A iniciativa Polos de Agricultura Irrigada, coordenada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, visa atender às necessidades dos agricultores e fortalecer a produção irrigada no Brasil. A estratégia busca articular ações entre governo e setor produtivo, promovendo inovação e aumento da competitividade.
Brasília (DF) - A iniciativa Polos de Agricultura Irrigada, coordenada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), tem se destacado como uma ferramenta crucial para o fortalecimento da Política Nacional de Irrigação (PNI). A proposta visa promover uma atuação conjunta entre o Governo Federal, governos locais, produtores e parceiros privados, com o objetivo de identificar as necessidades dos agricultores irrigantes e estruturar ações públicas que aumentem a produtividade no setor.
Os Polos de Agricultura Irrigada são áreas onde a produção irrigada já está consolidada, com infraestrutura adequada e cadeias de suprimentos estabelecidas. Larissa Rêgo, diretora do Departamento de Irrigação da Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH), ressaltou a importância de entender as dificuldades enfrentadas pelos produtores, que vão além da infraestrutura e incluem questões como assistência técnica e financiamento.
Essas regiões têm potencial para expandir a área irrigada e melhorar as práticas produtivas, tornando-se ambientes propícios para a articulação de políticas públicas e investimentos. A iniciativa busca promover a gestão eficiente dos recursos hídricos e o desenvolvimento sustentável, com foco na produção de alimentos de forma responsável e inovadora.
Para solicitar o reconhecimento de um Polo de Agricultura Irrigada, é necessário que uma organização social local, como associações ou cooperativas, mobilize os agricultores. O primeiro passo é contatar o Departamento de Irrigação do MIDR para alinhar os critérios e etapas do processo, seguido do envio de um ofício formal à SNSH com informações sobre a entidade e o território proposto.
A proposta deve incluir dados sobre os municípios envolvidos, áreas irrigadas e o potencial de expansão da irrigação, além de evidenciar parcerias com instituições de pesquisa. A apresentação de indicadores econômicos, como o Produto Interno Bruto (PIB) e o Valor Adicionado Bruto (VAB), é fundamental para demonstrar a relevância econômica da agricultura irrigada na região.
Com a implementação dessa iniciativa, espera-se um aumento na produtividade e na oferta de alimentos, além de impactos positivos na balança comercial. A união de esforços pode ser um caminho para fortalecer a agricultura irrigada e garantir um futuro mais sustentável para o setor, promovendo a colaboração entre a sociedade civil e os agricultores.

Mariangela Hungria, microbiologista brasileira, foi laureada com o World Food Prize em 2025 por sua pesquisa em bioinsumos que otimizam a fixação de nitrogênio na soja, beneficiando 40% das lavouras no Brasil.

Sônia Gomes de Oliveira, assistente social e presidente da Comissão Nacional do Laicato Brasileiro, foi convidada a participar do sínodo no Vaticano, onde leigos e mulheres terão direito a voto pela primeira vez. Essa mudança histórica, promovida pelo papa Francisco, representa um avanço significativo na inclusão de vozes femininas na Igreja Católica, apesar das resistências de setores conservadores. Sônia, que atua com grupos vulneráveis, expressa preocupação com possíveis retrocessos e destaca a importância da participação feminina na Igreja.

O Brasil avançou cinco posições no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), alcançando a 84ª posição em 2023, com um IDH de 0.786, destacando a inteligência artificial como potencial motor de desenvolvimento.

Em julho de 2015, a Lei Brasileira de Inclusão foi sancionada, marcando um avanço significativo nos direitos das pessoas com deficiência no Brasil. O senador Romário Faria, relator da lei, destacou a importância da inclusão e o compromisso com sua implementação. Apesar dos avanços, desafios persistem, como a falta de acessibilidade e preconceito, tornando a LBI um ponto de partida para a luta por dignidade e igualdade.

Durante o 1º Congresso Latino-Americano da WFNR, Volker Hömberg enfatizou a relevância da inteligência artificial na neurorreabilitação, destacando a necessidade de supervisão humana e o início de encontros regulares na região.

Letícia dos Santos, Mestra em Ciência da Computação, desenvolveu o robô autônomo TIAGo-135, com 93% de sucesso em testes, e agora investiga sistemas de múltiplos robôs no doutorado na UFRGS. A pesquisa visa facilitar a vida de pessoas com mobilidade reduzida em ambientes domésticos e industriais.