Trinta enfermeiros da Secretaria de Saúde do Distrito Federal participaram do 2º Workshop de Atualização em Suporte Básico e Avançado de Vida, focando em RCP e atendimento humanizado. A capacitação, em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, visa aprimorar o atendimento em emergências e será replicada por participantes em suas unidades.

Trinta enfermeiros da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) participaram, no dia sete de maio, do 2º Workshop de Atualização em Suporte Básico e Avançado de Vida, realizado em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). O evento, que ocorreu em um dos hospitais da rede pública, focou nas diretrizes atualizadas para a realização de manobras de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) e outros procedimentos essenciais no atendimento a pacientes em situações críticas.
A gerente de Enfermagem da Atenção Hospitalar e das Urgências, Ruana Leite Chaves, destacou a importância do workshop para os profissionais que atuam em urgências e emergências. “Esse workshop é crucial para garantir que saibam agir de forma rápida e eficaz nas situações críticas. A educação continuada é a chave para garantir que todos os profissionais se mantenham preparados”, afirmou.
Os enfermeiros que participaram do curso atuarão como multiplicadores do conhecimento adquirido em suas respectivas unidades. Além das técnicas de RCP, o treinamento também enfatizou a importância do atendimento humanizado, com o objetivo de melhorar a qualidade do atendimento nas emergências. “A atualização dos servidores impacta diretamente na qualidade do atendimento prestado nas emergências”, completou Ruana.
O curso foi ministrado pelo subtenente André Rodrigues, do Grupamento de Atendimento de Emergência Pré-Hospitalar do CBMDF. Ele ressaltou a gravidade das paradas cardíacas e a necessidade de um treinamento adequado para a execução de procedimentos como compressões torácicas e ventilação. A parceria entre o CBMDF e a SES-DF seguirá com a terceira turma do curso, prevista para o segundo semestre deste ano.
A enfermeira Ediana Pereira de Oliveira, supervisora do Hospital Regional de Planaltina, enfatizou a relevância da capacitação para manter a equipe atualizada. “Temos um recurso humano que já atua há vários anos na SES-DF e, por isso, a importância da educação continuada”, disse. Ela será responsável por disseminar o conteúdo do curso entre os colegas do pronto-socorro da unidade.
Além de profissionais de Planaltina, enfermeiros de outros hospitais da rede pública, como Gama, Sobradinho, Brazlândia, Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Guará, Asa Norte, Materno Infantil, São Vicente de Paulo e Região Leste, também participaram do workshop. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, pois a capacitação contínua dos profissionais de saúde é fundamental para salvar vidas e melhorar o atendimento à população.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, entrega obras hídricas em Banabuiú e Aracoiaba, beneficiando 280 mil pessoas com um sistema adutor e 1.800 moradores com dessalinização.

O Núcleo de Pesquisa Pescado para Saúde, criado em outubro de 2022 com apoio da FAPESP, revela que o consumo de pescado em São Paulo é baixo, destacando a tilápia como a preferida. O centro investiga formas de enriquecer o valor nutricional do pescado e busca genes que aumentem o ômega-3 na tilápia, visando melhorar a saúde e diversificar a alimentação.

A chef e restauratrice Danielle Dahoui defende que a equipe deve ser priorizada em um negócio, ressaltando a conexão entre política e gastronomia. Ela criou o projeto social Casa das Chefs para capacitar mulheres no setor.

Leis que proíbem produtos ultraprocessados em escolas melhoraram a alimentação de crianças, segundo estudo da Fiocruz e universidades. Cidades com regulamentações apresentaram melhor Índice de Saudabilidade.

A solidão é comparada ao efeito de fumar 15 cigarros diários, segundo o professor Leandro Freitas, que alerta sobre seus impactos na saúde cerebral e o aumento do risco de demência. Ele critica a eficácia das redes sociais em combater a solidão, enfatizando que a interação física é insubstituível.

A Rede Nacional de Doenças Raras (RARAS) divulgou um estudo inédito sobre 12.530 pacientes, revelando desafios e características demográficas de quem vive com doenças raras no Brasil. O estudo, publicado no Orphanet Journal of Rare Diseases, destaca a importância da colaboração entre centros especializados para melhorar o acesso ao diagnóstico e à qualidade de vida dessa população.