolvendo não apenas questões ambientais, mas também econômicas e geopolíticas.