Família de criança que faleceu após desafio viral no TikTok inicia vaquinha para funeral. Polícia investiga acesso ao desafio e pode responsabilizar criador por homicídio qualificado.
A família de uma criança que faleceu após inalar gás de desodorante durante um desafio viral no TikTok iniciou uma campanha para arrecadar fundos para o funeral. Sem condições financeiras para arcar com os custos, os familiares disponibilizaram uma chave Pix para doações. “A pequena deixou uma lacuna no coração de seus familiares”, declarou uma parente nas redes sociais.
De acordo com informações da 15ª Delegacia de Polícia, a criança deu entrada no Hospital Regional de Ceilândia após participar do desafio e inalar o gás, resultando em uma parada cardiorrespiratória. Ela foi reanimada após sessenta minutos, mas não apresentava reflexos e teve a morte cerebral constatada. O óbito foi declarado três dias depois.
A família registrou a ocorrência policial e a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) instaurou um inquérito para investigar como a criança teve acesso ao desafio. O delegado João de Ataliba informou que o responsável pela publicação do desafio poderá ser responsabilizado por homicídio qualificado, com pena que pode chegar a trinta anos de prisão.
O caso levanta preocupações sobre a segurança de crianças nas redes sociais e a responsabilidade dos criadores de conteúdo. Desafios virais têm se tornado cada vez mais populares, mas também apresentam riscos significativos, especialmente para menores de idade. A investigação busca esclarecer as circunstâncias que levaram à tragédia.
Além do apoio financeiro para o funeral, a situação destaca a necessidade de uma discussão mais ampla sobre a proteção de crianças e adolescentes na internet. É fundamental que a sociedade civil se mobilize para criar ambientes mais seguros e responsáveis nas plataformas digitais.
Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos e contribuir para que tragédias como essa não se repitam. Projetos que visem a conscientização e a segurança online devem ser estimulados, promovendo um espaço digital mais seguro para todos.
Uma mulher em Campo Grande denunciou violência doméstica ao solicitar dipirona pelo telefone 190, resultando na prisão do agressor. Ela elogiou a rapidez do atendimento policial.
O carnavalesco Milton Cunha ministrará uma Aula Magna sobre a geografia do samba no Cine Henfil, enquanto o Bosque Marapendi foi revitalizado. A Escola Eleva obteve 100% de aprovação no IB Diploma Programme 2025.
A estratégia Unidos pela Cura (UPC) transformou o diagnóstico de câncer infantojuvenil no Rio de Janeiro, capacitando 6 mil profissionais e reduzindo o tempo de encaminhamento para consultas especializadas. A iniciativa, que agora se expande para Pernambuco, visa garantir acesso rápido e humano ao tratamento, enfrentando desigualdades no atendimento.
O iFood expande o programa iFood Pedal, prevendo mais de 3 mil bicicletas elétricas até julho de 2025, com a Tembici e a Bliv como parceiras, visando aumentar a eficiência e a sustentabilidade das entregas.
O autor encerra sua colaboração com O GLOBO, destacando a urgência de transformar a educação no Brasil e a importância de ações coletivas para um futuro mais justo. Ele reafirma que a educação é fundamental para combater desigualdades e promover oportunidades.
O Senado aprovou um projeto de lei que reserva 30% das vagas nos conselhos de administração de empresas estatais e de sociedade mista para mulheres, com implementação gradual em três anos. A proposta, que visa aumentar a representatividade feminina, inclui cotas específicas para mulheres negras e com deficiência, e será fiscalizada por órgãos de controle. O projeto, de autoria da deputada Tabata Amaral, agora aguarda sanção do presidente Lula.