Estudo do Blis Data revela que 60% dos 25 mil participantes buscam cannabis medicinal para tratar estresse crônico, com alta incidência de crises de pânico e insônia, especialmente entre homens de 40 anos.

Um levantamento inédito do Blis Data revela que o estresse é a principal queixa entre brasileiros que buscam tratamentos com cannabis medicinal. A pesquisa, realizada com 25 mil participantes, será divulgada em agosto e mostra que cerca de 60% dos entrevistados relatam estar em estado de estresse crônico. Além disso, 66% afirmam acordar estressados e 40% enfrentam crises de pânico.
Os dados coletados ao longo deste ano indicam que mais de 15 mil pessoas estão lidando com o estresse crônico. Outros sintomas preocupantes foram identificados: 51% dos participantes relataram falhas de memória e 43% enfrentam tristeza quase diariamente. O estudo também aponta que o pico de sofrimento emocional se concentra na faixa etária dos 40 anos, onde insônia, ansiedade e burnout são mais intensos.
Entre os que se sentem esgotados, 65,3% são homens. A maioria dos participantes leva uma vida ativa, com 90% trabalhando, 70% casados, 37% com filhos e 71% praticando atividades físicas. No entanto, muitos também consomem medicamentos (55%) e álcool (53%) com frequência, o que pode agravar ainda mais a situação.
As cidades que lideram os registros de estresse são São Paulo, Brasília, Belo Horizonte, Florianópolis e Curitiba, com Campinas (SP) em seguida. Proporcionalmente, o Distrito Federal apresenta o maior índice de esgotamento emocional, destacando a necessidade de atenção a essa questão em nível nacional.
Esses dados revelam um cenário alarmante sobre a saúde mental da população brasileira, especialmente em um momento em que a busca por tratamentos alternativos, como a cannabis medicinal, está em ascensão. A pesquisa do Blis Data traz à tona a urgência de se discutir e implementar políticas públicas que abordem o estresse e suas consequências.
É fundamental que a sociedade civil se mobilize para apoiar iniciativas que visem melhorar a saúde mental e o bem-estar dos brasileiros. Projetos que promovam a conscientização e ofereçam suporte a pessoas em situações de estresse e ansiedade podem fazer uma diferença significativa na vida de muitos. Nossa união pode ajudar os menos favorecidos a encontrar o apoio necessário para enfrentar esses desafios.

Ingrid Aparecida Batista do Carmo, após um transplante de fígado em dezembro de 2024, renova suas esperanças e planos de vida, enquanto o DF registra aumento de quase 4% em transplantes no primeiro semestre de 2025.

Pesquisadores da Universidade de Fukui identificaram que níveis de diHETrE no sangue do cordão umbilical podem prever o risco de autismo, com implicações para intervenções gestacionais. O estudo, que analisou 200 crianças, sugere que a dosagem desse ácido graxo pode auxiliar na identificação precoce do Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Boletim da Fiocruz revela aumento contínuo de hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil, especialmente entre crianças e idosos, com exceção de Tocantins, que apresenta queda significativa.

Câncer é uma das principais causas de morte global, com mais de 10 milhões de óbitos anuais. Tipos silenciosos, como os de esôfago, pâncreas e ovário, exigem atenção a sintomas iniciais e exames regulares.

Em 2024, mais de 344 mil idosos foram internados no SUS devido a quedas, resultando em 13,3 mil óbitos. Especialistas recomendam adaptações no lar para prevenir acidentes e garantir a segurança dessa população.

Isabel Veloso, influenciadora digital, enfrenta críticas após manifestar desejo de ter outro filho enquanto luta contra linfoma de Hodgkin. Ela reflete sobre julgamentos e maternidade.