Na próxima sexta-feira, 25 de julho, celebra-se o Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha. Em um programa especial, Eliana, Bela Gil, Juliette e Erika Januza dialogaram com Sheron Menezes sobre autoestima e representatividade. A atriz destacou a influência de sua mãe na construção de sua autoestima e o impacto positivo de sua personagem em "Vai na Fé", que inspirou muitas mulheres.

Na próxima sexta-feira, 25 de julho, será celebrado o Dia Internacional da Mulher Negra, Latino-Americana e Caribenha. Em um programa especial, as apresentadoras Eliana, Bela Gil, Juliette e Erika Januza conversaram com a atriz Sheron Menezes sobre a construção da autoestima de pessoas negras, enfatizando a importância desse tema desde a infância.
No programa exibido na quarta-feira, 23 de julho, Sheron recordou o impacto positivo que sua personagem na novela "Vai na Fé" teve nos telespectadores. Ela mencionou que, para dar vida à Sol, buscou entender a vivência de diversas mulheres, incluindo as de sua própria família, para criar uma conexão genuína com o público.
Erika Januza destacou o poder da trama, que retrata uma mulher negra forte e decidida a se reinventar. Sheron, por sua vez, ressaltou que seu objetivo vai além de discutir preconceitos; ela busca inspirar outras pessoas e promover a representatividade. “Esse empoderamento vem do sangue: tenho uma mãe maravilhosa que construiu minha autoestima”, afirmou a atriz.
Nascida e criada em Porto Alegre, Sheron compartilhou que sua mãe sempre a incentivou a valorizar sua identidade e autoestima. Em contraste, Erika trouxe uma perspectiva diferente, relatando que, apesar de ter crescido em um ambiente familiar acolhedor, a questão da autoestima não era abordada com a mesma intensidade.
O diálogo entre as apresentadoras e Sheron Menezes evidencia a necessidade de discutir a autoestima e a representatividade de forma mais ampla, especialmente em um contexto onde a visibilidade de mulheres negras é crucial. A troca de experiências e vivências enriquece a conversa e promove um entendimento mais profundo sobre esses temas.
Nossa união pode fazer a diferença na promoção de projetos que valorizem a autoestima e a representatividade. Iniciativas que apoiem mulheres negras e suas histórias são essenciais para fortalecer a autoestima e inspirar futuras gerações.

A Comissão de Relações Exteriores da Câmara aprovou a 'lei Juliana Marins', que garante o translado gratuito de corpos de brasileiros falecidos no exterior para famílias em vulnerabilidade financeira. O projeto, que ainda precisa passar por outras comissões, visa aliviar o ônus financeiro que a atual legislação impõe às famílias.

Em julho, um milhão de famílias foram desligadas do Bolsa Família, reduzindo o total para 19,6 milhões. A pobreza caiu para 27,4% e a extrema pobreza para 4,4%, os menores índices em anos.

Lady Gaga retorna ao Brasil após mais de uma década com o show "Mayhem on the Beach" na Praia de Copacabana, no próximo sábado (3), após o cancelamento em 2017 por problemas de saúde. A apresentação simboliza a superação da cantora frente à fibromialgia, uma condição que afeta a qualidade de vida de muitos, especialmente mulheres.

O Instituto Palavra Aberta promove o Encontro Internacional de Educação Midiática em Brasília, abordando a segurança digital e a supervisão familiar após tragédias envolvendo crianças na internet. O evento, gratuito, ocorrerá em 22 e 23 de maio, reunindo especialistas para discutir a importância da educação midiática.

Ana Maria Gonçalves, autora de "Um Defeito de Cor", é a primeira mulher negra a ingressar na Academia Brasileira de Letras em 127 anos e busca aumentar a representatividade. Ela participará de um debate no Itaú Cultural sobre "Estudos Africanos de Gênero".

O Festival de Parintins, que ocorre de 30 de junho a 2 de julho, traz uma competição inovadora entre os bois Caprichoso e Garantido na coleta de assinaturas para um projeto de lei em defesa da Amazônia. Os bois disputam prêmios em dinheiro e acessos VIP ao festival, enquanto buscam mobilizar apoio para a destinação de terras a comunidades indígenas e extrativistas. A iniciativa, que já conta com mais de 300 mil assinaturas, visa alcançar 1,5 milhão até julho.