Pesquisadores do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) descobriram o biomarcador sanguíneo pTau217, que pode substituir a punção lombar no diagnóstico do Alzheimer, com precisão de até 98%. Essa inovação promete facilitar o diagnóstico precoce da doença, melhorando a qualidade de vida dos pacientes.

Pesquisadores brasileiros avançaram no diagnóstico do Alzheimer, tornando-o mais rápido e acessível. Um estudo publicado na revista Nature Communications revelou que médicos do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR), no Rio de Janeiro, identificaram biomarcadores sanguíneos com grande potencial para detectar a doença. O biomarcador pTau217 se destacou como uma alternativa promissora aos métodos invasivos, como a punção lombar.
O Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva que compromete a memória e outras funções cognitivas. É a forma mais comum de demência, representando mais da metade dos casos no Brasil, conforme dados do Ministério da Saúde. Os primeiros sinais da doença costumam ser discretos, como esquecimentos, mas a condição pode evoluir para sintomas mais severos, como confusão mental e dificuldades na comunicação. O diagnóstico precoce é vital para iniciar o tratamento adequado e melhorar a qualidade de vida dos pacientes.
A pesquisa analisou amostras de sangue de cento e quarenta e cinco idosos brasileiros ao longo de até quatro anos. Os participantes foram divididos em cinco grupos: idosos saudáveis, pessoas com Alzheimer, comprometimento cognitivo leve, demência por corpos de Lewy e demência vascular. O objetivo foi identificar quais proteínas no sangue poderiam indicar a presença de Alzheimer de forma confiável.
O biomarcador pTau217 demonstrou alta eficácia ao indicar alterações cerebrais compatíveis com a doença, apresentando resultados que rivalizam com os do exame de líquido cefalorraquidiano (LCR), considerado o padrão-ouro para diagnóstico. O pTau217 alcançou uma precisão de noventa e quatro por cento quando comparado ao LCR, e, quando combinado ao marcador Aβ42, esse índice subiu para noventa e oito por cento.
O estudo utilizou a tecnologia SIMOA HD-X, uma plataforma de ultra alta sensibilidade, para medir as proteínas no plasma. Além do pTau217, outros biomarcadores como Tau total, NfL, GFAP e pTau181 foram avaliados. A combinação desses marcadores pode, no futuro, resultar em um painel diagnóstico acessível e eficaz, aplicável em larga escala. Novos estudos são necessários para validar esses achados em populações maiores e mais diversas.
Os resultados apontam para um futuro onde o diagnóstico precoce do Alzheimer pode ser realizado com um simples exame de sangue, permitindo intervenções mais eficazes desde os primeiros sinais da doença. Nessa situação, nossa união pode ajudar os menos favorecidos, promovendo iniciativas que apoiem a pesquisa e o tratamento de doenças neurodegenerativas.

A doença de Alzheimer, que afeta 60% dos casos de demência no Brasil, tem novos tratamentos promissores, como donanemab e lecanemab, além de um spray nasal em desenvolvimento para combater a proteína tau.

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Pesquisadores do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino (IDOR) descobriram o biomarcador sanguíneo pTau217, que pode substituir a punção lombar no diagnóstico do Alzheimer, com precisão de até 98%. Essa inovação promete facilitar o diagnóstico precoce da doença, melhorando a qualidade de vida dos pacientes.

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