O Governo do Distrito Federal anunciou um aumento nos repasses para creches conveniadas, visando melhorar a qualidade do atendimento e reduzir o déficit de vagas. O governador Ibaneis Rocha destacou que o investimento de 59,99% para Berçário I e 14,28% para Berçário II é estratégico para zerar a fila de 26 mil crianças fora do sistema. A secretária de Educação, Helvia Paranaguá, ressaltou que a medida corrige desigualdades nos repasses e deve atrair mais instituições para atender a demanda.

O Governo do Distrito Federal anunciou um pacote de medidas para aumentar o acesso à educação infantil e aprimorar a qualidade dos berçários conveniados. O governador Ibaneis Rocha assinou um decreto que eleva os repasses por aluno para as creches parceiras da rede pública. O aumento será de 59,99% para o Berçário I, passando para R$ 1.663, e de 14,28% para o Berçário II, que agora receberá R$ 1.188.
A secretária de Educação, Helvia Paranaguá, destacou que o maior impacto será no Berçário I, que atende crianças de até um ano e requer um número maior de profissionais. “Saímos de R$ 1.039,00 para R$ 1.663,00 nessa modalidade, que é a que mais demanda custos”, afirmou. Além disso, o valor do cartão creche também foi elevado, de R$ 920,00 para R$ 1.472,00.
Ibaneis Rocha ressaltou a importância de zerar a fila de espera por creches, que contava com 26 mil crianças fora do sistema quando ele assumiu o governo em 2019. Ele enfatizou a colaboração com a iniciativa privada, que resultou na criação do programa Cartão Creche, como uma estratégia para enfrentar essa demanda.
O governador classificou os novos investimentos como fundamentais para o futuro das famílias no DF. “Estamos investindo no futuro dessas crianças, que um dia estarão à disposição da sociedade”, declarou. A secretária Paranaguá também comentou que a medida corrige uma disparidade nos repasses, onde bebês recebiam o mesmo valor que crianças maiores, aumentando os custos para as instituições.
Com os novos valores, o governo espera atrair mais instituições para firmar convênios, especialmente nas etapas onde há maior déficit de vagas. “Agora, ficou interessante atender Berçário I e II, porque o recurso não cobria as despesas. Vamos ampliar a oferta onde mais precisamos”, completou Helvia.
Essas iniciativas demonstram um compromisso com a educação infantil e a melhoria das condições de atendimento. A união da sociedade civil pode ser crucial para apoiar projetos que visem garantir um futuro melhor para as crianças, contribuindo para que mais famílias tenham acesso a creches de qualidade.

A Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo abre inscrições para o vestibular do 2º semestre de 2025, com 435 vagas, sendo 280 para bolsistas. Inscrições até 10 de julho.

Proposta de Código Brasileiro de Inclusão gera polêmica ao ameaçar revogar a Lei Brasileira de Inclusão, com críticas de especialistas e entidades sobre a perda de direitos. Audiências públicas estão em andamento.

O Ministério da Educação regulamentou a educação a distância no ensino superior, exigindo formação avançada para docentes e atividades presenciais obrigatórias. Instituições têm dois anos para se adaptar.

Catarina, uma menina brasileira, é reconhecida como a leitora bilíngue mais jovem do país, fluente em inglês e com QI elevado. Especialistas alertam sobre a falta de avaliações para identificar superdotação.

A Universidade do Estado do Amazonas (UEA) abriu inscrições para 91 cursos gratuitos de graduação em 2026, incluindo um novo curso de Inteligência Artificial. As provas ocorrerão em outubro de 2025.

O comitê consultivo do Ministério da Educação (MEC) apresentou um relatório que propõe melhorias nas avaliações de alfabetização no Brasil, visando maior transparência e integração. A discrepância entre os índices de alfabetização, que variam de 49% a 56%, levanta questões sobre a confiabilidade dos dados. As recomendações incluem a padronização dos instrumentos de avaliação e a divulgação de diretrizes claras, reforçando o compromisso do governo com a alfabetização de crianças.