Fortaleza avança no tratamento oncológico com a inauguração do Núcleo de Atendimento em Oncologia no Hospital Oto Aldeota, resultado da parceria entre o CRIO e a Rede Oto. O novo espaço oferece atendimento humanizado e equipe multiprofissional, garantindo cuidados personalizados e suporte integral aos pacientes.

Fortaleza recebeu um novo impulso no tratamento oncológico com a inauguração do Núcleo de Atendimento em Oncologia no Hospital Oto Aldeota. Esta iniciativa é fruto da parceria entre o Centro Regional Integrado de Oncologia (CRIO) e a Rede Oto, formando a Oto CRIO – Oncologia. O objetivo é oferecer um atendimento mais humanizado, priorizando a comodidade dos pacientes e garantindo acesso a serviços modernos.
O novo núcleo está equipado com tecnologia de ponta para diagnóstico e tratamento, o que aumenta a precisão e eficácia das intervenções. A equipe multiprofissional é composta por médicos oncologistas, enfermeiros, nutricionistas, psicólogos e fisioterapeutas, assegurando um atendimento integral e personalizado para cada paciente.
De acordo com Mário Vilâny, diretor técnico da Oto CRIO – Oncologia, “o novo núcleo oferece cuidados personalizados, assegurando que cada paciente receba o suporte necessário e de forma completa”. O espaço conta com Unidades de Terapia Intensiva, enfermaria, pronto atendimento em oncologia e centros cirúrgicos preparados para realizar desde procedimentos menos invasivos até cirurgias complexas.
João Luís Farias, diretor médico do Hospital Oto Aldeota, destacou a importância dessa nova fase, afirmando que “é um marco para o nosso hospital”. Ele acredita que a fusão trará um impacto positivo na jornada dos pacientes oncológicos, oferecendo um tratamento completo dentro da mesma rede hospitalar.
A Oto CRIO – Oncologia se destaca por ser a primeira rede privada a disponibilizar um serviço de pronto atendimento para pacientes que enfrentam intercorrências durante o tratamento do câncer. Essa iniciativa representa um avanço significativo na oferta de serviços de saúde em Fortaleza, focando nas necessidades individuais de cada paciente.
Essa nova estrutura não apenas melhora a qualidade do atendimento, mas também reforça a importância da solidariedade na saúde. Projetos que visam apoiar iniciativas como essa são essenciais para garantir que mais pacientes tenham acesso a cuidados de qualidade e humanizados. A união da sociedade civil pode fazer a diferença na vida de muitos que enfrentam o câncer.

Equipes de saúde do Distrito Federal aplicaram mais de 594 mil doses da vacina contra a gripe, mas a adesão entre gestantes é alarmantemente baixa, com apenas 1,4 mil vacinas administradas. A vacina é segura e essencial para prevenir complicações graves.

A Fiocruz e o Hospital Universitário Professor Edgard Santos (Hupes) lançam o Programa de Treinamento em Autópsias Minimamente Invasivas Guiadas por Ultrassonografia (Amigus), modernizando investigações post mortem. A primeira autópsia foi realizada em junho, promovendo capacitação e avanços na formação médica.

Tim Friede, após mais de 20 anos injetando veneno de cobras, teve anticorpos identificados que protegem camundongos contra venenos de 19 espécies, abrindo caminho para um antídoto seguro para humanos.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) lançou uma campanha via WhatsApp para vacinar jovens de 15 a 19 anos contra o HPV, contatando 130 mil pessoas até 14 de junho. A estratégia visa aumentar a cobertura vacinal e prevenir cânceres relacionados ao vírus.

Câncer de pele não melanoma é o mais comum no Brasil, com sintomas que vão além de manchas, podendo incluir falta de ar quando avança para os pulmões. A detecção precoce é crucial.

Pesquisadores da USP desenvolveram uma vacina inovadora contra o vírus zika, que mostrou segurança e eficácia em camundongos, protegendo contra danos cerebrais e testiculares. O estudo, publicado na revista NPJ Vaccines, representa um avanço significativo na prevenção da doença, que ainda é uma ameaça à saúde pública, especialmente para gestantes. A vacina utiliza partículas semelhantes ao vírus, evitando o uso de material genético, o que a torna mais segura e econômica.