O Centro Paula Souza (CPS) anunciou a abertura de inscrições para o Vestibular das Fatecs, com 12.550 vagas disponíveis para o segundo semestre de 2025. As inscrições vão até 6 de junho e a prova será em 29 de junho.

O Centro Paula Souza (CPS) anunciou a abertura das inscrições para o Vestibular das Faculdades de Tecnologia do Estado de São Paulo (Fatecs) para o segundo semestre de 2025. Ao todo, são oferecidas 12.550 vagas em cursos superiores de tecnologia, tanto presenciais quanto a distância, em suas 82 unidades. As inscrições podem ser realizadas até as 15h do dia 6 de junho, pelo site vestibular.fatec.sp.gov.br, e a taxa de inscrição é de R$ 50,00. A prova está agendada para o dia 29 de junho.
Para se inscrever, o candidato deve ter concluído ou estar cursando o Ensino Médio ou equivalente, devendo comprovar a conclusão no ato da matrícula. Além das vagas regulares, as Fatecs também disponibilizam 7.470 vagas para candidatos do Provão Paulista, totalizando 20.020 oportunidades para o segundo semestre.
Uma das novidades deste semestre é a inauguração da Fatec de Olímpia, que oferecerá cursos em Desenvolvimento de Software Multiplataforma e Gestão de Turismo, ambos com 40 vagas disponíveis no período noturno. Essa expansão visa atender à demanda por formação em tecnologia na região.
O CPS também implementou medidas para facilitar o acesso ao vestibular, como a concessão de isenção total e redução de 50% na taxa de inscrição. Serão disponibilizadas até 6 mil isenções, enquanto a redução não possui limite de vagas. O resultado dos pedidos de isenção será divulgado em 12 de maio, com possibilidade de recurso nos dias 13 e 14 de maio.
Para ter direito à isenção, o candidato deve ter concluído o Ensino Médio em 2024 ou estar em curso equivalente, com renda familiar bruta mensal de até dois salários mínimos por pessoa. Já para a redução, é necessário estar matriculado em cursos de ensino Fundamental ou Médio, com renda mensal inferior a dois salários mínimos ou estar desempregado.
Além disso, o Sistema de Pontuação Acrescida oferece bônus a estudantes afrodescendentes e oriundos da rede pública, incentivando a inclusão social. Essa iniciativa pode ser um passo importante para garantir que mais jovens tenham acesso à educação superior. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos a alcançar seus objetivos educacionais.

O Sesi São Paulo prioriza a melhoria do ensino de matemática com iniciativas como o PCMat e a pós-graduação Matemática², impactando milhares de professores e alunos e promovendo avanços significativos nas avaliações.

Proposta do Código Brasileiro de Inclusão visa unificar mais de 200 normas sobre direitos das pessoas com deficiência, facilitando o acesso à informação e promovendo a inclusão no mercado de trabalho. A análise será feita por um grupo de trabalho, com audiências públicas em todas as capitais.

O governo de São Paulo, liderado por Tarcísio de Freitas, considera fechar metade dos cursos da Univesp devido à incapacidade de atender às novas exigências do MEC, afetando mais de 51 mil alunos. A Univesp não consegue garantir a carga horária presencial exigida, o que pode tornar o acesso ao ensino superior mais elitista.

A Câmara dos Deputados aprovou a criação da Carteira Nacional de Docente (CNDB), reconhecendo a identidade profissional de professores e garantindo benefícios em todo o Brasil. A proposta, que segue para sanção presidencial, visa facilitar o acesso a recursos e descontos, reforçando a importância da categoria. A relatora, deputada Ana Pimentel (PT-MG), destacou a necessidade de um documento nacional para docentes, semelhante ao que já existe para médicos e advogados. A iniciativa gerou debates, com apoio e críticas sobre a criação de carteirinhas para diversas profissões.

O Rio de Janeiro terá um novo centro de formação técnica, o DigiTech, focado em tecnologia, IA e cibersegurança, com inauguração prevista para o segundo semestre. A Firjan busca fortalecer a economia digital local.

Cerca de 986 mil jovens brasileiros entre 18 e 35 anos adiaram a graduação em 2025 devido a gastos com apostas on-line, com impacto maior nas classes D e E, segundo pesquisa da Abmes.