Dengue avança em São Paulo, com cinco distritos em epidemia e 21.931 casos confirmados. Jardim Ângela é o mais afetado, com 1.921 casos e 550,1 por 100 mil habitantes.
A dengue está se espalhando por São Paulo, com cinco distritos já classificados como epidêmicos: Jardim Ângela, Capão Redondo, Perus, Brasilândia e Rio Pequeno. O Jardim Ângela apresenta a maior incidência, com 550,1 casos a cada 100 mil habitantes. O novo boletim epidemiológico da Secretaria Municipal da Saúde revela que, até o momento, foram confirmados 21.931 casos e dois óbitos. O mês de março é o mais crítico, com doze mil quatrocentos e cinquenta e quatro infecções registradas.
Comparando com o mesmo período de 2024, o número de casos confirmados era alarmante, alcançando cento e trinta e oito mil setecentos e cinquenta e quatro. Outros cinco distritos, como Cachoeirinha e Casa Verde, estão próximos dos índices epidêmicos, o que indica uma situação preocupante em várias áreas da cidade.
Os sintomas da dengue incluem febre acima de 38°C, dores de cabeça, dores nas articulações e atrás dos olhos, além de inflamação nos gânglios linfáticos e erupções cutâneas. Embora algumas pessoas possam não apresentar sintomas, a dengue grave pode surgir após o desaparecimento da febre, levando a complicações sérias.
Os sinais de alarme para dengue grave incluem náuseas, vômitos, sangramentos e dor abdominal intensa. Grupos de risco, como gestantes, idosos e crianças pequenas, devem ter atenção redobrada, pois são mais suscetíveis a complicações.
A situação exige uma resposta rápida e eficaz da população e das autoridades de saúde. A mobilização social é fundamental para o controle da dengue, e a conscientização sobre a importância da prevenção deve ser intensificada. A participação da comunidade em ações de limpeza e eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti é essencial.
Nossa união pode fazer a diferença na luta contra a dengue. Iniciativas que promovam a saúde pública e ajudem as vítimas da doença devem ser apoiadas pela sociedade civil. Juntos, podemos criar um ambiente mais seguro e saudável para todos.
Campanha Julho Amarelo conscientiza sobre câncer ósseo, destacando histórias de superação de pacientes como Samuel Henrique e Renan Lucas, e enfatiza a importância do diagnóstico precoce para aumentar as chances de cura.
Exercícios leves, como tai chi e ioga, mostraram-se tão eficazes quanto medicamentos no tratamento da insônia, com benefícios duradouros. Estudo analisou 22 pesquisas e sugere integração dessas práticas na saúde pública.
O Brasil incorporou o Zolgensma ao SUS para tratar a atrofia muscular espinhal em crianças, com investimento de R$ 959 milhões e monitoramento por cinco anos. O tratamento, considerado o mais caro do mundo, atenderá 137 pacientes com AME tipo 1, priorizando crianças até seis meses. As primeiras aplicações ocorreram em Brasília e Recife, com acompanhamento clínico rigoroso.
Em 2024, o Brasil substitui a vacina oral contra poliomielite pela injetável, visando aumentar a cobertura vacinal, que está em 70%, e reduzir o risco de mutações do vírus. Essa mudança é uma resposta a preocupações globais sobre a erradicação da doença.
O Congresso Brasileiro de Insuficiência Cardíaca, promovido pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal, reuniu especialistas para discutir a condição que afeta principalmente homens pardos de 70 a 79 anos. O evento destacou a importância da educação científica e a posição de Brasília como um centro de transplante de órgãos, visando reduzir internações e melhorar o tratamento.
Estudos recentes indicam que a prevenção da demência deve começar na infância, pois fatores de risco se desenvolvem cedo. A abordagem deve ser coordenada e focar em ambientes saudáveis e educação.