A Faculdade de Comércio, criada pela ACSP, já formou 670 profissionais e possui 2,3 mil alunos, com 42,3% relatando aumento de renda após a graduação, visando combater a falta de mão de obra qualificada no varejo.

A escassez de mão de obra qualificada no varejo brasileiro, uma preocupação antiga da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), continua a ser um desafio significativo. Uma pesquisa recente da consultoria PwC revelou que 41% dos executivos do setor consideram essa falta como a principal ameaça para o ano. Para enfrentar essa questão, a ACSP lançou, em 2020, a Faculdade de Comércio (FAC), que já formou 670 profissionais e conta com dois mil e trezentos alunos matriculados.
A FAC, localizada na sede da ACSP, oferece cursos de graduação e pós-graduação, abrangendo desde administração de lojas até transformação digital no varejo. Atualmente, a instituição possui unidades presenciais e a distância em 130 associações comerciais em treze estados do Brasil. A faculdade tem se mostrado uma alternativa viável para suprir a demanda por profissionais qualificados no setor.
Os dados de empregabilidade dos alunos são promissores. Um levantamento realizado pela FAC indicou que 42,3% dos estudantes que já trabalhavam no comércio antes de ingressar na faculdade conseguiram aumentar sua renda após a formação. Além disso, 10,3% dos alunos relataram um aumento salarial superior a 30%. A maioria dos alunos é da classe C e, segundo a diretora-geral da FAC, Wilson Rodrigues, a mensalidade é subsidiada pela ACSP, tornando o acesso mais viável.
Exemplos de sucesso entre os alunos incluem Ana Cristina de Castro Aschermann, que, após concluir a graduação em gestão de Recursos Humanos, decidiu se especializar em marketing digital. Ela aplica os conhecimentos adquiridos em um projeto de agricultura sustentável. Emerson Barros, por sua vez, começou como caixa em uma padaria e, após iniciar a graduação em sistemas para internet, conseguiu uma vaga na área administrativa da faculdade, dobrando seu salário.
A FAC se destaca como a única instituição de ensino superior focada em comércio no Brasil, oferecendo cursos que vão além da formação técnica tradicional. Rodrigues enfatiza que a faculdade atingiu nota máxima na avaliação do Ministério da Educação, o que reforça a qualidade do ensino oferecido. O próximo passo da instituição será a criação de cursos de extensão voltados para tecnologia no varejo, como Inteligência Artificial.
Iniciativas como a da FAC são fundamentais para a qualificação da mão de obra no varejo, um setor que emprega milhões de brasileiros. A união da sociedade civil pode ser crucial para apoiar e expandir projetos que visem a formação profissional, contribuindo para um mercado de trabalho mais qualificado e preparado para os desafios atuais.

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Educação, Camilo Santana, assinaram um decreto que estabelece um novo marco regulatório para a educação superior a distância no Brasil. A medida visa melhorar a qualidade do ensino, criando a modalidade semipresencial e fortalecendo polos de apoio presencial, promovendo maior interação entre alunos e professores.

O governo federal implementa o Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) para avaliar cursos de medicina, visando melhorar a qualidade da formação e controlar a expansão das instituições. Ministros da Educação e da Saúde anunciaram que escolas com baixo desempenho enfrentarão severas consequências, como suspensão de vestibulares e cortes de vagas.

A prevalência do Transtorno do Espectro Autista (TEA) nos EUA é de 1 em 36 crianças. Dados de 2010 indicam que cerca de 1% da população brasileira está no espectro. O diagnóstico e tratamento devem ser multidisciplinares, respeitando a individualidade.

As inscrições para o Fies do 2º semestre de 2025 iniciam em 14 de julho, com mais de 112 mil vagas, incluindo a nova modalidade Fies Social, que reserva 50% das vagas para alunos de baixa renda.

A Unicamp lançou quatorze cursos online gratuitos na Coursera, abrangendo saúde, educação e logística, com opção de certificado mediante taxa. Acesso livre e flexível para todos.

A pesquisa da Cátedra Oscar Sala da USP revela que apenas sete universidades brasileiras têm diretrizes para o uso de inteligência artificial, evidenciando a urgência de regulamentação na educação superior.