A 2ª edição do Prêmio cRio ESPM de Economia Criativa foi lançada, com inscrições até 6 de julho. A iniciativa, da Fundação Roberto Marinho e da ESPM, visa reconhecer projetos que impactem o Rio de Janeiro. Serão três categorias, incluindo uma nova sobre Ambiente e Clima, com prêmios de R$ 5 mil. Os vencedores serão anunciados em novembro, destacando a importância da economia criativa para o desenvolvimento sustentável da região.

A Fundação Roberto Marinho, em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), anunciou a 2ª edição do Prêmio cRio ESPM de Economia Criativa. O evento, que ocorre nesta quarta-feira, visa reconhecer estudos acadêmicos, empreendimentos criativos e projetos inovadores que contribuam para o desenvolvimento socioeconômico, cultural e ambiental da região metropolitana do Rio de Janeiro. As inscrições estão abertas até 6 de julho e podem ser realizadas no site da ESPM.
Os trabalhos premiados terão a chance de serem publicados em um e-book ou receber um prêmio em dinheiro de R$ 5 mil, dependendo da categoria. A diretora do prêmio, Sandra Sanches, destacou que a iniciativa busca valorizar ideias e projetos com potencial transformador para as realidades locais, enfatizando a importância da economia criativa como motor de inovação e progresso social.
João Alegria, secretário-geral da Fundação Roberto Marinho, reforçou o compromisso da instituição em apoiar trajetórias criativas que emergem dos territórios. Ele ressaltou que a escola digital co.liga, da fundação, é uma das principais estratégias para fomentar a economia criativa, ajudando as juventudes a se expressarem e a melhorarem seus ambientes de vida.
O prêmio contará com três categorias: duas fixas, uma voltada para estudos e pesquisas e outra para empreendimentos criativos, além de uma categoria especial que varia a cada edição. Este ano, a novidade é a categoria especial Ambiente e Clima, alinhada com as discussões climáticas globais, especialmente considerando que 2023 é o ano da COP30.
Serão distribuídos um total de dezessete prêmios, sendo oito para estudos e pesquisas, oito para empreendimentos criativos e um na categoria especial. Os vencedores serão anunciados em uma cerimônia marcada para 7 de novembro. Os trabalhos premiados na categoria de estudos e pesquisas serão compilados em uma publicação especial, reforçando o compromisso da ESPM com a disseminação do conhecimento.
Iniciativas como essa são fundamentais para estimular a criatividade e a inovação na sociedade. A união em torno de projetos que valorizam a economia criativa pode fazer a diferença na transformação de realidades locais, promovendo um impacto positivo na comunidade. Juntos, podemos apoiar e incentivar soluções que beneficiem nosso território e suas pessoas.

O Observatório de Violência Obstétrica do Paraná registrou 83 denúncias entre outubro de 2022 e outubro de 2024, com destaque para a violência emocional. Análise das ocorrências será divulgada em breve.

O influenciador Felca ganhou notoriedade ao denunciar a sexualização infantil nas redes sociais, destacando a responsabilidade dos algoritmos e a cumplicidade dos pais. Apesar de mulheres como Sheylli Caleffi já abordarem o tema, sua voz só foi ouvida após a intervenção masculina.

O palacete de Jorge Brando Barbosa, conhecido como "Taj Mahal carioca", será transformado no Instituto Light de Cultura e Meio Ambiente, ampliando sua contribuição cultural e ambiental no Jardim Botânico.

Durante a Bienal do Livro, de 13 a 22 de junho, crianças da Rocinha participarão do projeto "Balaio de Livros", promovendo a leitura com apoio do Centro de Criação de Imagem Popular, fundado por Paulo Freire.

Dados do Instituto Data Favela revelam que as favelas brasileiras geram R$ 300 bilhões anuais, superando a renda de 22 estados. A pesquisa mostra otimismo e prioridades em beleza e educação entre os moradores.

Sueli Carneiro, escritora e ativista, foi homenageada com o Prêmio Faz Diferença 2024 na categoria Diversidade, destacando sua luta por direitos historicamente negligenciados. O reconhecimento simboliza avanços na inclusão social no Brasil.