Estefania Campos, cofundadora da B.Nano, foi premiada no Brics Women’s Startups Contest 2025 na categoria Agricultura e Segurança Alimentar, destacando uma solução inovadora para o cultivo de milho. A startup, que utiliza nanotecnologia, promete aumentar a produtividade em até 26 sacas por hectare, gerando um lucro de R$ 2 mil por hectare.

Estefania Campos, cofundadora da B.Nano Soluções Tecnológicas, foi premiada no Brics Women’s Startups Contest 2025, destacando-se na categoria Agricultura e Segurança Alimentar. O concurso, que recebeu mais de mil inscrições de 21 países, visa promover o empoderamento feminino e o intercâmbio global entre startups. A B.Nano, que atua no manejo agrícola com nanotecnologia, foi uma das três vencedoras na subcategoria de estágio inicial, recebendo apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE) da FAPESP.
A B.Nano foi criada em 2022 como uma startup spin-off do Laboratório de Nanotecnologia Ambiental da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e conta com a colaboração do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Nanotecnologia para Agricultura Sustentável (INCT NanoAgro). A empresa é liderada por Estefania Campos, Anderson Pereira e Jhones Oliveira, que desenvolveram uma solução nanoestimulante para potencializar o crescimento de milho.
A tecnologia inovadora da B.Nano utiliza um sistema de encapsulamento de ingredientes ativos, que estimula o crescimento das plantas e aumenta a produtividade. A aplicação da solução no tratamento de sementes e na pulverização foliar pode gerar um lucro de aproximadamente R$ 2 mil por hectare. Testes em campo indicam que os nanoestimulantes da startup podem ampliar a produção em cerca de 26 sacas por hectare.
As experimentações realizadas na região de Sorocaba demonstraram que a solução da B.Nano não apenas atribui vitalidade às plantas, mas também promove um aumento superior a 14% na produtividade das lavouras. Além da inovação voltada para o milho, a empresa possui patentes relacionadas ao desenvolvimento de sistemas de liberação sustentada de ingredientes ativos, incluindo nano(bio)pesticidas e microencapsulação para biocontrole e bioestimulação.
O reconhecimento de Estefania Campos no Brics Women’s Startups Contest 2025 ressalta a importância da inovação e do empreendedorismo feminino no setor agrícola. A premiação não apenas valoriza o trabalho da B.Nano, mas também destaca a relevância da nanotecnologia na busca por soluções sustentáveis para a agricultura. A iniciativa é um exemplo de como a pesquisa e a tecnologia podem se unir para transformar práticas agrícolas e aumentar a segurança alimentar.
Iniciativas como a da B.Nano merecem ser apoiadas e divulgadas, pois representam um avanço significativo na agricultura sustentável. A união da sociedade civil pode impulsionar projetos inovadores que buscam melhorar a produtividade agrícola e promover a segurança alimentar, beneficiando tanto os produtores quanto a comunidade em geral.

Apesar de bilhões em royalties do petróleo, Presidente Kennedy e Campos dos Goytacazes enfrentam pobreza, corrupção e infraestrutura deficiente, com a população sem acesso a serviços básicos essenciais.

O governo do Pará planeja antecipar a operação da Aegea no saneamento de Belém para setembro, visando garantir serviços adequados durante a COP30. A empresa já realiza investimentos na infraestrutura local.

O Brasil voltou a ser um dos 20 países com mais crianças não vacinadas, com 229 mil sem imunização em 2024, segundo dados da OMS e UNICEF. A cobertura vacinal não atingiu 90% para nenhuma das 17 vacinas monitoradas.

Levantamento do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social revela que cerca de dois mil programas sociais utilizam o Cadastro Único, com 19 estados implementando políticas de transferência de renda semelhantes ao Bolsa Família. A falta de coordenação entre os níveis de governo gera críticas, enquanto especialistas destacam a importância de um mapeamento nacional para garantir a eficácia e sustentabilidade dessas iniciativas.

O Maracanã está construindo duas salas sensoriais para atender até dezoito pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) durante os jogos, com inauguração prevista para o fim de setembro. Essas salas, determinadas por lei municipal, proporcionarão suporte especializado e acompanhamento, promovendo inclusão e acessibilidade no estádio.

A fusão entre a SERAC e a BHub cria um ecossistema empresarial inovador no Brasil, focado no empoderamento feminino e na transformação digital. Com mais de 10 mil clientes e um assistente inteligente, o projeto visa dar voz e autonomia a mulheres no setor.