Felipe Bressanim, conhecido como Felca, gerou repercussão na Câmara dos Deputados com suas denúncias sobre a exploração de crianças nas redes sociais, resultando em propostas de combate à adultização. Após um vídeo que acumulou quase 30 milhões de visualizações, o presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou a pauta de projetos para restringir conteúdos prejudiciais. Felca, que relatou ter recebido ameaças, adotou medidas de segurança, incluindo carro blindado. Ele critica a normalização dos jogos de azar e alerta sobre os riscos que esses representam para os adolescentes.

Felipe Bressanim, conhecido como Felca, ganhou destaque na Câmara dos Deputados após fazer denúncias sobre a exploração de crianças nas redes sociais. O presidente da Câmara, Hugo Motta, anunciou que irá pautar projetos para restringir perfis e conteúdos que promovam a adultização de menores. O vídeo de Felca, que já acumula quase trinta milhões de visualizações, não é sua primeira denúncia sobre o tema.
Após a repercussão do vídeo, Felca relatou que tem enfrentado ameaças e adotou medidas de segurança, incluindo o uso de carro blindado e a contratação de seguranças. Ele expressou preocupação com a adultização de crianças e adolescentes, um tema que vem sendo discutido amplamente nas redes sociais e na mídia.
No vídeo, Felca critica a forma como a CPI das Bets tem tratado a questão dos jogos de azar, afirmando que o vício em apostas é um problema de saúde pública. Ele destacou que a ludomania, reconhecida como transtorno mental pela Organização Mundial da Saúde (OMS), afeta especialmente os jovens, levando a conflitos familiares e endividamento.
Felca também fez uma crítica direta à influenciadora Virginia Fonseca, que participou da CPI. Ele sugeriu que a comissão deveria incluir pessoas que sofreram as consequências do vício em jogos, para que a gravidade do assunto fosse mais bem compreendida. O youtuber enfatizou que o dinheiro recebido por influenciadores de jogos de azar é, muitas vezes, "pago com sangue".
Além de suas denúncias, Felca incentivou seus seguidores a questionarem influenciadores que promovem jogos de azar. Ele acredita que a pressão da audiência pode levar a mudanças significativas no comportamento desses influenciadores, que muitas vezes priorizam o lucro em detrimento da saúde pública.
Em um momento em que a sociedade se mobiliza contra a exploração de crianças e os riscos dos jogos de azar, é fundamental que iniciativas que promovam a conscientização e proteção dos jovens sejam apoiadas. A união em torno de causas sociais pode fazer a diferença na vida de muitos, garantindo um futuro mais seguro e saudável para as próximas gerações.

O Museu Kuahí dos Povos Indígenas do Oiapoque reabre após doze anos, com reformas e um acervo digitalizado na plataforma Tainacan, promovendo a cultura indígena e atraindo turistas. A iniciativa visa fortalecer a identidade cultural e as relações entre indígenas e visitantes.

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa aprovou projeto que obriga o poder público a garantir leitos em UTIs privadas para idosos com 80 anos ou mais, se não houver vagas em hospitais públicos. A proposta, que avança na Câmara, visa incluir essa obrigação no Estatuto da Pessoa Idosa e ainda precisa passar por outras comissões antes de ser votada pelo Congresso.

Obras de infraestrutura no Pôr do Sol começam em julho, com a pavimentação de 150 vias urbanas e melhorias em drenagem, calçadas e ciclovias, prometendo dignidade e mobilidade à comunidade. A execução será em dois lotes, com o primeiro edital em julho e o segundo em outubro.

O filme "Manas", de Marianna Brennand, aborda a exploração sexual infantil no Pará, destacando a vida de uma menina de 13 anos em um ambiente violento. A obra, premiada em Veneza, busca gerar empatia e conscientização.

Parte do Parque do Bixiga, em São Paulo, será usada como canteiro de obras para a Linha 19-Celeste do Metrô por três anos, com a área devolvida após a conclusão. A Prefeitura e o Metrô definem as condições da ocupação.

Teatro de Contêiner Mungunzá enfrenta despejo em São Paulo, levantando questões sobre a falta de alternativas para moradia e a expulsão de populações vulneráveis do centro. O espaço é vital para a cultura e inclusão social.