Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, firmou parceria com a Igreja para construir um refeitório próximo aos Arcos da Lapa, visando melhorar as condições de alimentação para cerca de 200 pessoas em situação de rua.

Diariamente, cerca de duzentas pessoas em situação de rua se reúnem nas proximidades dos Arcos da Lapa, muitas vezes enfrentando condições adversas, como a chuva, em busca de refeições oferecidas por missionárias. Essa realidade, que se repete, destaca a necessidade urgente de soluções para melhorar as condições de vida dessas pessoas.
Recentemente, Aloizio Mercadante, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), anunciou um acordo com a Igreja para a construção de um refeitório na região. O objetivo é proporcionar um espaço onde essas pessoas possam aguardar e fazer suas refeições de forma mais digna e confortável.
Além da construção do refeitório, Mercadante também planeja discutir com o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, um projeto de reforma dos Arcos da Lapa e da área circundante. Essa iniciativa visa revitalizar um dos símbolos históricos da cidade, ao mesmo tempo em que busca melhorar as condições de vida dos que ali se encontram.
A proposta de um refeitório é um passo importante para garantir que as pessoas em situação de rua tenham acesso a refeições em um ambiente mais adequado. A construção desse espaço pode ser um modelo de como a sociedade civil e as instituições podem trabalhar juntas para enfrentar a questão da pobreza e da exclusão social.
O projeto não apenas atenderá a uma necessidade imediata, mas também poderá servir como um ponto de partida para outras iniciativas sociais. A reforma dos Arcos da Lapa pode atrair mais atenção para a situação das pessoas em situação de rua, incentivando a comunidade a se mobilizar em busca de soluções sustentáveis.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a encontrar um caminho para a dignidade e a inclusão. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, que pode se engajar em ações que promovam melhorias significativas na vida de quem mais precisa.

O Teatro da Ilha será inaugurado em 4 de setembro com show de Dilsinho e apresentação da Orquestra Light da Rocinha, prometendo se tornar um polo cultural na região. O espaço, reformado pela Light e a Secretaria Estadual de Cultura, contará com uma programação diversificada nos próximos meses.

Iniciaram as gravações do documentário "A Engenharia do Crime", que examina o impacto do rompimento da barragem da Vale em Brumadinho, focando nas famílias das vítimas e na memória coletiva. A produção, dirigida por Fernanda Araújo, é baseada no livro-reportagem de Murilo Rocha e Lucas Ragazzi.

No dia 24 de julho de 2025, o Museu da República sediará o 2º Encontro Nacional da Rede MultiAtores MUDE com Elas, reunindo diversos setores para discutir desigualdades enfrentadas por mulheres negras no trabalho. O evento, parte do Festival Latinidades, visa promover escuta e articulação de soluções, destacando a taxa de desemprego de 16% entre jovens mulheres negras e a alta informalidade de mais de 40%. A programação inclui painéis sobre políticas públicas e intervenções artísticas, reforçando a importância do protagonismo jovem.

Neste sábado (9), às 9h, a Casa de Cura em Vargem Grande receberá o Circuito Helinho, uma corrida inclusiva para crianças típicas e atípicas, idealizada por Isabel André e Angélica. O evento visa promover empatia e inclusão desde a infância, com inscrições gratuitas via Instagram.

A Câmara dos Deputados aprovou a proibição do uso de animais vertebrados em testes de produtos de higiene e cosméticos, aguardando a sanção do presidente Lula. O relator, Ruy Carneiro, destaca que métodos alternativos são éticos e eficazes.

Durante a Campus Party Brasília, mulheres como Mayara Marques e Yasmin Costa destacaram a importância da representatividade feminina na tecnologia, apresentando projetos inovadores como o aplicativo Aurora, que visa aumentar a segurança de mulheres. A participação feminina no setor permanece crítica, com apenas 0,07% das profissionais atuando na área, refletindo a necessidade urgente de incentivo e inclusão.