A prática de yoga ao ar livre em São Paulo tem se expandido, promovendo saúde e conexões sociais em parques. Iniciativas como Maha Karma Yoga e Yoga Lá Fora oferecem aulas gratuitas, fortalecendo a comunidade.

Em São Paulo, a prática de yoga ao ar livre tem se tornado uma tendência crescente, promovendo saúde e bem-estar em espaços públicos. Iniciativas como Maha Karma Yoga e Yoga Lá Fora oferecem aulas gratuitas em parques, incentivando a inclusão e a conexão social entre os participantes. Esses eventos não apenas proporcionam exercícios físicos, mas também fortalecem laços comunitários, criando um ambiente de apoio mútuo e amizade.
As aulas de yoga ao ar livre são acessíveis a todos. Para participar, basta levar um tapete e se juntar aos grupos que se reúnem em locais como o Parque Ibirapuera, Parque Buenos Aires e Parque da Juventude. Essas práticas são guiadas por instrutores que valorizam o bem-estar integral, promovendo não apenas a saúde física, mas também o vínculo social e a presença consciente.
O Maha Karma Yoga, um projeto social voluntário, democratiza a prática de yoga, formando professores para atuar em comunidades carentes. As aulas ocorrem em diversos parques, como o Ibirapuera e a Aclimação, em horários variados. Já o Yoga Lá Fora, promovido pela Casa Luna Yoga, oferece aulas mensais no Parque Buenos Aires, focando em técnicas de respiração e equilíbrio.
Outra opção é a Yoga no Parque Sabesp Sumaré, que realiza aulas aos sábados, às 10h, com o objetivo de revitalizar e promover o bem-estar. O Parque Burle Marx também abriga aulas gratuitas do Yogart, que acontecem no segundo domingo de cada mês. Essas iniciativas têm atraído pessoas em busca de novas conexões e experiências enriquecedoras.
Para participar, os interessados devem seguir os perfis das iniciativas nas redes sociais para se manter informados sobre datas e locais. É recomendado chegar cedo para socializar, já que muitos participantes vão sozinhos em busca de novas amizades. A prática de yoga ao ar livre se apresenta como uma alternativa poderosa para combater a solidão e o estresse, promovendo um ambiente acolhedor e inclusivo.
Essas iniciativas demonstram como a união e o apoio da comunidade podem transformar a vida das pessoas. Projetos como esses devem ser estimulados pela sociedade civil, pois têm o potencial de impactar positivamente a saúde e o bem-estar de muitos. Ao apoiar essas ações, podemos contribuir para um futuro mais saudável e conectado.

Relatório do Conselho Federal de Psicologia (CFP) expõe condições desumanas em 42 manicômios judiciários, revelando superlotação, tortura e mortes, desafiando a Política Antimanicomial do CNJ.

A Sabesp finalizou quatro novas usinas fotovoltaicas, aumentando sua capacidade de geração e prevendo 85% de matriz renovável até 2027, além de iniciar projetos de usinas flutuantes. As usinas, localizadas em diferentes regiões de São Paulo, custaram cerca de R$ 30 milhões e têm capacidade total para suprir o consumo de 403 unidades operacionais. A diretora-executiva Luciane Domingues destaca que a iniciativa visa reduzir custos e promover a sustentabilidade, com a expectativa de que os benefícios sejam repassados aos consumidores em 2029.

Um estudo da Mercer revela que preocupações financeiras fazem profissionais perderem em média 6 horas de trabalho por mês, contribuindo para o aumento do burnout no Brasil, onde 42% da população adulta está inadimplente.

A OAB-RJ lançou inscrições para o primeiro curso de delegados de direitos humanos, com 33 vagas, visando capacitar advogados na defesa dos direitos humanos. O curso, gratuito e exclusivo para membros da OAB-RJ, ocorrerá em 28 de julho e contará com professores especializados.

A Câmara Juvenil do Rio propõe leis para proteger crianças e adolescentes após denúncias de assédio e saúde mental. Projetos incluem o "Programa Não é Não" e saúde mental nas escolas, defendidos por jovens vereadores.

Ministra Sonia Guajajara destaca avanços do Ministério dos Povos Indígenas e desafios na COP30. Em celebração ao Dia dos Povos Indígenas, a ministra ressaltou a importância do ministério na valorização das demandas históricas dos povos indígenas e a urgência de suas ações. O ministério se prepara para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, buscando garantir que as vozes indígenas sejam ouvidas e suas necessidades atendidas.