Em 2025, a expedição Muiraquitã da FMUSP levará saúde e inovação à Amazônia, utilizando o barco-hospital Abaré para enfrentar desigualdades em saúde e formar médicos comprometidos com a justiça social.

O ano de 2025 marcará um novo capítulo na atuação da saúde na Amazônia, com o lançamento da expedição Muiraquitã, liderada pela disciplina de Emergências Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP). A expedição utilizará o barco-hospital Abaré para realizar uma jornada fluvial pelo Baixo Tapajós, no Pará. O objetivo é integrar ensino, pesquisa e inovação, promovendo justiça social e valorização da cultura local, com o apoio do Ministério do Turismo.
A expedição Abaré 2025 não se limita a ações assistenciais. Ela representa uma transformação na formação médica e na atuação científica, levando a universidade pública a regiões onde o Estado tem pouca presença. A Amazônia, com suas graves desigualdades em saúde, foi escolhida como cenário para essa missão, que busca melhorar o acesso a cuidados médicos e reduzir índices alarmantes de morbimortalidade.
O barco-hospital Abaré, em operação desde dois mil e seis, é equipado com consultórios, sala de procedimentos, laboratório e farmácia, funcionando como um hospital de pequeno porte. A nova missão propõe um avanço qualitativo, incorporando telemedicina, prontuário eletrônico e dispositivos de ultrassom, permitindo que até noventa por cento dos atendimentos sejam realizados localmente.
Durante a expedição, professores, alunos e profissionais de saúde trabalharão juntos, promovendo rodas de discussão clínica em tempo real e oficinas interprofissionais. As atividades incluirão educação em saúde nas comunidades, com foco em ética, cuidado culturalmente sensível e justiça social, preparando os estudantes para liderar mudanças no sistema de saúde brasileiro.
Os dados coletados durante a expedição serão feitos com consentimento ético e em parceria com a Universidade Federal do Oeste do Pará (UFOPA), garantindo que os resultados sejam devolvidos às comunidades. A proposta também visa fortalecer a inovação em áreas remotas, com o Abaré servindo como modelo para futuras missões que combinem mobilização física e recursos digitais.
A missão Abaré 2025 é um exemplo do que uma universidade pública deve ser: uma ponte entre excelência acadêmica e compromisso social. Projetos como esse precisam do apoio da sociedade civil para que a Amazônia e outras regiões marginalizadas do Brasil recebam a atenção necessária em saúde, ciência e educação. Nossa união pode fazer a diferença na vida de muitos.

Nei Lopes, aos 83 anos, lançou o "Dicionário de direitos humanos e afins" na Flip 2025, criticando a atual lógica do carnaval e destacando a importância da convivência comunitária. Ele também trabalha em uma autobiografia e uma obra sobre religiões afro-americanas.

O Instituto Burburinho Cultural inaugura unidade do projeto Engenhoka na escola municipal Orlando Villas Boas, oferecendo curso de robótica e arte e doando 5.400 livros. A iniciativa visa reconectar jovens à educação.

Estudo da Santa Casa e UFCSPA revela que laboratórios internos para testagem de covid-19 aumentaram a eficiência e reduziram custos, evitando afastamentos desnecessários de profissionais de saúde. A pesquisa analisou dados de mais de 10 mil testes realizados, mostrando que resultados rápidos evitaram perdas significativas de jornadas de trabalho e custos elevados.

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, anunciou a ampliação das obras da transposição do Rio São Francisco, visando dobrar a oferta de água no Nordeste. O projeto inclui novas barragens e sistemas de dessalinização, reforçando a segurança hídrica e o desenvolvimento econômico da região.

Governo de São Paulo e Prefeitura iniciam negociações para compensar 38 comerciantes da Favela do Moinho, visando reinserção comercial e auxílio-moradia. A comunidade enfrenta riscos e promessas não cumpridas.

O governo do Ceará intensificará as obras do Cinturão das Águas, aumentando o número de máquinas e trabalhadores, com conclusão prevista para junho de 2024, beneficiando 800 mil pessoas. Com um avanço físico de 83,49%, o projeto, que conta com R$ 2 bilhões em investimentos, visa garantir segurança hídrica na região, abrangendo também a Grande Fortaleza.