Estão abertas as inscrições para quinze oficinas online gratuitas do projeto 'High Tech Course', que visa a inclusão digital e profissional de jovens e adultos. As aulas, promovidas pela Secti-DF e AJA Brasil, abrangem temas como informática, design e empreendedorismo, com certificação ao final.

O projeto 'High Tech Course' está com inscrições abertas para quinze oficinas gratuitas nas áreas de audiovisual, informática, design e empreendedorismo. A iniciativa, que visa promover a inclusão digital e profissional de jovens e adultos, é uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e a Associação dos Jovens Antenados (AJA Brasil). As aulas ocorrerão online e terão carga horária de dez horas.
Os cursos abrangem uma variedade de temas, desde informática básica até criação de websites, edição de imagem, programação, marketing digital e design gráfico. Os participantes também poderão produzir podcasts sobre inovação tecnológica, uma oportunidade valiosa para desenvolver habilidades práticas e criativas. As aulas serão ministradas por profissionais experientes do mercado.
Os materiais didáticos utilizados nas oficinas são gratuitos, e a certificação será concedida aos alunos que alcançarem um aproveitamento mínimo de oitenta por cento. Essa certificação pode ser um diferencial importante no currículo dos participantes, ajudando-os a se destacarem no mercado de trabalho.
As oficinas disponíveis incluem temas como stop motion, Excel, Word, PowerPoint, criação de websites, Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), fundamentos do design para web, tráfego pago, tecnologia na contabilidade, design gráfico, empreendedorismo e marketing digital, entre outros. As datas das oficinas variam de abril a agosto de dois mil e vinte e cinco.
Essa é uma excelente oportunidade para quem busca se qualificar e se inserir no mundo digital. As inscrições podem ser feitas através do site oficial do projeto, onde os interessados encontrarão informações detalhadas sobre cada oficina e como participar.
Iniciativas como essa são fundamentais para a inclusão social e profissional. A união da sociedade civil pode potencializar projetos que visam a capacitação e o desenvolvimento de habilidades, contribuindo para um futuro mais igualitário e acessível a todos.

Defensoria Pública de SP lança Carta Nacional de Acesso à Justiça com foco em gênero e raça. A iniciativa busca garantir a inclusão e participação das mulheres no sistema de Justiça, promovendo mudanças permanentes.

A pesquisa do Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) revela que apenas 23% dos brasileiros de 15 a 64 anos têm altas habilidades digitais, com dificuldades acentuadas entre os mais velhos e até entre os jovens. O estudo, realizado pela consultoria Conhecimento Social, Ação Educativa e Fundação Itaú, destaca que 29% da população é analfabeta funcional, refletindo um desafio persistente no país. As tarefas digitais, como buscar filmes em streaming, evidenciam a falta de letramento digital, com apenas 9% de acertos. A pesquisa, que envolveu 2,5 mil pessoas, mostra que a inclusão digital é crucial para um futuro competitivo.

Apenas 52% dos jovens brasileiros de 19 a 24 anos completaram o ensino fundamental na idade certa, revelando desigualdades socioeconômicas e étnicas alarmantes, segundo a Fundação Itaú.

O Senac lançou a plataforma Orango, com cursos gratuitos e certificação, voltada para a geração Z, oferecendo conteúdos interativos em áreas como Marketing e Inteligência Artificial. A iniciativa visa democratizar a educação e atender às demandas do mercado, com cursos curtos e acessíveis, desenvolvidos a partir de pesquisa com jovens.

Em 2023, apenas 49,3% dos alunos do 2º ano do Ensino Fundamental estão alfabetizados, segundo o MEC. A queda em relação aos 56% anteriores levanta questões sobre a eficácia das políticas educacionais. A tecnologia, embora ofereça oportunidades, também apresenta riscos, como a distração e a superficialidade no aprendizado. A proibição do uso de celulares nas escolas visa mitigar esses problemas, mas enfrenta resistência cultural e desafios de implementação. A educação precisa equilibrar a alfabetização tradicional com o letramento digital para preparar as crianças para um futuro onde a tecnologia é uma aliada, não um obstáculo.

Estudo de Harvard e Chicago revela que conversas "descontextualizadas" entre pais e filhos pequenos melhoram a compreensão de textos na adolescência, destacando a importância do diálogo contínuo.