A atriz Fernanda Rodrigues, de 45 anos, anunciou que o carcinoma basocelular retornou e que ela precisará de uma nova cirurgia. Ela destaca a importância de monitorar a pele e buscar ajuda médica rapidamente.

Fernanda Rodrigues, atriz de 45 anos, anunciou nesta segunda-feira (18) que o carcinoma basocelular, que havia sido removido no ano passado, voltou. Em um vídeo nas redes sociais, ela informou que precisará passar por um novo procedimento cirúrgico nos próximos dias. A atriz também abordou uma polêmica gerada por sua declaração anterior, quando afirmou estar "livre" da doença.
No vídeo, Fernanda explicou que, em 2023, notou uma mancha na testa e, após a retirada do carcinoma, acreditou que o problema estava resolvido. Contudo, a lesão reapareceu, levando-a a buscar novamente orientação médica. "Vou ter que operar de novo. Vida que segue. Conheço pessoas que já passaram por cinco, seis cirurgias. Preciso me cuidar e me proteger cada vez mais", disse.
A atriz ressaltou a importância de estar atenta aos sinais do corpo e de procurar especialistas ao notar alterações na pele. "Se você sentir que tem uma coisinha diferente, uma manchinha, uma pintinha, uma ferida que não é comum, fale com seu médico ou com sua dermatologista. Agir rapidamente faz com que a gente resolva mais rápido o problema", aconselhou.
Fernanda também tranquilizou seus seguidores, afirmando que está bem. "Estou ótima, está tudo bem. Quem ler matérias sensacionalistas, não se preocupem. É uma cirurgia rápida e a vida segue", afirmou, agradecendo pelas mensagens de apoio que tem recebido.
O carcinoma basocelular é um tipo de câncer de pele que, embora geralmente não seja agressivo, requer acompanhamento e tratamento adequados. A experiência de Fernanda destaca a importância da detecção precoce e do cuidado contínuo com a saúde da pele.
Nesta situação, a união da sociedade pode fazer a diferença na vida de pessoas que enfrentam desafios semelhantes. Apoiar iniciativas que promovem a conscientização sobre a saúde da pele e o acesso a tratamentos pode impactar positivamente a vida de muitos.

Kelly Willis, da Forecasting Healthy Futures, lidera evento no Rio sobre saúde e mudanças climáticas, destacando a urgência de sistemas de saúde resilientes e vacinas.

Estudo revela que 27% dos pacientes com doença de Chagas e insuficiência cardíaca apresentam déficit cognitivo, em comparação a 13% no grupo sem a doença, sugerindo mecanismos inflamatórios. Pesquisadores da UFBA e UFMG destacam a necessidade de estratégias de comunicação para melhorar a adesão ao tratamento.

Apesar da queda de 97% nos casos de dengue no Distrito Federal, especialistas alertam para um possível retorno do vírus em 2026. A vacinação ainda está abaixo da meta, e novas tecnologias estão sendo implementadas.

Estudo da Fundação do Câncer prevê aumento de 21% nos casos de câncer colorretal no Brasil entre 2030 e 2040, atingindo principalmente pessoas acima de 50 anos. O envelhecimento populacional e hábitos inadequados são os principais fatores.

O Brasil avança na autossuficiência em hemoderivados com a inauguração da nova fábrica da Hemobrás em Goiana (PE), com investimento de R$ 1,9 bilhão, promovendo acesso à saúde e soberania nacional. A unidade, a maior da América Latina, produzirá medicamentos essenciais, beneficiando milhares de brasileiros e fortalecendo o Sistema Único de Saúde (SUS).

Pesquisas de Michel Naslavsky, biólogo da USP, exploram como a ancestralidade miscigenada no Brasil pode afetar o impacto do gene APOE no Alzheimer, com resultados previstos para o próximo ano. A investigação busca entender variações genéticas e suas implicações na doença.