O Distrito Federal registrou 632 colégios no Programa Saúde na Escola, beneficiando 365 mil alunos. Aumento de 25% em relação ao biênio anterior destaca a importância da saúde escolar. O Programa Saúde na Escola (PSE), uma parceria entre os ministérios da Educação e da Saúde, alcançou um número recorde de colégios inscritos no Distrito Federal, totalizando 632. Essa adesão, que representa um crescimento de 25% em comparação ao biênio anterior, beneficia mais de 365 mil estudantes. A iniciativa visa promover a saúde e facilitar o acesso a serviços essenciais, especialmente para alunos que enfrentam dificuldades em acessar unidades de saúde. Através de ações educativas, como campanhas de vacinação e palestras, o PSE busca integrar saúde e educação, impactando positivamente a comunidade escolar e suas famílias.

O Distrito Federal alcançou a marca de seiscentos e trinta e dois colégios inscritos no Programa Saúde na Escola (PSE), uma iniciativa dos ministérios da Educação e da Saúde voltada à promoção e prevenção em saúde. Esse número representa um aumento de vinte e cinco por cento em relação ao biênio anterior, beneficiando mais de trezentos e sessenta e cinco mil estudantes da Secretaria de Educação (SEEDF). Para Larisse Cavalcante, diretora de Atendimento e Apoio à Saúde do Estudante da SEEDF, o programa é crucial, pois muitos alunos enfrentam dificuldades para acessar unidades básicas de saúde (UBS).
O PSE, que já está em operação há dezoito anos, busca fortalecer a conexão entre as unidades de saúde e de educação por meio de ações educativas. Essas ações incluem campanhas de vacinação, escovação dentária, atividades de combate à dengue e palestras, sempre adaptadas à faixa etária dos alunos. As secretarias de Educação e de Saúde colaboram para garantir a formação integral dos estudantes e ampliar o acesso aos serviços de saúde pública.
A adesão recorde para o biênio de dois mil e vinte e cinco a dois mil e vinte e seis deve-se, em parte, ao esforço conjunto dos profissionais das duas secretarias. O projeto Café com Adesão, que promoveu encontros em todas as Regionais de Ensino do DF em janeiro deste ano, foi fundamental para incentivar as escolas a se inscreverem no PSE. Durante essas reuniões, os gestores puderam esclarecer dúvidas e entender a importância da integração entre as pastas para atender às necessidades das escolas.
A coordenadora do PSE da Secretaria de Saúde, Alana Siqueira, destacou o impacto positivo do programa na multiplicação do conhecimento entre os estudantes. Segundo ela, as ações realizadas nas escolas não apenas beneficiam os alunos, mas também se estendem às suas famílias, pois os estudantes se tornam multiplicadores das informações sobre cuidados com a saúde. Por exemplo, ao participar de uma ação de prevenção à dengue, os alunos podem levar esse aprendizado para casa e impactar a comunidade.
Uma das parcerias mais significativas dentro do PSE é a campanha de vacinação nas escolas. Recentemente, os ministros da Educação, Camilo Santana, e da Saúde, Alexandre Padilha, anunciaram o lançamento das ações de mobilização para promover a vacinação de crianças e adolescentes entre abril e novembro. O objetivo é atualizar a situação vacinal dos estudantes com menos de quinze anos, intensificar a vacinação de rotina e reduzir a hesitação vacinal.
A vice-diretora da Escola Classe Beija Flor, Luzia Lavendowski Lazzari, ressaltou a importância dessas ações, especialmente para famílias carentes que muitas vezes não têm acesso a uma rede de apoio adequada. A escola, por meio dessa parceria com a Saúde, torna-se um suporte essencial. Em situações como essa, a união da sociedade pode fazer a diferença, contribuindo para que mais crianças tenham acesso a cuidados de saúde e educação de qualidade.

A OMS atualiza diretrizes para prevenir gravidez na adolescência, focando em educação e proibição do casamento infantil. A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca que complicações na gestação são a principal causa de morte entre jovens de 15 a 19 anos, especialmente em países de baixa renda. Com mais de 21 milhões de adolescentes grávidas anualmente, a OMS recomenda ações globais para garantir educação e acesso a serviços de saúde sexual e reprodutiva, além de leis que proíbam o casamento antes dos 18 anos. A atualização das diretrizes visa combater desigualdades de gênero e promover um futuro mais seguro para meninas e mulheres jovens.

O Ministério da Educação (MEC) anunciou a pré-seleção de candidatos para o Programa Universidade para Todos (Prouni) no segundo semestre de 2025, com 211 mil bolsas disponíveis. A oferta inclui 118 mil bolsas integrais e 93 mil parciais, distribuídas em 887 instituições de ensino superior.
Programa Saúde na Escola será ampliado em 2025-2026, abrangendo 632 escolas e 365.551 alunos. A iniciativa, que envolve parcerias entre as Secretarias de Saúde e Educação do DF, foca em cinco temas prioritários, promovendo saúde e bem-estar.

O novo marco regulatório do MEC exige 50% do currículo de formação de professores presencial, gerando debates sobre a qualidade do ensino EAD, que já representa 87% das vagas em licenciaturas. Especialistas alertam para a necessidade de experiências práticas.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que 21,3% das pessoas com deficiência no Brasil são analfabetas, com taxas alarmantes no Nordeste. A análise destaca a necessidade urgente de políticas públicas interseccionais.

A segunda parcela do programa Pé-de-Meia será paga a alunos do ensino médio regular até 30 de abril. O incentivo, que visa combater a evasão escolar, é de R$ 1.800, dividido em nove parcelas de R$ 200, condicionado a 80% de frequência. Estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) também receberão entre 23 e 30 de abril, com pagamentos de R$ 900 em quatro parcelas. O programa busca promover igualdade no acesso à educação e ao mercado de trabalho.