Escola Serpro Cidadão Digital oferece curso gratuito de Braille para não cegos, promovendo inclusão e acessibilidade. Inscrições abertas na plataforma online.
A Escola Serpro Cidadão Digital está com inscrições abertas para um curso gratuito de Braille destinado a não cegos. Essa iniciativa, que visa promover a comunicação inclusiva e a acessibilidade, é uma oportunidade para ampliar a conscientização sobre a importância da inclusão de pessoas cegas na sociedade. O curso é acessível a todos e ensina a ler e escrever em Braille, além de abordar a relevância da acessibilidade.
As aulas são totalmente online e podem ser acessadas a qualquer momento, permitindo que os alunos avancem no conteúdo no seu próprio ritmo. Ao final do curso, os participantes recebem um certificado, garantindo a autonomia no aprendizado. A formação é autoinstrucional e pode ser iniciada a qualquer momento, bastando acessar a plataforma cidadaodigital.serpro.gov.br para se inscrever.
O conteúdo do curso inclui tópicos como leitura e escrita em Braille, a importância da acessibilidade e práticas que ajudam na inclusão de pessoas cegas no cotidiano. Essa flexibilidade nas aulas é um diferencial, pois permite que cada aluno organize seu tempo de estudo conforme sua disponibilidade.
A Escola Serpro Cidadão Digital foi lançada em junho do ano passado como uma plataforma de educação online gratuita, com o objetivo de capacitar a sociedade no uso crítico e consciente da tecnologia. A iniciativa se alinha ao compromisso do Serpro em promover inclusão e transformação sociodigital, oferecendo cursos que abrangem diversas áreas do conhecimento.
Além do curso de Braille, a plataforma oferece trilhas de conhecimento em tecnologia, desenvolvimento pessoal e profissional, webinários e podcasts sobre Governança, Riscos, Compliance e Integridade (GRCI), além de debates sobre ESG, que envolvem questões ambientais, sociais e de governança.
Iniciativas como essa são fundamentais para a construção de uma sociedade mais inclusiva. A união da sociedade civil pode ser um grande impulso para projetos que promovem a acessibilidade e a inclusão, garantindo que todos tenham a oportunidade de participar plenamente da vida social e cultural.
Lula criticou Jair Bolsonaro por não comparecer à sua posse, afirmando que ele "fugiu como um rato". O presidente anunciou R$ 1,17 bilhão em investimentos em educação para comunidades indígenas e quilombolas.
Estudantes enfrentam crescente dificuldade de concentração, agravada pela pandemia e uso excessivo de celulares. Educadores propõem práticas para recuperar essa habilidade essencial para os vestibulares.
A Escola Técnica Agropecuária Engenheiro Salvador Arena (ETASA) abre inscrições para o curso técnico gratuito em agropecuária, com 40 vagas disponíveis até 20 de junho. A iniciativa visa apoiar estudantes em vulnerabilidade social com bolsas de permanência, transporte e alimentação.
Em 2024, apenas 76% dos adolescentes de 15 a 17 anos estão no ensino médio, abaixo da meta de 85% do Plano Nacional de Educação. O programa Pé-de-Meia busca reduzir a evasão escolar, que caiu para 3,6%.
O Sesi-São Paulo lança programas como Passaporte para o Futuro, Universitário e Futuro Professor, visando reverter o desinteresse educacional de 8,9 milhões de jovens no Brasil. Essas iniciativas oferecem bolsas e apoio financeiro, promovendo a conexão dos estudantes com suas aspirações e o mercado de trabalho.
Estudantes como Savana Carvalho e Livia Loback utilizam redes sociais para compartilhar rotinas de estudo e acessar materiais, enquanto a professora Laura Rocha busca desmistificar o vestibular para alunos vulneráveis.