A Faculdade de Tecnologia de Pompeia está com inscrições abertas para dois cursos gratuitos de graduação em Mecanização em Agricultura de Precisão e Tecnologia em Sistemas Inteligentes, com 120 vagas até 6 de junho. Os cursos, únicos no Brasil, visam capacitar profissionais para o uso de tecnologias avançadas nas áreas de agronegócio e sistemas computacionais.

A Faculdade de Tecnologia de Pompeia “Shunji Nishimura” (Fatec Pompeia) anunciou a abertura de inscrições para dois cursos gratuitos de graduação nas áreas de agricultura e tecnologia. As oportunidades incluem um total de 120 vagas, sendo 80 para o curso de Mecanização em Agricultura de Precisão, oferecido nos períodos diurno e noturno, e 40 para Tecnologia em Sistemas Inteligentes, disponível apenas no período noturno. As inscrições estão abertas até o dia 6 de junho.
O curso de Mecanização em Agricultura de Precisão é o único desse tipo no Brasil e tem duração de seis semestres. A formação é presencial e prepara os alunos para operar e manter máquinas agrícolas, como tratores e colhedoras, além de utilizar softwares para análise de dados gerados por essas máquinas. Os estudantes aprenderão a aplicar fertilizantes e corretivos de maneira precisa, conforme as características de cada área mapeada.
Por sua vez, o curso de Tecnologia em Sistemas Inteligentes também é inédito no país. Com duração de três anos, a formação é voltada para o desenvolvimento de sistemas computacionais Full Stack, integrando áreas como Ciência de Dados, Inteligência Artificial e Sistemas Ciber-Físicos. As aulas serão realizadas presencialmente no período noturno, e a primeira turma será composta pelos 40 alunos aprovados no Vestibular 2025.
A Fatec Pompeia é resultado de uma parceria entre a Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia e o Centro Paula Souza, vinculado ao governo de São Paulo. A instituição já conta com colaborações de empresas renomadas, como Google e Intel, que potencializam a qualidade dos cursos oferecidos.
Os interessados em se inscrever devem acessar o site oficial da Fatec até a data limite. Esta é uma excelente oportunidade para quem busca qualificação em áreas em alta demanda no mercado de trabalho, especialmente nas tecnologias emergentes e na agricultura de precisão.
Iniciativas como essas são fundamentais para o desenvolvimento profissional e podem ser impulsionadas pela sociedade civil. O apoio a projetos educacionais é essencial para garantir que mais pessoas tenham acesso a formações de qualidade e possam contribuir para o avanço das tecnologias no Brasil.

A explosão de laudos médicos e a judicialização de demandas por benefícios relacionados ao Transtorno do Espectro Autista (TEA) geram um complexo industrial no Brasil, impactando escolas e famílias. O aumento do diagnóstico, impulsionado por fatores sociais e mudanças nos critérios, levanta preocupações sobre a qualidade dos serviços e a hipermedicalização, enquanto o sistema público de saúde permanece deficiente.

A Universidade Presbiteriana Mackenzie lançou uma série de cursos gratuitos, presenciais e online, em áreas como Tecnologia e Gestão, com certificação para participantes que alcançarem nota mínima. A iniciativa visa promover a inclusão educacional e o desenvolvimento de competências essenciais, permitindo que pessoas de todas as idades e formações ampliem seus conhecimentos e melhorem suas oportunidades profissionais.

Aprender novas habilidades, como dançar ou pintar, é essencial para a saúde cerebral em idades avançadas, reduzindo o risco de demência e aumentando a reserva cognitiva. Estudos mostram que atividades desafiadoras e envolventes promovem a neuroplasticidade, tornando o aprendizado uma estratégia vital para o envelhecimento saudável.

O MEC anunciou novas regras para renegociação de dívidas do Fies, em meio a um crescimento da educação a distância, que agora enfrenta políticas mais rigorosas. A inadimplência continua sendo um desafio.

Em 2024, o Brasil registrou 1.092 cidades sem oferta de Educação de Jovens e Adultos (EJA), apesar da obrigatoriedade legal. O governo lançou o Pacto EJA para criar 3,3 milhões de matrículas e equiparar o financiamento com o ensino regular.

Proposta do Código Brasileiro de Inclusão visa unificar mais de 200 normas sobre direitos das pessoas com deficiência, facilitando o acesso à informação e promovendo a inclusão no mercado de trabalho. A análise será feita por um grupo de trabalho, com audiências públicas em todas as capitais.