Câmara dos Deputados aprova programa de saúde mental para idosos, priorizando vulneráveis e cuidadores. Medida visa melhorar qualidade de vida e acolhimento dessa população.

A Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que estabelece um programa de saúde mental direcionado à população idosa. A proposta, de autoria do deputado André Janones (Avante-MG), agora segue para o Senado. O Projeto de Lei 127/24, relatado pelo deputado Eriberto Medeiros (PSB-PE), modifica o Estatuto da Pessoa Idosa e designa ao Sistema Único de Saúde (SUS) a responsabilidade pela implementação do programa, priorizando ações para idosos em situação de vulnerabilidade.
O programa de saúde mental também se estenderá aos cuidadores, incluindo campanhas de conscientização e capacitação para profissionais de saúde, assistência social e familiares. O objetivo é melhorar o acolhimento e o cuidado de idosos que enfrentam transtornos mentais. Além disso, será exigido um relatório anual sobre as atividades do programa, que deverá ser elaborado por todas as esferas de governo, respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Durante o debate em Plenário, o relator Eriberto Medeiros destacou que muitos idosos enfrentam isolamento e depressão. Ele afirmou que “o programa vai dar atenção às pessoas de baixa renda que precisam do apoio do governo para ter melhor qualidade de vida”. A deputada Maria do Rosário (PT-RS) enfatizou que a iniciativa proporcionará maior autonomia e cidadania à população idosa, especialmente aos mais empobrecidos, garantindo um envelhecimento ativo e saudável.
O deputado Eli Borges (PL-TO) também ressaltou a importância da política de apoio aos idosos, afirmando que o projeto amplia o suporte aos cuidadores. Atualmente, o Brasil conta com aproximadamente 33 milhões de idosos, representando cerca de 15% da população, conforme dados do Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2022.
Essa aprovação representa um avanço significativo nas políticas de saúde voltadas para a população idosa, que frequentemente enfrenta desafios como a solidão e a falta de suporte adequado. A criação desse programa pode ser um passo importante para melhorar a qualidade de vida dos idosos e de seus cuidadores, promovendo um ambiente mais acolhedor e inclusivo.
Nossa união pode fazer a diferença na vida de muitos idosos e cuidadores que precisam de apoio. Projetos como esse devem ser estimulados pela sociedade civil, e a mobilização em torno dessa causa pode trazer melhorias significativas para a saúde mental da população idosa.

Espasticidade, uma sequela comum em sobreviventes de AVC, afeta um em cada três pacientes, comprometendo mobilidade e qualidade de vida. Tratamento precoce é crucial para recuperação e autonomia.
Angela Ro Ro, cantora de 75 anos, está internada na UTI do Hospital Silvestre, no Rio de Janeiro, após complicações de saúde. Ela passou por uma traqueostomia e precisa de ajuda financeira para a reabilitação vocal. O advogado da artista, Carlos Eduardo Campista de Lyrio, destaca que sua renda mensal é de apenas R$ 800, proveniente de direitos autorais. Angela, que não é aposentada, enfrenta dificuldades financeiras e precisa do apoio de fãs e doações. A chave PIX para contribuições é 625.962.507-30, registrada em seu nome. A artista, que está lúcida e em recuperação, poderá receber visitas a partir de quarta-feira (9).

Um estudo revela que atividades saudáveis, como exercícios e dieta equilibrada, melhoram a cognição em pessoas com risco de demência. A pesquisa, apresentada na Conferência Internacional da Associação de Alzheimer, envolveu mais de dois mil participantes e destacou a importância de intervenções estruturadas.

Pesquisa da FMB-Unesp indica que a suplementação de 2.000 UI de vitamina D pode aumentar a eficácia da quimioterapia em mulheres com câncer de mama, resultando em 43% de remissão. O estudo envolveu 80 mulheres e sugere um papel promissor da vitamina D no tratamento oncológico.

A Fiocruz, por meio de Farmanguinhos, firmou parcerias com a EMS para produzir liraglutida e semaglutida no Brasil, visando reduzir custos e ampliar o acesso a esses medicamentos. A produção começará em Hortolândia (SP) e deve facilitar a inclusão no Sistema Único de Saúde (SUS).

Estudo revela 17 fatores de risco e proteção para demência, AVC e depressão. Pesquisadores destacam que até 80% dos casos são influenciados por hábitos modificáveis.