Começou em Paris a Expo Favela Innovation 2025, promovida pela Central Única das Favelas (Cufa), reunindo empreendedores e investidores para discutir inovações sociais e culturais. O evento destaca a resiliência e criatividade das comunidades, com estandes de empreendedores e uma programação diversificada.

Começou em Paris, no dia quatro de julho de dois mil e vinte e cinco, a Expo Favela Innovation 2025, um evento promovido pela Central Única das Favelas (Cufa). O encontro, que ocorre no Teatro de la Concorde, reúne empreendedores, investidores e artistas para discutir inovações nas favelas, promovendo a igualdade social. Durante dois dias, o evento apresenta projetos que surgem em comunidades com desafios sociais e econômicos, destacando a criatividade e a resiliência dos participantes.
A escolha do local é simbólica, segundo Karina Tavares, organizadora do evento. Ela explica que, no Brasil, a Expo Favela ocorre em áreas centrais para valorizar as criações das periferias, que muitas vezes não recebem a devida atenção. A programação inclui mesas-redondas, workshops, concertos e exposições de inovações nas áreas de tecnologia, arte, gastronomia e bioeconomia, com empreendedores mostrando seus trabalhos em estandes.
Entre os participantes, Tatiane Moraes, da favela da Tinga em Porto Alegre, trouxe seu projeto de fabricação de sabão artesanal, que também aborda a educação ambiental. Ela destaca a importância de conscientizar sobre o descarte correto de óleo, que pode contaminar grandes volumes de água. A presença de empreendedores como Tatiane em um evento internacional é um marco significativo para a visibilidade das iniciativas nas favelas.
Celso Athayde, fundador da Cufa, enfatiza que a Expo não visa apenas celebrar a existência das favelas, mas reconhecer a resiliência e o desenvolvimento das pessoas que nelas habitam. Ele ressalta que é fundamental que as favelas tenham um espaço para se encontrar e discutir suas realidades, assim como outras classes sociais fazem em eventos internacionais. A Expo Favela Innovation é uma oportunidade para mostrar que as soluções para os problemas sociais podem ser globais.
O ex-ministro de Relações Exteriores do Brasil, Aloysio Nunes, lembrou que cerca de dezesseis milhões de brasileiros vivem em favelas, representando oito por cento da população. Ele destacou que, apesar do preconceito e da criminalidade, as favelas são também locais de resistência e transformação. O evento faz parte da temporada cultural França-Brasil, que busca fortalecer laços entre os dois países e promover intercâmbios culturais.
A Expo Favela continua no dia cinco de julho, com entrada gratuita. O evento é uma oportunidade para que empreendedores mostrem suas histórias e conquistas. A união da sociedade civil pode ser um motor para impulsionar esses projetos, ajudando a transformar realidades e a promover a igualdade social nas comunidades. Juntos, podemos apoiar iniciativas que fazem a diferença na vida de muitos.

Cerca de 57 milhões de brasileiros residem em municípios com desenvolvimento baixo ou crítico, principalmente no Norte-Nordeste, refletindo a ineficácia das políticas públicas. A responsabilidade recai sobre as prefeituras, que enfrentam desafios em saúde e educação.

Usuários de drogas foram deslocados da Cracolândia para a Praça Marechal Deodoro, onde aumentaram as agressões e a presença da Guarda Civil Metropolitana é quase inexistente, gerando preocupações com a segurança.

O World Giving Report 2025 revela que países de menor renda, como a Nigéria, são mais generosos em doações proporcionais, com o Brasil na 48ª posição, destinando 0,93% da renda a causas sociais. A pesquisa destaca a relação entre generosidade e percepção de necessidade, evidenciando que a cultura e a confiança nas organizações sociais influenciam as doações.

Ana Hickmann participará do Vênus Day Talks em 3 de junho, na Unibes Cultural, abordando saúde feminina e desafios da maturidade. O evento contará com especialistas e será transmitido online.

A prefeitura de Senador Amaral (MG) declarou o "Morango do amor" como patrimônio cultural imaterial após vencer concurso gastronômico, buscando reconhecimento estadual para aumentar recursos. A cidade, com 21 milhões de pés de morango, destaca-se na produção agrícola e no turismo rural.

Hemerson Dantas dos Santos, etnobotânico Pataxó Hã-Hã-Hãi, catalogou 175 plantas medicinais da comunidade, unindo saberes tradicionais e ciência contemporânea, em um estudo inédito. A pesquisa destaca a importância da preservação cultural e dos conhecimentos ancestrais diante da modernidade.