A Motiva se junta à TNFD, focando na conservação ambiental e na redução de impactos de suas rodovias. A empresa finaliza um estudo para implementar ações de proteção da fauna e reflorestamento.

A Motiva, operadora de mais de quatro mil quilômetros de rodovias em seis estados, se tornou a mais nova integrante da TNFD (Taskforce on Nature-related Financial Disclosures), uma organização global dedicada à conservação da biodiversidade. A adesão à TNFD é um passo significativo para a empresa, que está finalizando um estudo sobre os impactos ambientais gerados por suas operações.
O estudo em andamento visa identificar e avaliar os efeitos que as rodovias da Motiva têm sobre o meio ambiente. A empresa pretende utilizar os dados coletados para desenvolver um plano abrangente de redução de impactos. Esse plano incluirá ações voltadas para a proteção da fauna local e iniciativas de reflorestamento em áreas afetadas.
A Motiva já possui um histórico de envolvimento em práticas sustentáveis e conservação ambiental. Com a adesão à TNFD, a empresa reforça seu compromisso com a responsabilidade ambiental e a busca por soluções que minimizem os danos ao ecossistema. A implementação do plano de redução de impactos é um passo crucial nesse processo.
Além de proteger a fauna, o reflorestamento é uma estratégia essencial para restaurar áreas degradadas e promover a biodiversidade. A Motiva acredita que essas ações não apenas beneficiarão o meio ambiente, mas também contribuirão para a melhoria da qualidade de vida das comunidades locais.
O estudo e as iniciativas que estão sendo desenvolvidas pela Motiva refletem uma tendência crescente entre empresas que buscam alinhar suas operações com práticas sustentáveis. A adesão à TNFD é um indicativo de que a empresa está disposta a se adaptar às exigências atuais de responsabilidade ambiental.
Iniciativas como a da Motiva podem inspirar a sociedade civil a se mobilizar em prol de projetos que visem a proteção ambiental e a conservação da biodiversidade. A união em torno de causas como essa pode gerar um impacto positivo significativo, promovendo um futuro mais sustentável para todos.

O Brasil alcançou uma taxa de reciclagem de 97% de latas de alumínio em 2024, mas a exportação crescente de sucata ameaça a economia circular e a indústria local, afetando catadores e cooperativas.

A borra de café, rica em nutrientes como potássio, fósforo e nitrogênio, é um excelente aditivo para o solo, beneficiando plantas como rosas, hortênsias, orquídeas, manjericão e tomateiros. Essa prática sustentável melhora o crescimento e a resistência das plantas, tornando-as mais saudáveis e produtivas.

O Brasil deve receber mais de 7 milhões de visitantes em 2025, um feito histórico impulsionado por iniciativas de turismo sustentável, conforme anunciado pela Embratur. O presidente Marcelo Freixo destacou projetos como Onçafari e Biofábrica de Corais, que promovem a conservação ambiental e a biodiversidade.

Ibama apreende embarcação e 240 quilos de tainha em operação contra pesca ilegal em Santa Catarina. Proprietário e mestre foram multados em R$ 10.500, e pescado doado a instituição local.

A Usina Termelétrica Paulínia Verde transforma metano de aterros em eletricidade, contribuindo para a economia circular e a redução de emissões no Brasil. O projeto, que gera energia para 500 mil pessoas, pode expandir a produção de biometano, substituindo combustíveis fósseis.

Uma nova coalizão internacional, a Coalizão Brasil para o Financiamento da Restauração e da Bioeconomia, anunciou um investimento de US$ 2,6 bilhões para reflorestamento no Brasil até 2030. O projeto visa recuperar 5 milhões de hectares de florestas, envolvendo 23 empresas e instituições, incluindo a Suzano e o Banco do Brasil.