A Enel Foundation lançou o projeto Open Brazil Power, capacitando trinta jovens em energia e inovação, com foco na transição energética e inclusão de mulheres. O programa, em parceria com universidades, visa formar líderes no setor elétrico.

A Enel Foundation lançou o projeto Open Brazil Power, que visa capacitar trinta jovens brasileiros na área de energia, com foco na inovação e na transição energética. O programa, desenvolvido em parceria com a Sustainable Energy For All, tem como objetivo preparar os participantes para que o Brasil se torne um líder na transição energética. A iniciativa garante que pelo menos cinquenta por cento dos participantes sejam mulheres, promovendo a inclusão de gênero no setor.
O curso é dividido em dois módulos. O primeiro, que ocorre entre agosto e setembro de 2025, é realizado em colaboração com o Grupo de Estados do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Este módulo abordará temas como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), inovações tecnológicas, regulação e mercados de carbono. O segundo módulo, programado para o quarto trimestre de 2025, selecionará os participantes com melhor desempenho na primeira fase.
Durante o segundo módulo, os alunos terão a oportunidade de aprender com instituições renomadas, como as universidades italianas Politecnico di Torino, Politecnico di Milano e a escola de administração SDA Bocconi. As aulas abordarão tópicos como tecnologia avançada, economia climática e tomadas de decisão em cenários adversos, preparando os jovens para os desafios do setor energético.
As inscrições para o programa estão abertas até três de agosto de 2025 e são destinadas a jovens de vinte e quatro a vinte e cinco anos que tenham concluído programas de mestrado, MBA ou doutorado até julho de 2025. A fluência em inglês é um requisito essencial para a participação. O projeto se insere em um contexto global de crescimento das energias renováveis, que, segundo dados de 2023, emprega mais de dezesseis milhões de pessoas no mundo.
O Brasil, por sua vez, é o terceiro maior gerador de eletricidade renovável, respondendo por sete por cento da produção global. Projeções da Agência Internacional de Energia Renovável indicam que a transição energética pode gerar até cento e vinte e dois milhões de empregos até 2050, com a expectativa de que o Brasil crie até seis milhões de novos postos de trabalho até 2030, especialmente nas áreas de instalação de parques solares e eólicos.
Iniciativas como o Open Brazil Power são fundamentais para preparar a nova geração de profissionais para um setor em expansão. A união da sociedade civil pode ser um catalisador para o sucesso de projetos que visam a capacitação e a inovação no setor energético, contribuindo para um futuro mais sustentável e inclusivo.

Renato, um esportista saudável, foi diagnosticado com câncer de pulmão em 2019, desafiando o estigma de que apenas fumantes são afetados. Ele compartilha sua jornada e a evolução dos tratamentos, ressaltando a importância da conscientização.

O governo local anunciou um investimento de R$ 50 milhões para revitalizar parques e aprimorar o transporte público, buscando atender à crescente demanda e melhorar a qualidade de vida na cidade.

Mil cento e quarenta e oito alunos do RenovaDF se formaram, com o governador anunciando a ampliação de vagas para o próximo ciclo, destacando o impacto social do programa. O RenovaDF, maior programa de capacitação profissional do Brasil, formou sua primeira turma de 2025, promovendo a recuperação de espaços públicos e oferecendo novas oportunidades a moradores em situação vulnerável.

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) iniciou a Agenda Bienal de Ação Integrada 2025-2026, visando beneficiar 258 municípios e promover o desenvolvimento regional. O programa Cidades Intermediadoras busca interiorizar o crescimento e aliviar a pressão sobre as metrópoles, conectando cidades e ampliando oportunidades.

No Hospital de Apoio de Brasília, o voluntariado é essencial para proporcionar dignidade e conforto a pacientes em cuidados paliativos, promovendo momentos significativos até a despedida. A coordenadora Socorro Martins Lima destaca que o apoio emocional e as atividades realizadas são fundamentais para pacientes e familiares, desmistificando a ideia de que cuidados paliativos significam "deixar morrer".

Casal homoafetivo conquista a retificação do registro civil da filha, garantindo a dupla maternidade após ação da Defensoria Pública do DF contra a recusa do cartório. A decisão reafirma direitos e a formação da família.