A autora clama por uma Política Nacional para a Primeira Infância, destacando a urgência de garantir educação de qualidade e combater a violência nas escolas, que reflete a falta de empatia na sociedade.

A educação no Brasil enfrenta desafios profundos, como a desigualdade de acesso e a qualidade entre instituições públicas e privadas. Recentemente, a autora destacou a urgência de uma Política Nacional para a Primeira Infância, enfatizando a necessidade de empatia e a crescente violência nas escolas. Investir em educação e respeito é fundamental para garantir um futuro melhor para as crianças.
A escola desempenha um papel crucial na formação de crianças e adolescentes, sendo um espaço onde se moldam identidades e futuros. A autora, que sempre foi uma aluna dedicada, reconhece que a educação tem um potencial transformador. No entanto, a meritocracia se torna uma falácia diante da brutal desigualdade de condições enfrentadas por estudantes em diferentes contextos socioeconômicos.
O acesso a um ensino público e gratuito de qualidade deve ser um direito fundamental, conforme garantido pela Constituição. A falta de uma política clara para a infância no Brasil impede que as crianças tenham acesso a direitos básicos, como saúde, educação e segurança alimentar. A autora ressalta que estamos próximos de estabelecer uma Política Nacional para a Primeira Infância, o que pode ser um passo significativo para a transformação social.
A violência nas escolas, que se manifesta em atitudes misóginas, racistas e capacitistas, é uma preocupação crescente. A falta de empatia entre adultos e a educação de crianças em um ambiente de conflito são alarmantes. É essencial que pais e educadores promovam a tolerância e o respeito como valores fundamentais na convivência. O Estado também deve valorizar as escolas e os professores, investindo em suas carreiras e condições de trabalho.
O futuro da sociedade depende do compromisso coletivo em priorizar a educação e a formação de cidadãos conscientes. A autora convoca todos a se engajarem em suas comunidades, colocando a educação e o respeito ao próximo como prioridades. A transformação social começa com ações concretas que valorizem a infância e a educação de qualidade.
Nesta conjuntura, a união da sociedade pode fazer a diferença. Projetos que visam apoiar a educação e o bem-estar das crianças devem ser incentivados, pois podem impactar positivamente a vida de muitos. É fundamental que todos se mobilizem para garantir que as futuras gerações tenham acesso a um ambiente educacional seguro e respeitoso.

A Kultivi disponibiliza mais de 80 cursos gratuitos de idiomas, como inglês, espanhol, alemão, francês e Libras, com flexibilidade e certificados de conclusão. Essa iniciativa visa democratizar o aprendizado de línguas.

A Comissão Especial do Plano Nacional de Educação, liderada por Hugo Motta, busca ouvir a sociedade para criar um plano com metas claras até julho, visando transformar a educação no Brasil. A urgência é evidente, com dados alarmantes sobre alfabetização e evasão escolar.

MetrôRio atualiza aplicativo com recurso de acessibilidade para deficientes visuais, permitindo uso autônomo e eficiente do sistema metroviário. Iniciativa foi validada pelo Instituto Benjamin Constant.

Estão abertas as inscrições para a pós-graduação gratuita em Educação Matemática da Faculdade Sesi, voltada a professores da rede estadual de São Paulo e do Sesi-SP, com início em setembro de 2025. O curso, que oferece 360 horas de formação presencial, visa aprimorar metodologias colaborativas e resolver problemas matemáticos, beneficiando a qualidade do ensino. As inscrições vão até 2 de julho e a iniciativa busca formar 26 mil educadores até 2034, em parceria com a Secretaria da Educação do Estado de São Paulo.

O Governo de São Paulo oferece 1.460 vagas em cursos gratuitos do programa Qualifica SP, com inscrições até 4 de agosto. A prioridade é para jovens, pessoas com deficiência e desempregados. As aulas começam em 11 de agosto.

Estudantes enfrentam intensa pressão durante o vestibular, como Gabrielle Salis e Gabriel Jie Bang, que destacam a importância do equilíbrio entre estudos e saúde mental, além do apoio familiar.