Família de Tiago Desidério de Oliveira, diagnosticado com Atrofia Muscular Espinhal, arrecada R$ 93 mil em vaquinha virtual para cobrir despesas médicas de R$ 1,3 milhão.

A família de um bebê diagnosticado com Atrofia Muscular Espinhal (AME) tipo 1 criou uma vaquinha virtual para arrecadar R$ 300 mil. O menino, que tem 1 ano e 8 meses, recebeu o medicamento Zolgensma, considerado o mais caro do mundo, mas ainda necessita de terapias e acompanhamento médico contínuo. A AME é uma doença genética rara que causa o enfraquecimento progressivo dos músculos, e sem tratamento, a expectativa de vida é limitada.
O bebê foi diagnosticado com a doença logo após o nascimento e recebeu a terapia gênica aos dois meses de vida. O custo total do tratamento foi de R$ 6,2 milhões, dos quais parte foi coberta pelo plano de saúde. No entanto, a família ainda enfrenta uma dívida de R$ 1,3 milhão, que inclui gastos com terapias, medicamentos e equipamentos essenciais para a mobilidade da criança.
Após 46 dias internado na unidade de terapia intensiva, o bebê recebeu alta e agora se recupera em casa, recebendo cuidados de saúde domiciliares. O pai do menino, Jefferson Ferreira de Oliveira, relatou que Tiago tem apresentado ganhos motores, mas ainda depende de um aparelho respiratório e de uma sonda nasogástrica para suporte nutricional.
Atualmente, a família gasta cerca de R$ 10 mil por mês com tratamentos que não são cobertos pelo convênio. A arrecadação visa custear essas despesas e ajudar a quitar parte da dívida acumulada. Em menos de dez dias, a campanha já conseguiu arrecadar R$ 93 mil, surpreendendo os pais com a mobilização da comunidade.
Jefferson expressou gratidão pela ajuda recebida, afirmando que a campanha trouxe uma mistura de emoções e reforçou a sensação de que não estão sozinhos nessa luta. Ele e a esposa, Laís, têm outro filho, que também faz parte dessa jornada familiar, que agora se concentra na saúde e bem-estar de Tiago.
Iniciativas como essa mostram a força da solidariedade e como a união pode fazer a diferença na vida de quem enfrenta desafios. O apoio da comunidade é fundamental para garantir que crianças como Tiago tenham acesso aos tratamentos necessários e possam ter uma qualidade de vida melhor.

A microbiota intestinal impacta emoções e saúde mental, ligando-se a transtornos. Estudos mostram que desequilíbrios na microbiota podem levar a problemas como depressão e ansiedade.

Boletim da Fiocruz revela aumento contínuo de hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no Brasil, especialmente entre crianças e idosos, com exceção de Tocantins, que apresenta queda significativa.

Transtornos alimentares, como anorexia e bulimia, afetam a saúde mental e física de jovens, com prevalência alarmante de até 10% no Brasil. A pressão estética nas redes sociais intensifica esses problemas, exigindo atenção e tratamento multidisciplinar.

O Ministério da Saúde prorrogou até 15 de julho de 2025 o prazo para instituições apresentarem projetos de oncologia no SUS, visando ampliar o acesso à radioterapia. Essa mudança, parte do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon), permite que credenciamentos e propostas sejam submetidos simultaneamente, priorizando regiões com menor oferta de serviços.

Uma nova terapia com células-tronco, Zimislecel, demonstrou resultados promissores no tratamento do diabetes tipo 1, com dez dos doze pacientes deixando de usar insulina após um ano. O estudo, liderado pela Vertex Pharmaceuticals, indica um avanço significativo na busca por uma "cura funcional", com pacientes apresentando controle glicêmico melhorado e redução de complicações. A pesquisa, publicada no New England Journal of Medicine, pode abrir caminho para a aprovação pelo FDA em cinco anos.

Ministério da Saúde destina R$ 150 milhões ao Programa Saúde na Escola, visando vacinar 90% de estudantes de 9 meses a 15 anos entre 14 e 25 de outubro. Mobilização busca reverter queda nas taxas de imunização.