A autora clama por uma Política Nacional para a Primeira Infância, destacando a urgência de garantir educação de qualidade e combater a violência nas escolas, que reflete a falta de empatia na sociedade.

A educação no Brasil enfrenta desafios profundos, como a desigualdade de acesso e a qualidade entre instituições públicas e privadas. Recentemente, a autora destacou a urgência de uma Política Nacional para a Primeira Infância, enfatizando a necessidade de empatia e a crescente violência nas escolas. Investir em educação e respeito é fundamental para garantir um futuro melhor para as crianças.
A escola desempenha um papel crucial na formação de crianças e adolescentes, sendo um espaço onde se moldam identidades e futuros. A autora, que sempre foi uma aluna dedicada, reconhece que a educação tem um potencial transformador. No entanto, a meritocracia se torna uma falácia diante da brutal desigualdade de condições enfrentadas por estudantes em diferentes contextos socioeconômicos.
O acesso a um ensino público e gratuito de qualidade deve ser um direito fundamental, conforme garantido pela Constituição. A falta de uma política clara para a infância no Brasil impede que as crianças tenham acesso a direitos básicos, como saúde, educação e segurança alimentar. A autora ressalta que estamos próximos de estabelecer uma Política Nacional para a Primeira Infância, o que pode ser um passo significativo para a transformação social.
A violência nas escolas, que se manifesta em atitudes misóginas, racistas e capacitistas, é uma preocupação crescente. A falta de empatia entre adultos e a educação de crianças em um ambiente de conflito são alarmantes. É essencial que pais e educadores promovam a tolerância e o respeito como valores fundamentais na convivência. O Estado também deve valorizar as escolas e os professores, investindo em suas carreiras e condições de trabalho.
O futuro da sociedade depende do compromisso coletivo em priorizar a educação e a formação de cidadãos conscientes. A autora convoca todos a se engajarem em suas comunidades, colocando a educação e o respeito ao próximo como prioridades. A transformação social começa com ações concretas que valorizem a infância e a educação de qualidade.
Nesta conjuntura, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar a educação e o bem-estar das crianças devem ser incentivados, pois podem impactar positivamente a vida de muitos. É fundamental que todos se mobilizem para garantir que as futuras gerações tenham acesso a um ambiente educacional seguro e respeitoso.

O Ceará alcançou 85,3% de alfabetização infantil em 2025, superando a média nacional de 59,2%. O estado é modelo para 25 outros, com políticas educacionais que transformaram a realidade escolar.

O Ministério de Minas e Energia propõe reforma para abrir o mercado de energia a todos até 2028, ampliando gratuidade para famílias de baixa renda e modernizando tarifas. A medida visa aumentar a competição e democratizar o acesso à energia.

O Ministério da Educação (MEC) regulamentou a Educação a Distância (EAD), exigindo que cursos como Medicina e Direito sejam presenciais e estabelecendo novas regras para modalidades semipresenciais. A nova política visa garantir qualidade e interação no ensino superior.

A Faculdade Sesi de Educação abriu inscrições para o Vestibular 2026, com provas online em 1º de novembro e 340 vagas em seis licenciaturas. O resultado será divulgado em 8 de dezembro.
Mais de 130 residentes dos Programas de Residência em Áreas Profissionais da Saúde da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) se formaram em evento emocionante na Câmara Legislativa. A vice-governadora Celina Leão e outros representantes destacaram a importância da qualificação para o Sistema Único de Saúde (SUS) e o impacto positivo na sociedade.

Proposta de Código Brasileiro de Inclusão gera polêmica ao ameaçar revogar a Lei Brasileira de Inclusão, com críticas de especialistas e entidades sobre a perda de direitos. Audiências públicas estão em andamento.